Honda CB 650F 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CB 650F usada.
- Naked
- 649 cc
- Gasolina
- ABS
FIPE 2016
R$ 41.917
- Moto
- Honda CB 650F
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2015–2019
- Calibragem
- dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811127-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda CB 650F
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Anunciar nesta páginaComo é a CB 650F 2016
Do ano-modelo 2016, a Honda CB 650F é uma naked de 649 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2015 a 2019. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a CB 650F depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, o tanque leva 17,3 litros (reserva de aproximadamente 4,0 L, quando o indicador pisca); o banco fica a 810 mm do chão.
Quanto vale a CB 650F 2016
O preço médio da CB 650F 2016 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 41.917. A CB 650F 2015 fica em R$ 40.809 (+2,7% de diferença); a CB 650F 2017 está em R$ 43.004. Comparada com a 2019 (R$ 46.092), a moto de 2016 custa 9% a menos: em média, perdeu 3,1% de valor a cada ano.
Entre as 40 motos naked ano 2016 com preço na FIPE, 29 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma naked
A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.
Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.
Medidas de manutenção da CB 650F 2016
Estas são as medidas que mais se procura para a CB 650F 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 180/55ZR17
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)
O que conferir antes de comprar uma CB 650F 2016 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma CB 650F, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
O que a idade pede na Honda CB 650F 2016
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não arriscar o motor.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
Motos parecidas com a CB 650F 2016
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à CB 650F:
- Suzuki GSR750 2016 · R$ 41.952 · 749 cc
- Yamaha MT-09 ABS 2016 · R$ 42.165 · 847 cc
- Triumph Thruxton R 2016 · R$ 42.631 · 1.200 cc
- Yamaha XJ6 N 2016 · R$ 43.021 · 600 cc
- Triumph Speed Triple 1050 R 2016 · R$ 40.492 · 1.050 cc
- Kawasaki Z800 2016 · R$ 40.363 · 806 cc
- MV Agusta Brutale 800 2016 · R$ 38.807 · 798 cc
- Suzuki GSX-S1000 2016 · R$ 46.496 · 999 cc
Outros anos da CB 650F
A CB 650F foi vendida em 5 anos-modelo, de 2015 a 2019. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da CB 650F 2016
| Cilindrada | 649 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 17,3 litros (reserva de aproximadamente 4,0 L, quando o indicador pisca) conferido |
| Altura do banco | 810 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa) conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CB 650F 2016
As peças desta moto são as da geração 2015–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da CB 650F 2016?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CB 650F 2016 vale R$ 41.917 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a CB 650F 2016?
Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 180/55ZR17.
Qual a capacidade do tanque da CB 650F 2016?
O tanque da CB 650F 2016 leva 17,3 litros (reserva de aproximadamente 4,0 L, quando o indicador pisca).
Qual a calibragem do pneu da CB 650F 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a cilindrada da CB 650F 2016?
A CB 650F 2016 tem 649 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
Vale a pena comprar uma CB 650F 2016 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.