Kawasaki Z300 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Z300 usada.
- Naked
- 296 cc
- Gasolina
- 39,0 cv
- ABS
FIPE 2016
R$ 19.797
- Moto
- Kawasaki Z300
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2015–2019
- Calibragem
- dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa), a frio
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817066-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki Z300
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Kawasaki Z300 2016. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaZ300 2016: o essencial
A Z300 2016, da Kawasaki, é uma naked de 296 cc. Ela pertence à geração 2015–2019, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a Z300 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 39 cv (29,0 kW) a 11.000 rpm; o torque, 2,8 kgf.m (27,0 N.m) a 10.000 rpm; o peso, 168 kg (em ordem de marcha; 170 kg com ABS); o tanque leva 17 litros. Isso dá cerca de 4,3 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a Z300 2016
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kawasaki Z300 2016 vale R$ 19.797. A do ano 2015 sai por R$ 18.974 (+4,3% de diferença). Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2019, R$ 22.410), a 2016 vale 12% menos, uma média de 4,0% por ano.
Na comparação com as 40 motos naked 2016 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 9 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto naked
A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.
Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.
Medidas de manutenção da Z300 2016
Para a manutenção da Z300 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 8Ah (YTX9-BS) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CR8E (conferida)
- Pneu dianteiro: 110/70-17 54S (conferida)
- Pneu traseiro: 140/70-17 66S (conferida)
- Relação (kit): passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | 2,2 L na troca com filtro (2,4 L capacidade total) (conferida)
- Filtro de ar: papel viscoso (conferida)
- Lâmpada do farol: H7 55W (x2, alto e baixo) (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa), a frio
O que conferir antes de comprar uma Z300 2016 usada
Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
Cuidados que acompanham uma moto 2016
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Z300 2016.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 10 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
Alternativas à Z300 2016
Quem procura uma Z300 2016 costuma comparar com outras motos naked do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- KTM 390 Duke 2016 · R$ 17.465 · 373 cc
- Royal Enfield Classic 500 Chrome (2016-2020) 2016 · R$ 16.853 · 499 cc
- Royal Enfield Continental GT 535 2016 · R$ 16.807 · 535 cc
- Royal Enfield Bullet 500 2016 · R$ 15.781 · 499 cc
- Suzuki Gladius 650 2016 · R$ 24.600 · 645 cc
A Z300 em outros anos
Anos-modelo da Z300 no catálogo, de 2019 a 2015, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Z300 2016
| Cilindrada | 296 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 39 cv (29,0 kW) a 11.000 rpm conferido |
| Torque | 2,8 kgf.m (27,0 N.m) a 10.000 rpm conferido |
| Peso | 168 kg (em ordem de marcha; 170 kg com ABS) conferido |
| Tanque | 17 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa), a frio conferido |
| Bateria | 12V 8Ah (YTX9-BS) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR8E conferido |
| Pneu dianteiro | 110/70-17 54S conferido |
| Pneu traseiro | 140/70-17 66S conferido |
| Relação (kit) | passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 conferido |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | 2,2 L na troca com filtro (2,4 L capacidade total) conferido |
| Filtro de ar | papel viscoso conferido |
| Lâmpada do farol | H7 55W (x2, alto e baixo) conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Z300 2016
As peças desta moto são as da geração 2015–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Z300 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Z300 2016 vale R$ 19.797 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos litros cabem no tanque da Z300 2016?
O tanque da Z300 2016 leva 17 litros.
Quanto pesa a Z300 2016?
O peso informado pelo fabricante é 168 kg (em ordem de marcha; 170 kg com ABS).
Qual a cilindrada da Z300 2016?
A Z300 2016 tem 296 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a calibragem do pneu da Z300 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa), a frio. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual o óleo da Z300 2016?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | 2,2 L na troca com filtro (2,4 L capacidade total). Confira no manual o prazo de troca.
Devo pagar o valor da FIPE?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.
A Kawasaki Z300 2016 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2016 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Como saber se a Z300 2016 tem recall pendente?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.