Mesa superior do garfo da MV Agusta Rivale 800 2015
O que define a mesa superior do garfo certa para a Rivale 800 desses anos, e onde encontrar.
Mesa superior do garfo que serve
Rivale 800 2015
- Moto
- MV Agusta Rivale 800
- Anos
- 2015
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com mesa superior do garfo para a MV Agusta Rivale 800
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Anunciar nesta páginaA mesa superior certa para a Rivale 800 2015
A mesa superior da MV Agusta Rivale 800 2015 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Rivale 800 e os anos 2015), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
O que a mesa superior faz na Rivale 800
Olhando a moto de frente, a mesa superior é aquela peça logo abaixo do guidão, com um furo de cada lado para as bengalas e um furo no meio para a coluna. Pode ser de alumínio fundido, de alumínio forjado ou de aço estampado, conforme o projeto e o porte da moto.
Parece uma peça simples, mas tem medidas precisas: a distância entre as bengalas, o diâmetro dos furos e o avanço em relação à coluna definem parte da geometria da direção. Uma mesa empenada deixa as bengalas trabalhando forçadas e a moto com a frente torta, mesmo quando o resto parece em ordem.
Como a mesa superior trabalha na Rivale 800
Na ficha, a Rivale 800 2015 aparece como uma naked de 798 cc. Na frente, o freio é a disco. Os freios têm ABS.
Com 798 cc e o peso de uma moto maior, a Rivale 800 coloca bastante esforço na mesa superior nas frenagens. Mesas de motos desse porte costumam ser de alumínio forjado ou usinado e exigem torquímetro em todos os parafusos.
A Rivale 800 tem ABS, e o cilindro mestre do freio dianteiro fica no guidão. Ao soltar o guidão para trocar a mesa, ele deve ser mantido em pé e sem forçar as tubulações, para não entrar ar no sistema.
Em moto de uso diário como a Rivale 800, tombos parados e quedas em baixa velocidade são as causas mais comuns de mesa danificada. O guidão torto depois disso merece avaliação, não só realinhamento.
Quando desconfiar da mesa superior
A mesa superior não gasta como pastilha ou corrente. Quando dá problema, quase sempre é depois de uma queda ou de um aperto errado, e os sinais aparecem no alinhamento da frente.
- Corrosão e pintura estufada. Bolhas na pintura e pó branco no alumínio indicam corrosão, comum em motos que ficam ao tempo ou perto do mar. Em estágio leve é estético; em estágio avançado, perto das abraçadeiras, enfraquece a peça.
- Guidão com folga nos pedestais. Se o guidão mexe dentro das abraçadeiras ou os pedestais têm jogo na mesa, a fixação não está segura. Confira primeiro os pedestais e os parafusos; se a folga estiver no furo da mesa, é caso de troca.
- Suporte da chave quebrado. Em muitas motos o contato da ignição fica preso na mesa superior. Uma queda ou uma tentativa de furto pode quebrar as orelhas de fixação, e o contato fica solto ou torto.
- Direção que mudou depois de uma queda. Se a pilotagem ficou diferente depois de uma queda, mesmo leve, não ignore. A mesa superior é uma das peças que absorvem o impacto do guidão batendo no chão.
- Rosca espanada. Parafuso que não firma é sinal de rosca danificada. Em alguns casos, a oficina recupera a rosca com reparo próprio; em outros, principalmente se houver trinca junto, a mesa precisa ser trocada.
Mesa superior: o que olhar na loja
A mesa superior é peça específica do modelo. Duas mesas parecidas podem ter distância entre bengalas, diâmetro dos furos ou avanço diferentes, e qualquer diferença muda a direção.
- Aplicação pelo modelo e ano. Informe modelo, ano e, se possível, número do chassi ou o código da peça original. A mesa pode mudar entre gerações do mesmo modelo, mesmo quando o visual é igual.
- Fixação do guidão. Veja se a mesa aceita os pedestais e o guidão que você já tem. Furos em posição diferente ou para guidão de outro diâmetro obrigam a trocar mais peças.
- Peça usada: só com inspeção. Comprar mesa usada exige cuidado: a peça pode ter sido desempenada ou ter trinca escondida. Procedência conhecida e inspeção feita por mecânico são indispensáveis.
- Furo da coluna e avanço. O avanço da mesa define a distância entre a coluna e as bengalas. Não é detalhe: alterar isso muda a estabilidade e a leveza da direção. Mantenha o valor original.
- Suporte da chave e do painel. Se a sua moto tem o contato da ignição ou o painel preso na mesa, confira se a nova tem as mesmas orelhas e furos. Mesa sem esse suporte deixa o contato sem fixação segura.
O que a oficina faz para trocar a mesa superior
Parece só tirar e pôr uma peça, mas envolve o ajuste da caixa de direção e o alinhamento das bengalas. É assim que um mecânico costuma fazer.
- Apoiar a moto com segurança. O primeiro passo é deixar a moto firme e, de preferência, com a roda dianteira levemente aliviada. Isso facilita o alinhamento das bengalas depois.
- Soltar o guidão e os componentes. Saem guidão, painel e o que estiver fixado na mesa. Tudo é apoiado com atenção, sem pendurar pelo chicote nem pelo flexível do freio.
- Soltar abraçadeiras e porca da coluna. As abraçadeiras da mesa superior nas bengalas são afrouxadas e a porca central da coluna é retirada. A mesa sai puxada para cima, sem forçar.
- Conferir a caixa e as bengalas. Com a mesa fora, aproveita-se para conferir a caixa de direção, o topo das bengalas e a coluna. Em caso de queda, a bengala também pode estar empenada.
- Transferir contato e acessórios. O mecânico transfere a chave, o painel e os suportes. Se a fixação da chave for com parafusos que não saem sem ferramenta especial, pode ser preciso substituí-los.
- Montar e alinhar o garfo. As bengalas precisam ficar na altura indicada e paralelas. Um método comum é deixar tudo solto, comprimir o garfo algumas vezes para ele se acomodar e só então apertar.
- Apertar no torque correto. Porca da coluna e abraçadeiras são apertadas com torquímetro, nos valores e na ordem do manual. Aperto de mais em abraçadeira de alumínio pode deformar a bengala e espanar a rosca.
- Remontar o guidão e testar. O teste final confere giro da direção, folga, funcionamento da chave e do painel, freio dianteiro e alinhamento do guidão com a roda. Só depois a moto sai para rodar.
Depois de rodar um pouco, observe se o guidão ficou reto e se a direção está leve. Qualquer diferença deve voltar à oficina para conferência do alinhamento e do ajuste da caixa.
Erros comuns com a mesa superior
Antes de mexer na mesa ou comprar uma nova, vale conhecer os erros que mais aparecem na oficina.
- Reaproveitar parafusos danificados. Peça nova merece parafuso bom. Reutilizar fixação danificada é uma economia pequena que pode estragar a rosca da mesa recém-instalada.
- Esquecer o ajuste da caixa de direção. Trocar a mesa e não conferir a caixa de direção é erro comum. A porca da coluna e o reaperto mexem no ajuste, que pode ficar frouxo ou apertado demais.
- Ignorar trinca pequena. Trinca fina na mesa não fica estável: com vibração e frenagens, ela cresce. Achou trinca, troque a peça antes de seguir rodando.
- Usar mesa de outro modelo. Adaptar mesa de outra moto, mesmo que encaixe, pode mudar o avanço e a distância entre bengalas. A direção fica diferente e o garfo pode trabalhar forçado.
Cuidados que preservam a mesa superior
A mesa superior dura a vida da moto quando é montada direito e não sofre impacto. Os cuidados giram em torno de aperto correto e atenção depois de quedas.
- Confira o aperto do guidão. Guidão com jogo trabalha batendo. Se sentir qualquer folga, leve para conferir pedestais e parafusos antes que o desgaste chegue à mesa.
- Cuidado ao instalar acessórios. Na hora de pôr acessório no guidão ou na mesa, não improvise com parafusos da própria mesa sem saber o comprimento e o torque. Parafuso longo pode encostar na bengala.
- Proteja da corrosão. Lave a frente com água corrente, seque e, se a mesa for de alumínio exposto, use um protetor próprio de vez em quando. Moto que fica perto do mar sofre mais.
- Não use a mesa como alça. Para manobrar e levantar a moto, use os pontos certos e as duas mãos no guidão de forma equilibrada. Esforço torto sobre a mesa não ajuda a peça.
Quanto vale a Rivale 800 2015
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a MV Agusta Rivale 800 ano 2015 vale R$ 36.292. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
Outras peças da Rivale 800 2015
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
A mesa superior de outra moto serve na Rivale 800?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Rivale 800 2015. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
A mesa superior se desgasta com o uso?
Não é peça de troca periódica. Ela é substituída quando entorta, trinca, perde rosca ou tem o suporte da chave quebrado. Fora isso, pode durar a vida da moto.
Por que o guidão ficou torto depois da queda?
Pode deixar. Mesa empenada desalinha as bengalas e o guidão. Mas guidão girado nos pedestais, bengala torta e roda fora do lugar causam sintomas parecidos. A oficina precisa examinar a frente toda.
Preciso trocar o contato da chave junto com a mesa?
Em geral o contato é transferido para a mesa nova. Em algumas motos ele é preso com parafusos especiais, que precisam ser substituídos. Se o contato foi danificado junto, aí sim é peça à parte.
Guidão torto e mesa torta se trocam juntos?
Depende do estado de cada peça. Numa queda, o guidão costuma entortar primeiro, e às vezes a mesa sai inteira. Mas, se a mesa empenou, é comum o guidão e os pedestais também terem sofrido. A oficina confere cada peça separadamente antes de decidir.