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Ducati Scrambler Full Throttle 2017

Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Scrambler Full Throttle usada.

  • Naked
  • 803 cc
  • Gasolina
  • ABS
Ducati Scrambler Full Throttle 2017
Imagem ilustrativa.

FIPE 2017

R$ 34.456

Moto
Ducati Scrambler Full Throttle
Ano-modelo
2017
Geração
2016–2018

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 808065-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Ducati Scrambler Full Throttle

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Scrambler Full Throttle 2017: o essencial

Do ano-modelo 2017, a Ducati Scrambler Full Throttle é uma naked de 803 cc. Ela pertence à geração 2016–2018, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a Scrambler Full Throttle depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Preço FIPE da Scrambler Full Throttle 2017

O preço médio da Scrambler Full Throttle 2017 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 34.456. A do ano 2016 sai por R$ 31.127 (+10,7% de diferença); a Scrambler Full Throttle 2018 está em R$ 35.318. Comparada com a 2018 (R$ 35.318), a moto de 2017 custa 2% a menos: em média, perdeu 2,4% de valor a cada ano.

Entre as 41 motos naked ano 2017 com preço na FIPE, 20 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A Scrambler Full Throttle e o jeito naked de andar

Naked é a moto sem carenagem, com motor à mostra, guidão reto e posição de pilotagem ereta. Em geral usa motores de média e alta cilindrada, muitas vezes derivados de esportivas, mas com resposta mais amigável para o dia a dia. Vai bem na cidade, em estradas curtas e em passeios de fim de semana.

Sem carenagem, o vento cansa em viagens longas, mas a manutenção é mais simples e a pilotagem, mais confortável. Na usada, vale olhar com atenção alterações de escapamento e de eletrônica, que são comuns nesse tipo de moto.

Outras versões da Scrambler 800 em 2017

A Scrambler Full Throttle não era a única Scrambler 800 de 2017: havia mais 3 versões. Compare o que muda antes de escolher.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Scrambler Full Throttle 2017

Para a manutenção da Scrambler Full Throttle 2017, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Scrambler Full Throttle 2017 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Scrambler Full Throttle, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.

O que a idade pede na Ducati Scrambler Full Throttle 2017

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Scrambler Full Throttle 2017.

  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.

Outras motos naked 2017 na mesma faixa de preço

Quem procura uma Scrambler Full Throttle 2017 costuma comparar com outras motos naked do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da Scrambler Full Throttle

Anos-modelo da Scrambler Full Throttle no catálogo, de 2018 a 2016, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2018 · R$ 35.318
  • 2017 · R$ 34.456
  • 2016 · R$ 31.127

Ficha técnica da Scrambler Full Throttle 2017

Medidas e especificações
Cilindrada803 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 10Ah (selada) conferido
Vela de igniçãoNGK DCPR8E conferido
Pneu dianteiro110/80R18 58H conferido
Pneu traseiro180/55R17 73H conferido
Relação (kit)passo 520 | coroa 46 | pinhão 15 | 104 elos (DID 520 VF) conferido
Óleo do motorSAE 15W-50 sintético API SN/JASO MA2 (Shell Advance 4T Ultra) | 3,4 L com filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Lâmpada do farolH4 60/55W conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Óleo de bengalaShell Advance Fork 7.5 ou Donax TA | 427 ml (tubo dir.) e 298 ml (tubo esq.)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Scrambler Full Throttle 2017

As peças desta moto são as da geração 2016–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Scrambler Full Throttle 2017 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Ducati Scrambler Full Throttle 2017 vale R$ 34.456 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da Scrambler Full Throttle 2017?

Dianteiro 110/80R18 58H e traseiro 180/55R17 73H.

Qual a cilindrada da Scrambler Full Throttle 2017?

A Scrambler Full Throttle 2017 tem 803 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual o óleo da Scrambler Full Throttle 2017?

A referência para o motor é SAE 15W-50 sintético API SN/JASO MA2 (Shell Advance 4T Ultra) | 3,4 L com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Como saber se a Scrambler Full Throttle 2017 tem recall pendente?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para observar vazamentos, ruídos e falhas.