Radiador da KTM 390 Duke 2018–2025
O que define a radiador certa para a 390 Duke desses anos, e onde encontrar.
Radiador que serve
390 Duke 2018–2025
- Moto
- KTM 390 Duke
- Anos
- 2018 a 2025
- Refrigeração
- Líquida
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com radiador para a KTM 390 Duke
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Anunciar nesta páginaQual radiador serve na 390 Duke 2018–2025
Para o radiador, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a 390 Duke e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2018–2025), e termina na comparação com a peça antiga.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a 390 Duke e os anos 2018–2025), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
Radiador da 390 Duke: como funciona o arrefecimento
Motor a combustão produz muito calor, e só uma parte dele vira movimento. O resto precisa sair, e na 390 Duke quem faz esse trabalho é o sistema de arrefecimento líquido, com o radiador no centro. Ele mantém o motor na temperatura certa de trabalho: nem fria demais, o que aumenta o desgaste, nem quente demais, o que pode empenar o cabeçote e engripar o pistão.
O radiador fica exposto na frente ou na lateral da moto, onde pega vento, mas também pega pedra, barro, insetos e pancadas. Por isso, além do desgaste natural por corrosão, ele sofre com danos externos. Cuidar da colmeia e do líquido é o que garante que ele dê conta do calor.
O que muda no radiador da 390 Duke
Para entender o radiador desta moto, vale olhar a ficha: a 390 Duke é uma naked de 373 cc. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter.
Na 390 Duke, com injeção eletrônica, o sensor de temperatura do líquido informa a central e, em muitos modelos, o painel. Superaquecimento pode aparecer como luz de alerta e mudança no funcionamento do motor, que ajusta a mistura à temperatura.
Como saber se o radiador precisa de reparo ou troca
Nem todo superaquecimento é culpa do radiador: ventoinha, válvula termostática, bomba d'água e tampa também falham. Estes sinais ajudam a direcionar o diagnóstico.
- Ventoinha ligando o tempo todo. Ventoinha que quase não desliga indica que o radiador não está dando conta. Antes de culpar a ventoinha, confira nível, limpeza da colmeia e possíveis obstruções internas.
- Mangueiras ressecadas ou estufadas. Mangueiras com rachaduras, endurecidas ou que incham quando o motor esquenta podem estourar. Elas não são o radiador, mas fazem parte do circuito e costumam ser trocadas junto.
- Líquido sujo ou com ferrugem. O líquido deve estar limpo e com a cor original do aditivo. Se ele está turvo ou com sedimentos, o sistema precisa de limpeza e o radiador pode estar parcialmente entupido por dentro.
- Ventoinha que não liga. Ventoinha parada faz o motor ferver em trânsito, mesmo com radiador bom. Vale testar a ventoinha antes de trocar o radiador.
- Temperatura subindo no painel. O marcador ou a luz de temperatura sobe mais do que o normal, principalmente em trânsito ou em subida. Pode ser radiador entupido, colmeia suja, falta de líquido ou ventoinha parada. Pare antes de o motor ferver.
Radiador: o que olhar na hora da compra
Antes de trocar, vale saber se o seu radiador tem conserto. E, se for trocar, estes são os pontos que importam.
- Ventoinha, sensor e tampa. Veja se o radiador vem com ventoinha, tampa e, quando o modelo tem, sensor ou interruptor térmico. Muitas vezes só a colmeia é vendida, e as outras peças são transferidas do radiador velho.
- Acabamento da colmeia. Confira se as aletas estão retas e uniformes, se as soldas são limpas e se não há amassados de transporte. Aleta deitada já sai de fábrica atrapalhando a passagem de ar.
- Procedência e garantia. Compre com nota fiscal e pergunte a garantia. Radiador de baixa qualidade pode ter colmeia mais fina e vazar cedo.
- Reparo ou troca. Furo pequeno ou solda trincada muitas vezes podem ser reparados por um radiadorista, que solda o alumínio e testa a pressão. Colmeia muito corroída ou amassada em grande área pede troca.
- Entradas e saídas das mangueiras. As bocas do radiador precisam coincidir com as mangueiras originais. Mangueira esticada ou torcida para alcançar a conexão é sinal de peça errada.
Como trocar o radiador da 390 Duke
Com ferramentas básicas, o radiador sai e entra sem mistério. O que exige atenção é o reabastecimento: ar preso no sistema faz o motor esquentar.
- Espere o motor esfriar. Antes de tudo, motor frio. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente: o risco de queimadura é real.
- Retire carenagens e protetores. O acesso ao radiador varia muito de moto para moto. Consulte o manual para saber o que precisa sair e em que ordem.
- Drene o líquido. Com um recipiente embaixo, abra a tampa e o bujão ou o parafuso de dreno indicado pelo manual. Em alguns modelos, o dreno é feito soltando a mangueira inferior. Guarde o líquido para descarte correto.
- Desconecte ventoinha e mangueiras. Solte o conector elétrico da ventoinha e do sensor, se houver, e depois as abraçadeiras das mangueiras e o tubo do reservatório. Gire a mangueira devagar para soltá-la sem forçar a conexão.
- Retire o radiador. Com as fixações soltas, o radiador sai. Aproveite para conferir coxins, mangueiras e abraçadeiras e troque o que estiver ressecado ou corroído.
- Instale o radiador novo. Posicione, fixe e reconecte tudo na ordem inversa. Mangueira bem assentada até o fim da conexão e abraçadeira no lugar certo evitam vazamento.
- Abasteça com o líquido indicado. Use o líquido de arrefecimento indicado no manual. Se for concentrado, misture com água desmineralizada na proporção da embalagem e do manual. Encha devagar pelo bocal do radiador e complete o reservatório até a marca.
- Sangre o sistema. A sangria é a etapa mais esquecida e uma das mais importantes. Siga o manual: em muitos modelos, é preciso completar o nível algumas vezes até o ar sair por completo.
- Teste e confira o nível frio. Ligue o motor, deixe aquecer até a ventoinha entrar em funcionamento e confira vazamentos. Depois que o motor esfriar, verifique de novo o nível no reservatório e complete se necessário.
Nos primeiros dias, acompanhe a temperatura no painel e o nível do reservatório. Uma pequena queda pode ser ar que terminou de sair; queda contínua indica vazamento. Na dúvida, a oficina faz teste de pressão do sistema.
Erros que estragam o radiador e o motor
Estes tropeços aparecem com frequência na oficina quando o assunto é radiador, tanto na manutenção quanto na troca.
- Trocar o radiador sem diagnóstico. Superaquecimento também vem de termostato travado, bomba d'água com problema, ventoinha parada ou tampa ruim. Trocar o radiador sem conferir esses itens pode não resolver.
- Pular a sangria. Encher o sistema e sair rodando sem tirar o ar é um erro comum. Siga o procedimento do manual e confira o nível depois de esfriar.
- Abrir a tampa com o motor quente. É o erro mais perigoso. A tampa só deve ser aberta com o motor frio, mesmo que a pressa seja grande.
- Usar veda-radiador como solução. Produtos de vedação colocados no líquido podem resolver um furo pequeno na emergência, mas também podem entupir os canais finos do radiador e outros pontos do sistema. O reparo correto é solda ou troca.
Manutenção do radiador no dia a dia
O radiador sofre com corrosão por dentro e com sujeira e pancadas por fora. Alguns cuidados simples resolvem as duas frentes.
- Não misture tipos de aditivo. Misturar líquidos de arrefecimento diferentes pode entupir os canais finos do radiador. Na dúvida, troque tudo em vez de completar com outro tipo.
- Use o aditivo certo e troque no prazo. Siga o manual para o tipo de líquido e o prazo de troca. Líquido vencido deixa de proteger o alumínio, e a corrosão começa por dentro do radiador.
- Observe a ventoinha. Em trânsito parado, perceba se a ventoinha liga quando o motor esquenta. Se ela parou de funcionar, o radiador sozinho não dá conta com a moto parada.
- Pare ao primeiro sinal de superaquecimento. Insistir com o motor superaquecido transforma um problema de radiador em problema de motor. Pare, deixe esfriar e investigue a causa.
Serve em outro ano da 390 Duke?
No catálogo, a 390 Duke aparece em 2 gerações, somando 1 versão entre 2015 e 2025. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o radiador de uma 390 Duke 2015–2017, compare o código ou a peça física.
Quanto vale a 390 Duke 2018–2025
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a KTM 390 Duke dos anos 2018–2025 vai de R$ 18.463 (2018) a R$ 31.146 (2025). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2025 | R$ 31.146 |
| 2024 | R$ 29.738 |
| 2023 | R$ 28.873 |
| 2022 | R$ 27.570 |
| 2021 | R$ 26.887 |
| 2020 | R$ 25.925 |
| 2019 | R$ 21.335 |
| 2018 | R$ 18.463 |
Radiador nos outros anos e versões da 390 Duke
| Versão | Anos |
|---|---|
| 390 Duke (esta página) | 2018–2025 |
| 390 Duke | 2015–2017 |
Outras peças da 390 Duke 2018–2025
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
O radiador de outra moto serve na 390 Duke?
Em geral, não sem conferir. O radiador é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.
Veda-radiador funciona?
Pode tapar um furo pequeno numa emergência, mas também pode entupir canais finos do radiador e de outras partes do sistema. É remendo provisório; o reparo correto é solda ou troca.
A ventoinha não liga. O problema é o radiador?
Normalmente não. O radiador é a colmeia; a ventoinha é acionada por um sensor ou interruptor térmico e, em muitos modelos, pela central. Fusível, relé, conector, sensor ou o próprio motor da ventoinha podem estar com defeito.
Qual o prazo de troca do líquido do radiador?
Siga o plano de manutenção do fabricante. Se não sabe quando foi a última troca, faça uma agora, com drenagem completa, o líquido certo e a sangria feita do jeito que o manual manda.
Dá para usar água no lugar do aditivo?
Não é o ideal. O aditivo protege o alumínio do motor e do radiador e eleva o ponto de fervura. Se precisar completar com água, corrija a mistura logo depois.