Triumph Speed Triple 1050 2011–2015
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a Speed Triple 1050 fabricada de 2011 a 2015. 6ª geração (quadro novo, faróis angulares).
- Naked
- 1.050 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 12Ah | conferido |
| Vela de ignição | NGK CR8EK | conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 | conferido |
| Pneu traseiro | 190/55ZR17 | conferido |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,2 L na troca com filtro | conferido |
| Filtro de ar | papel seco | conferido |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (x2) | conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 | conferido |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Triumph Speed Triple 1050
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Anunciar nesta páginaPeças da Speed Triple 1050 2011–2015
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a Speed Triple 1050 2011–2015
A Triumph Speed Triple 1050 nos anos-modelo de 2011 a 2015 é uma naked de 1.050 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. No catálogo, a Speed Triple 1050 tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 6ª geração (quadro novo, faróis angulares).
Pela FIPE (outubro de 2026), uma Speed Triple 1050 desta geração custa entre R$ 31.733 e R$ 37.311, conforme o ano.
Como ler a ficha técnica da Speed Triple 1050
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Triumph Speed Triple 1050 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a Speed Triple 1050 tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
- Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que dobram menos as pernas.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
- Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
- Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.
- Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar preguiçosa. Some o seu peso para ter a conta real.
Como a Speed Triple 1050 se comporta no uso
No uso real, a naked é a mistura de esportividade e conforto. A posição de pilotagem não carrega os punhos como numa esportiva, o motor de 1.050 cc tem força em toda a faixa e a ciclística responde bem em curva. Na cidade, a agilidade e a boa visão ajudam no trânsito.
Ela sofre em viagem longa, pela falta de proteção aerodinâmica, e em estrada esburacada, pela suspensão de acerto firme. O garupa viaja menos confortável que o piloto, e a autonomia, em motos de motor forte, nem sempre é grande. Para passeios de fim de semana e uso diário com prazer ao pilotar, é uma escolha equilibrada.
Bateria, pneus, vela e óleo da Speed Triple 1050 2011–2015
Na hora de comprar peça para a Speed Triple 1050 desses anos, estas são as referências da ficha:
- Bateria: 12V 12Ah
- Vela de ignição: NGK CR8EK
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 190/55ZR17
- Óleo do motor: SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,2 L na troca com filtro
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (x2)
- Fluido de freio: DOT 4
Plano de manutenção da Speed Triple 1050, sistema por sistema
Manter a Speed Triple 1050 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
- Filtro de óleo. O filtro segura as partículas que o óleo recolhe dentro do motor. Quando satura, ou deixa passar sujeira ou abre uma válvula que faz o óleo circular sem filtragem. Troque junto com o óleo, conforme o intervalo do manual, que às vezes pede o filtro a cada duas trocas. Use a peça com a medida certa e confira o anel de vedação ao apertar.
- Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
- Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria completa, sem deixar ar no sistema.
- Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
- Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
A Speed Triple 1050 2011–2015 ano a ano
Valor de cada ano da Speed Triple 1050 2011–2015 na FIPE. O link leva à página do ano:
- Speed Triple 1050 2015: R$ 37.311
- Speed Triple 1050 2014: R$ 36.204
- Speed Triple 1050 2013: R$ 32.813
- Speed Triple 1050 2012: R$ 31.733
O ano mais antigo da geração vale 15% menos que o mais novo na tabela.
Diferenças para as outras gerações
Em relação à geração anterior, Speed Triple 1050 2006–2010, mudou:
- ABS: não → sim
- Pneu traseiro: 180/55ZR17 → 190/55ZR17
- Óleo: SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA → SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,2 L na troca com filtro
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
Sinais que a Triumph Speed Triple 1050 dá antes de um problema
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Speed Triple 1050 2011–2015 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando para um lado: tudo isso tem causa e solução.
- Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura com excesso de combustível.
- Luz de injeção no painel. Painel com a luz da injeção acesa não é para ignorar. A causa pode ser simples, como um conector solto, ou séria, como sensor danificado que muda a mistura e esquenta o motor. Evite apagar a luz desligando a bateria: a falha some da memória e o diagnóstico fica mais difícil. Leve para leitura com equipamento.
- Corrente: barulho e folga. Preste atenção a ruídos vindos da traseira: estalos ritmados, batidas e chiado contínuo quase sempre são da corrente. Uma folga fora do especificado dá trancos na troca de marcha e pode fazer a corrente sair da coroa. Ajuste e lubrifique conforme o manual e troque o kit inteiro quando estiver gasto.
Acessórios para a Speed Triple 1050 2011–2015: o que ajuda de verdade
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Speed Triple 1050 2011–2015, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Antena corta-pipa. Em muitas cidades, linha de pipa com cerol é perigo real para quem anda de moto. A antena corta-pipa, instalada no guidão, intercepta a linha antes do corpo do piloto. Escolha uma com lâmina na ponta e altura acima do capacete e confira a fixação de tempos em tempos, porque a vibração afrouxa.
- Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e a suspensão dianteira.
- Alforjes e sacolas laterais. Para viajar com a moto, bagagem nas laterais é melhor que mochila nas costas. Alforjes e malas laterais mantêm o centro de gravidade baixo e deixam o garupa mais confortável. Respeite a carga máxima, use suportes próprios e verifique se nada encosta no escapamento quente ou nos raios.
- Bolha ou para-brisa. Uma bolha mais alta ou um para-brisa desvia o vento do peito e do capacete. Na estrada, você cansa menos, ouve menos ruído e enfrenta melhor a chuva e o frio. Na cidade, o ganho é menor. Escolha a altura certa para você: bolha baixa demais joga turbulência no capacete; alta demais atrapalha a visão na chuva.
Perguntas frequentes
Qual a bateria da Speed Triple 1050 2011–2015?
A bateria indicada é 12V 12Ah.
Quanto custa uma Speed Triple 1050 2011–2015?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 37.311, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual óleo vai na Speed Triple 1050 2011–2015?
A referência é SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,2 L na troca com filtro. O intervalo de troca está no manual.
Torque em baixa rotação é melhor?
Torque que aparece em rotação baixa deixa a moto mais fácil no trânsito e na estrada: ela sai bem do lugar, aceita marcha alta em velocidade menor e sobe ladeira sem reduzir tanto. Motor com torque só em giro alto é mais esportivo e pede mais trocas de marcha e mais mão no acelerador.
Quanto peso a Speed Triple 1050 pode levar?
O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.
Pneu sem câmara furado tem conserto?
Pneu sem câmara furado na banda costuma ter conserto com reparo por dentro ou, na emergência, com macarrão até a borracharia. Furo na lateral ou corte grande pede troca. Colocar câmara num pneu sem câmara não é a solução recomendada: aquece, pode estourar e esconde o problema. O melhor é reparar direito ou trocar.
Ficha técnica
| Cilindrada | 1.050 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da Speed Triple 1050 por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Speed Triple 1050 2015 | R$ 37.311 |
| Speed Triple 1050 2014 | R$ 36.204 |
| Speed Triple 1050 2013 | R$ 32.813 |
| Speed Triple 1050 2012 | R$ 31.733 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 826028-1. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da Speed Triple 1050
- 2011–2015
- 2006–2010