Honda CB 500 2002
Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CB 500 usada.
- Naked
- 499 cc
- Gasolina
- 54,0 cv
FIPE 2002
R$ 18.881
- Moto
- Honda CB 500
- Ano-modelo
- 2002
- Geração
- 1997–2005
- Calibragem
- dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811009-3. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Honda CB 500 2002 em resumo
A CB 500 2002, da Honda, é uma naked de 499 cc. Ela pertence à geração 1997–2005, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, a potência é de 54 cv a 9.500 rpm (manual 2000); o torque, 4,5 kgf.m a 8.000 rpm; o peso, 173 kg (seco); o tanque leva 18 litros (incluindo a reserva). A relação peso/potência fica em torno de 3,2 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A CB 500 2002 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a CB 500 ano 2002 está cotada em R$ 18.881. A do ano 2001 sai por R$ 18.420 (+2,5% de diferença); a de 2003 custa R$ 19.885. Comparada com a 2005 (R$ 25.032), a moto de 2002 custa 25% a menos: em média, perdeu 9,0% de valor a cada ano.
Na comparação com as 13 motos naked 2002 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 6 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto naked
A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.
Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.
Medidas de manutenção da CB 500 2002
Medidas de manutenção da CB 500 2002, com link para a página de cada peça:
- Vela de ignição: NGK CR8EH-9 (conferida)
- Pneu dianteiro: 110/80-17 57H (conferida)
- Pneu traseiro: 130/80-17 65H (conferida)
- Relação (kit): passo 525 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SF | 3,1 L (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
Comprando uma Honda CB 500 2002 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma CB 500, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
Cuidados que acompanham uma moto 2002
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a CB 500 2002.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da CB 500 ainda for a original, numa moto de 24 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a CB 500 2002 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
Documentos e negociação da CB 500 2002
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
Alternativas à CB 500 2002
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à CB 500:
- Suzuki Bandit 600 / 650 N 2002 · R$ 18.812 · 656 cc
- Triumph Speed Triple 955i 2002 · R$ 17.220 · 955 cc
- Ducati Monster 620 2002 · R$ 15.731 · 618 cc
- Suzuki Bandit 1200 N 2002 · R$ 22.261 · 1.157 cc
- BMW F 650 CS Scarver 2002 · R$ 22.743 · 652 cc
Todos os anos da CB 500
Anos-modelo da CB 500 no catálogo, de 2005 a 1997, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da CB 500 2002
| Cilindrada | 499 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 54 cv a 9.500 rpm (manual 2000) conferido |
| Torque | 4,5 kgf.m a 8.000 rpm conferido |
| Peso | 173 kg (seco) conferido |
| Tanque | 18 litros (incluindo a reserva) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR8EH-9 conferido |
| Pneu dianteiro | 110/80-17 57H conferido |
| Pneu traseiro | 130/80-17 65H conferido |
| Relação (kit) | passo 525 conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SF | 3,1 L conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CB 500 2002
As peças desta moto são as da geração 1997–2005. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a CB 500 2002 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CB 500 2002 vale R$ 18.881 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a potência da CB 500 2002?
Pela ficha do fabricante, 54 cv a 9.500 rpm (manual 2000), com torque de 4,5 kgf.m a 8.000 rpm.
Que óleo usar na CB 500 2002?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF | 3,1 L. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a medida do pneu da CB 500 2002?
Dianteiro 110/80-17 57H e traseiro 130/80-17 65H.
Quanto pesa a CB 500 2002?
O peso informado pelo fabricante é 173 kg (seco).
Quantos litros cabem no tanque da CB 500 2002?
O tanque da CB 500 2002 leva 18 litros (incluindo a reserva).
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Vale a pena comprar uma CB 500 2002 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.