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Yamaha MT-09 ABS 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma MT-09 ABS usada.

  • Naked
  • 847 cc
  • Gasolina
  • ABS
Yamaha MT-09 ABS 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 42.165

Moto
Yamaha MT-09 ABS
Ano-modelo
2016
Geração
2015–2019
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto) / 42 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827094-5. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha MT-09 ABS

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A Yamaha MT-09 ABS 2016 em resumo

A Yamaha MT-09 ABS 2016 é uma naked de 847 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2015 a 2019. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a MT-09 ABS depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Em números, o peso, 191 kg (em ordem de marcha, versão ABS, modelo 2015); o tanque leva 14 litros (reserva de 2,8 L); o banco fica a 815 mm (modelo 2015) do chão.

Quanto vale a MT-09 ABS 2016

Pela FIPE de outubro de 2026, a MT-09 ABS ano 2016 está cotada em R$ 42.165. A do ano 2015 sai por R$ 41.136 (+2,5% de diferença); a de 2017 custa R$ 43.560. Comparada com a 2025 (R$ 58.461), a moto de 2016 custa 28% a menos: em média, perdeu 3,6% de valor a cada ano.

Entre as 40 motos naked ano 2016 com preço na FIPE, 31 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto naked

A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.

Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.

Peças e medidas da MT-09 ABS 2016

Para a manutenção da MT-09 ABS 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Yamaha MT-09 ABS 2016 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.

Cuidados que acompanham uma moto 2016

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 10 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a MT-09 ABS 2016.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Outras motos naked 2016 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à MT-09 ABS:

Todos os anos da MT-09 ABS

A MT-09 ABS foi vendida em 11 anos-modelo, de 2015 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da MT-09 ABS 2016

Medidas e especificações
Cilindrada847 cc
CombustívelGasolina
Peso191 kg (em ordem de marcha, versão ABS, modelo 2015) conferido
Tanque14 litros (reserva de 2,8 L) conferido
Altura do banco815 mm (modelo 2015) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto) / 42 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 8,6Ah (YTZ10S)
Vela de igniçãoNGK CPR9EA-9
Pneu dianteiro120/70ZR17 M/C (58W)
Pneu traseiro180/55ZR17 M/C (73W)
Relação (kit)passo 525 | coroa 45 | pinhão 16
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG+/JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da MT-09 ABS 2016

As peças desta moto são as da geração 2015–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da MT-09 ABS 2016?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha MT-09 ABS 2016 vale R$ 42.165 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da MT-09 ABS 2016?

O tanque da MT-09 ABS 2016 leva 14 litros (reserva de 2,8 L).

Quantas libras vai no pneu da MT-09 ABS 2016?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto) / 42 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual o óleo da MT-09 ABS 2016?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG+/JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Qual pneu usa a MT-09 ABS 2016?

Dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) e traseiro 180/55ZR17 M/C (73W).

Qual a cilindrada da MT-09 ABS 2016?

A MT-09 ABS 2016 tem 847 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Como fica o seguro de uma MT-09 ABS 2016?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.