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Kawasaki Z800 2014

Preço FIPE do ano-modelo 2014, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Z800 usada.

  • Naked
  • 806 cc
  • Gasolina
  • 113,0 cv
  • ABS
Kawasaki Z800 2014
Imagem ilustrativa.

FIPE 2014

R$ 37.679

Moto
Kawasaki Z800
Ano-modelo
2014
Geração
2013–2017
Calibragem
dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817062-2. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Z800

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Como é a Z800 2014

A Z800 2014, da Kawasaki, é uma naked de 806 cc. Ela pertence à geração 2013–2017, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, a potência é de 113 cv (83,0 kW) a 10.200 rpm; o torque, 8,5 kgf.m (83,0 N.m) a 8.000 rpm; o peso, 229 kg (em ordem de marcha; 231 kg com ABS), conforme manual; o tanque leva 17 litros. Isso dá cerca de 2,0 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Quanto vale a Z800 2014

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kawasaki Z800 2014 vale R$ 37.679. A do ano 2013 sai por R$ 35.918 (+4,9% de diferença). Comparada com a 2017 (R$ 41.373), a moto de 2014 custa 9% a menos: em média, perdeu 3,1% de valor a cada ano.

Entre as 29 motos naked ano 2014 com preço na FIPE, 18 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto naked

A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.

Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Z800 2014

Para a manutenção da Z800 2014, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Z800 2014 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
  • Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.

O que a idade pede na Kawasaki Z800 2014

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 12 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Documentos e negociação da Z800 2014

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.

Alternativas à Z800 2014

Para comparar: motos naked 2014 com valor FIPE perto do da Z800.

A Z800 em outros anos

Anos-modelo da Z800 no catálogo, de 2017 a 2013, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Z800 2014

Medidas e especificações
Cilindrada806 cc
CombustívelGasolina
Potência113 cv (83,0 kW) a 10.200 rpm conferido
Torque8,5 kgf.m (83,0 N.m) a 8.000 rpm conferido
Peso229 kg (em ordem de marcha; 231 kg com ABS), conforme manual conferido
Tanque17 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio conferido
Vela de igniçãoNGK CR9EIA-9
Pneu dianteiro120/70ZR17
Pneu traseiro180/55ZR17
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
Filtro de arpapel viscoso
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Z800 2014

As peças desta moto são as da geração 2013–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Z800 2014 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Z800 2014 vale R$ 37.679 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da Z800 2014?

O tanque da Z800 2014 leva 17 litros.

Quantas cilindradas tem a Z800 2014?

A Z800 2014 tem 806 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da Z800 2014?

Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 180/55ZR17.

Quantos cavalos tem a Z800 2014?

Pela ficha do fabricante, 113 cv (83,0 kW) a 10.200 rpm, com torque de 8,5 kgf.m (83,0 N.m) a 8.000 rpm.

Quantas libras vai no pneu da Z800 2014?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

A Kawasaki Z800 2014 ainda vale a pena?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.