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Paralama dianteiro da KTM 390 Duke 2015–2017

O que define a paralama dianteiro certa para a 390 Duke desses anos, e onde encontrar.

Paralama dianteiro que serve

390 Duke 2015–2017

Moto
KTM 390 Duke
Anos
2015 a 2017

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com paralama dianteiro para a KTM 390 Duke

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura paralama dianteiro para a KTM 390 Duke 2015–2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual paralama dianteiro comprar para a 390 Duke 2015–2017

Não há uma "medida" que resolva o paralama dianteiro: ele é desenhado para a 390 Duke. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a 390 Duke e os anos 2015–2017), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Paralama dianteiro: mais que enfeite

O paralama dianteiro segura a água, a lama e as pedrinhas que o pneu da frente joga para cima e para trás. Sem ele, essa sujeira vai direto para as bengalas, o motor, o radiador (quando a moto tem), as pernas do piloto e até o visor do capacete. Em dia de chuva, a diferença aparece na primeira poça, e quem já rodou com o paralama quebrado sabe disso.

Ele também protege a parte cromada das bengalas, onde a sujeira acumulada acelera o desgaste dos retentores. E, em muitas motos, serve de apoio para guias de mangueira de freio, cabos ou fiação, que ficam presas nele ou nos seus suportes.

Como o paralama dianteiro trabalha na 390 Duke

Para entender o paralama dianteiro desta moto, vale olhar a ficha: a 390 Duke é uma naked de 373 cc. O farol usa lâmpada halógena. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).

A 390 Duke tem ABS, e o cabo do sensor de roda dianteiro costuma passar pela bengala com presilhas, às vezes perto do paralama. Ao trocar, não puxe nem dobre esse cabo. Se a luz do ABS acender depois do serviço, confira se o sensor e o cabo ficaram no lugar.

Na 390 Duke, que tem freio a disco na frente, a mangueira de freio passa perto do paralama e, em muitos casos, é presa por uma guia nele ou no suporte. Na troca, solte a guia com cuidado e nunca dobre ou desconecte a mangueira.

Quando desconfiar do paralama dianteiro

O paralama costuma sofrer em tombos, buracos e lavagens. Fique atento a estes sintomas, principalmente aos que envolvem folga e barulho.

  • Paralama solto ou vibrando. Se o paralama mexe com a mão ou treme muito em piso ruim, alguma fixação soltou, quebrou ou perdeu a bucha. Antes de rodar, aperte ou reponha as fixações e confira se nada encosta no pneu.
  • Bengalas sempre sujas. Sujeira acumulada nas bengalas logo depois de rodar indica proteção insuficiente. Retentor com areia vaza, e o reparo da suspensão é bem mais caro do que o paralama.
  • Peça torta depois de tombo. Paralama desalinhado, com um lado mais baixo que o outro, costuma indicar suporte torto ou peça deformada. Em alguns casos, a bengala também sofreu, e vale pedir uma avaliação da suspensão.
  • Guias de mangueira ou cabo soltas. Quando o paralama tem guias para mangueira de freio, cabo ou fiação, elas podem quebrar ou soltar. Mangueira ou fio solto pode encostar no pneu ou ser puxado em movimento. Reponha a guia o quanto antes.
  • Trinca perto dos furos de fixação. Repare nos pontos de fixação: rachaduras finas saindo do furo indicam aperto demais ou peça cansada. Paralama trincado nesses pontos não segura bem e vibra cada vez mais.

O que conferir antes de comprar o paralama dianteiro

Errar o paralama é fácil: versões do mesmo modelo podem ter peças diferentes. Leve a peça antiga ou fotos dos pontos de fixação.

  • Adesivos e grafismos. Grafismo de fábrica pode ser vendido à parte. Se você quer manter a moto igual à original, pergunte antes de comprar.
  • Guias e suportes. Veja se o paralama novo tem as mesmas guias para mangueira de freio, cabo ou fiação que o antigo. Sem elas, você terá que improvisar a fixação, o que não é seguro perto da roda.
  • Material. Dobre de leve a borda do paralama na loja: ele deve ceder um pouco e voltar. Plástico muito rígido ou com rebarbas grossas costuma trincar na vibração.
  • Kit de fixação. Parafusos, arruelas, buchas de borracha e porcas presilha costumam envelhecer junto com o paralama. Pergunte se a peça vem com elas ou compre um jogo novo da aplicação certa.
  • Cor e acabamento. Leve o nome da cor e o ano da moto. Em algumas motos existe uma etiqueta com o código da cor; quando houver, ela ajuda muito na hora de comprar a peça ou de mandar pintar.

Como trocar o paralama dianteiro da 390 Duke

Em muitas motos, a troca do paralama dianteiro é simples e sai sem tirar a roda. Em outras, é preciso remover a roda ou soltar a pinça de freio, e aí o serviço passa a mexer no freio e deve ser feito com cuidado ou em oficina.

  1. Apoie a moto com segurança. Coloque a moto no cavalete ou em um apoio de oficina que a mantenha firme. Trabalhar na roda dianteira com a moto instável é arriscado.
  2. Solte guias de mangueira e cabos. Antes de soltar o paralama, libere as presilhas da mangueira de freio, do cabo ou da fiação que estejam presas a ele, sem dobrar ou puxar. Não abra a mangueira de freio.
  3. Veja se precisa tirar a roda ou a pinça. Em alguns modelos, o paralama sai por baixo ou pela frente sem mexer na roda. Em outros, é preciso remover a roda ou soltar a pinça. Se for o caso, siga o manual à risca ou leve à oficina, porque freio mal montado é risco grave.
  4. Solte os parafusos. Solte as fixações uma a uma e anote a posição de cada bucha. Rosca espanada na bengala ou no suporte vira reparo de oficina.
  5. Confira os suportes. Com o paralama fora, olhe os suportes e as roscas. Suporte torto, rosca danificada ou trinca na bengala precisam ser resolvidos antes de montar a peça nova.
  6. Posicione o paralama novo. Coloque a peça e passe todos os parafusos sem aperto. Isso deixa o paralama se acomodar na posição certa, sem tensão no plástico.
  7. Aperte sem exagero. Dê o aperto final de forma alternada, de um lado e do outro, sem exagerar. A bucha de borracha deve ficar pressionada, mas não esmagada.
  8. Recoloque guias e teste a folga. Com tudo no lugar, gire a roda e olhe a folga entre pneu e paralama de todos os lados. Mangueira e fios precisam ficar presos, longe do pneu. Se o freio foi mexido, teste antes de rodar normalmente.

Se a troca exigiu tirar a roda ou a pinça e você não tem certeza da montagem, leve à oficina para conferir. Freio dianteiro e roda mal presa não são itens para dúvida.

O que não fazer com o paralama dianteiro

Antes de trocar ou mexer no paralama, evite estes erros, que comprometem a fixação e a segurança.

  • Rodar sem paralama. Sem paralama, a água e a lama vão direto para a suspensão e para quem pilota. O prejuízo nos retentores costuma ser maior do que o preço da peça.
  • Pintar sem preparar o plástico. Pintura caseira sem preparação descasca logo, e a sujeira do pneu acelera o estrago. Se for pintar, procure quem trabalha com peças plásticas de moto.
  • Ignorar a folga depois de um tombo. Depois de uma queda, mesmo leve, vale conferir se o paralama não ficou mais perto do pneu e se a suspensão não sofreu. Paralama torto pode esconder bengala empenada.
  • Apertar demais os parafusos. Parafuso de paralama não pede força de parafuso de motor. Apertar até "travar" esmaga a bucha e trinca o plástico, às vezes só dias depois.

Cuidados que aumentam a vida do paralama

Um paralama bem cuidado protege a moto por anos e mantém a aparência. Estes hábitos fazem diferença.

  • Mantenha as buchas em bom estado. Bucha ressecada não amortece nada. Repor as buchas de tempos em tempos, ou sempre que o paralama sair, é barato e evita trinca no plástico.
  • Confira as fixações nas revisões. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Uma conferida no aperto e nas buchas a cada revisão, ou depois de rodar em estrada ruim, evita que o paralama comece a trabalhar solto.
  • Não apoie peso no paralama. Evite apoiar o pé, a mão ou objetos no paralama ao empurrar a moto ou fazer manutenção. O plástico não foi feito para carregar peso e trinca nos pontos de fixação.
  • Limpe a parte de dentro. Barro acumulado dentro do paralama pesa, força as fixações e, em casos extremos, pode encostar no pneu. Limpe a parte interna depois de rodar na lama.

A 390 Duke ao longo dos anos

No catálogo, a 390 Duke aparece em 2 gerações, somando 1 versão entre 2015 e 2025. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o paralama dianteiro de uma 390 Duke 2018–2025, compare o código ou a peça física.

Quanto vale a 390 Duke 2015–2017

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a KTM 390 Duke dos anos 2015–2017 vai de R$ 17.039 (2015) a R$ 17.902 (2017). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2017R$ 17.902
2016R$ 17.465
2015R$ 17.039

Paralama dianteiro nos outros anos e versões da 390 Duke

VersãoAnos
390 Duke 2018–2025
390 Duke (esta página) 2015–2017

Outras peças da 390 Duke 2015–2017

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da KTM 390 Duke 2015–2017

Perguntas frequentes

O paralama dianteiro de outra moto serve na 390 Duke?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a 390 Duke 2015–2017. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Por que o paralama raspa no pneu?

Pode ser fixação solta, suporte torto depois de tombo, pneu de medida diferente ou paralama de outra aplicação. É risco de segurança: corrija antes de rodar e, se houver suspeita de dano na suspensão, leve à oficina.

Preciso pintar o paralama novo?

Depende. Alguns vêm prontos na cor de fábrica, outros em plástico preto ou com primer para pintar. Pergunte antes de comprar e, se for pintado, compare o tom com a moto.

O paralama ajuda a proteger a suspensão?

Tem relação, sim. Sem paralama, ou com ele quebrado, a sujeira lançada pelo pneu atinge as bengalas e desgasta os retentores mais rápido. O protetor de bengala, quando existe, também ajuda.

Tirar o paralama da frente faz mal para a moto?

Pode até rodar, mas a moto fica desprotegida. A sujeira nas bengalas acelera o desgaste dos retentores, e você recebe toda a água que o pneu levanta. O paralama faz falta.

Paralama dianteiro de moto: guia geral e lista de motos