KTM 390 Duke 2015–2017
Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a 390 Duke fabricada de 2015 a 2017. 1ª geração (lançamento, 373 cc).
- Naked
- 373 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 8Ah (ETZ-9-BS) | conferido |
| Vela de ignição | Bosch VR5NEU | referência |
| Pneu dianteiro | 110/70ZR17 M/C 54W TL | conferido |
| Pneu traseiro | 150/60ZR17 M/C 66W TL | conferido |
| Relação (kit) | passo 520 | coroa 45 | pinhão 15 | conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 JASO T903 MA2 | 1,7 L | conferido |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W | conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
| Óleo de bengala | SAE 4 (WP) | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a KTM 390 Duke
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a KTM 390 Duke 2015–2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças da 390 Duke 2015–2017
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
390 Duke 2015–2017: visão geral
Esta é a ficha da KTM 390 Duke vendida nos anos-modelo de 2015 a 2017: uma naked de 373 cc. É a 1ª de 2 gerações da 390 Duke no catálogo. 1ª geração (lançamento, 373 cc).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 17.039 (2015) a R$ 17.902 (2017).
Ficha da 390 Duke 2015–2017: o que os dados mudam na prática
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da 390 Duke e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a 390 Duke tem injeção, uma luz no painel avisa de qualquer falha.
- Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.
- Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.
- Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
- Refrigeração líquida. Com refrigeração líquida, um radiador, uma bomba e um líquido próprio mantêm o motor sempre na temperatura ideal, faça calor ou frio, esteja a moto parada ou na estrada. Isso permite motores mais potentes e mais estáveis no uso. Em troca, há mais peças: mangueiras, ventoinha e líquido de arrefecimento, que tem prazo de troca no manual.
Cidade, estrada e garupa com a 390 Duke
No uso real, a naked é a mistura de esportividade e conforto. A posição de pilotagem não carrega os punhos como numa esportiva, o motor de 373 cc tem força em toda a faixa e a ciclística responde bem em curva. Na cidade, a agilidade e a boa visão ajudam no trânsito.
Ela sofre em viagem longa, pela falta de proteção aerodinâmica, e em estrada esburacada, pela suspensão de acerto firme. O garupa viaja menos confortável que o piloto, e a autonomia, em motos de motor forte, nem sempre é grande. Para passeios de fim de semana e uso diário com prazer ao pilotar, é uma escolha equilibrada.
Bateria, pneus, vela e óleo da 390 Duke 2015–2017
Na hora de comprar peça para a 390 Duke desses anos, estas são as referências da ficha:
- Bateria: 12V 8Ah (ETZ-9-BS)
- Vela de ignição: Bosch VR5NEU
- Pneu dianteiro: 110/70ZR17 M/C 54W TL
- Pneu traseiro: 150/60ZR17 M/C 66W TL
- Relação (kit): passo 520 | coroa 45 | pinhão 15
- Óleo do motor: SAE 15W-50 JASO T903 MA2 | 1,7 L
- Lâmpada do farol: H4 60/55W
- Fluido de freio: DOT 4
- Óleo de bengala: SAE 4 (WP)
Manutenção da 390 Duke: o que cada sistema pede
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a 390 Duke 2015–2017, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
- Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir trocas mais próximas.
- Corrente, coroa e pinhão. A corrente pede limpeza e lubrificação frequentes, além de ajuste de folga no intervalo do manual. Quando chegar a hora da troca, mude corrente, coroa e pinhão juntos, porque peças novas com velhas se desgastam rápido. Sinais de fim de vida: dentes da coroa em forma de gancho, corrente que sai da coroa quando puxada e elos duros.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria direito, sem deixar ar no sistema.
- Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.
- Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.
Os anos da 390 Duke 2015–2017
Valor de cada ano da 390 Duke 2015–2017 na FIPE. O link leva à página do ano:
- 390 Duke 2017: R$ 17.902
- 390 Duke 2016: R$ 17.465
- 390 Duke 2015: R$ 17.039
O ano mais antigo da geração vale 5% menos que o mais novo na tabela.
A 390 Duke 2015–2017 e as outras gerações
Na geração seguinte, 390 Duke 2018–2025, mudou:
- Farol: halógeno → LED
- Acelerador: por cabo → eletrônico
- Pneu dianteiro: 110/70ZR17 M/C 54W TL → 110/70 R17 M/C 54H TL
- Pneu traseiro: 150/60ZR17 M/C 66W TL → 150/60 R17 M/C 66H TL
- Óleo: SAE 15W-50 JASO T903 MA2 | 1,7 L → SAE 15W-50 JASO T903 MA2
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
Sinais que a KTM 390 Duke dá antes de um problema
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a 390 Duke 2015–2017 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
- Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
- Luz do ABS. Em muitas motos, a luz do ABS fica acesa ao ligar e só apaga depois que a moto passa de uma velocidade baixa, quando o sistema confirma que está tudo certo. Se ela continuar acesa em movimento, o ABS pode estar desativado, e o freio funciona como um freio comum. Sensor sujo ou anel de leitura danificado são causas frequentes.
Acessórios para a 390 Duke 2015–2017: o que ajuda de verdade
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a 390 Duke 2015–2017, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota antes de sair.
- Slider e protetores de quadro. Uma queda em velocidade baixa numa esportiva ou naked pode destruir peças caras. Sliders de quadro, de eixo e de ponta de guidão reduzem muito esse estrago. Não impedem acidentes, mas limitam o prejuízo e, às vezes, permitem seguir viagem. Instale com o torque correto e substitua quando estiverem muito ralados.
- Cavalete central. Para quem faz pequenas manutenções em casa ou estaciona em garagem apertada, o cavalete central ajuda muito. A moto fica firme, nivelada e com a traseira suspensa, o que deixa trabalhos simples bem mais fáceis. Confira se ele não diminui a altura livre do solo nem raspa nas curvas depois de instalado.
- Bolha ou para-brisa. Se a 390 Duke vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.
Perguntas frequentes
Qual o valor da 390 Duke 2015–2017 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 17.902, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual óleo vai na 390 Duke 2015–2017?
A referência é SAE 15W-50 JASO T903 MA2 | 1,7 L. O intervalo de troca está no manual.
Qual a bateria da 390 Duke 2015–2017?
A bateria indicada é 12V 8Ah (ETZ-9-BS).
Pneu mais largo melhora a moto?
Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.
Posso usar qualquer óleo na moto?
Não. O óleo certo é o do manual, com viscosidade e norma específicas para motos. Óleos de carro podem ter aditivos que fazem a embreagem patinar. Respeitar a especificação vale mais do que a marca. Siga também o prazo de troca, por tempo ou quilometragem, o que vier primeiro.
Dá para colocar câmara num pneu sem câmara?
Pneu sem câmara furado na banda costuma ter conserto com reparo por dentro ou, na emergência, com macarrão até a borracharia. Furo na lateral ou corte grande pede troca. Colocar câmara num pneu sem câmara não é a solução recomendada: aquece, pode estourar e esconde o problema. O melhor é reparar direito ou trocar.
Ficha técnica
| Cilindrada | 373 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da 390 Duke por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| 390 Duke 2017 | R$ 17.902 |
| 390 Duke 2016 | R$ 17.465 |
| 390 Duke 2015 | R$ 17.039 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818040-7. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da 390 Duke
- 2018–2025
- 2015–2017