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Yamaha XJ6 N SP 2015

Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XJ6 N SP usada.

  • Naked
  • 600 cc
  • Gasolina
Yamaha XJ6 N SP 2015
Imagem ilustrativa.

FIPE 2015

R$ 41.380

Moto
Yamaha XJ6 N SP
Ano-modelo
2015
Geração
2015–2016
Calibragem
carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–195 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827091-0. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a XJ6 N SP 2015

A XJ6 N SP 2015, da Yamaha, é uma naked de 600 cc. O ano-modelo 2015 faz parte da geração vendida de 2015 a 2016. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a XJ6 N SP depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Em números, o peso, 205 kg (sem ABS) / 210 kg (com ABS), em ordem de marcha (massa em vazio); o tanque leva 17,3 litros (reserva de 3,2 L); o banco fica a 785 mm do chão.

Quanto vale a XJ6 N SP 2015

O preço médio da XJ6 N SP 2015 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 41.380. A XJ6 N SP 2016 está em R$ 44.789. Comparada com a 2016 (R$ 44.789), a moto de 2015 custa 8% a menos: em média, perdeu 7,6% de valor a cada ano.

Entre as 34 motos naked ano 2015 com preço na FIPE, 25 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A XJ6 N SP e o jeito naked de andar

Tire a carenagem de uma esportiva, levante o guidão e ajuste o motor para ter força em rotações mais baixas: o resultado se parece muito com uma naked. Ela atende tanto quem está subindo de cilindrada quanto quem já tem experiência e quer uma moto versátil para cidade, estrada e passeios de fim de semana.

No mercado de usadas há opções de todos os tamanhos. Pneus, kit de transmissão, freios e o histórico de revisões contam mais que a aparência, e peças de acabamento quebradas ou trocadas de um lado só costumam denunciar tombos.

Outras versões da XJ6 em 2015

Em 2015, a família XJ6 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • XJ6 F 2015 (R$ 37.450): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • XJ6 N 2015 (R$ 41.366): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XJ6 N SP 2015

Para a manutenção da XJ6 N SP 2015, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

O que conferir antes de comprar uma XJ6 N SP 2015 usada

Uma moto 2015 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Pista, quedas e alterações. Moto potente desperta vontade de mexer, e muitas passam por escapamento esportivo, remapeamento, filtro de alto fluxo e outras mudanças. Algumas são bem feitas; outras deixam a moto irregular ou instável. Pergunte o que foi alterado, quem fez e se as peças originais acompanham a venda. Bordas dos pneus e sliders também mostram como ela foi pilotada.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.

Cuidados que acompanham uma moto 2015

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 11 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não arriscar o motor.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 11 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.

Alternativas à XJ6 N SP 2015

Para comparar: motos naked 2015 com valor FIPE perto do da XJ6 N SP.

Todos os anos da XJ6 N SP

A XJ6 N SP foi vendida em 2 anos-modelo, de 2015 a 2016. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2016 · R$ 44.789
  • 2015 · R$ 41.380

Ficha técnica da XJ6 N SP 2015

Medidas e especificações
Cilindrada600 cc
CombustívelGasolina
Peso205 kg (sem ABS) / 210 kg (com ABS), em ordem de marcha (massa em vazio) conferido
Tanque17,3 litros (reserva de 3,2 L) conferido
Altura do banco785 mm conferido
Calibragem dos pneuscarga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–195 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi conferido
Vela de igniçãoNGK CR9EK
Pneu dianteiro120/70ZR17 M/C (58W)
Pneu traseiro160/60ZR17 M/C (69W)
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XJ6 N SP 2015

As peças desta moto são as da geração 2015–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XJ6 N SP 2015?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XJ6 N SP 2015 vale R$ 41.380 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a XJ6 N SP 2015?

Dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) e traseiro 160/60ZR17 M/C (69W).

Qual a calibragem do pneu da XJ6 N SP 2015?

Com os pneus frios: carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–195 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantas cilindradas tem a XJ6 N SP 2015?

A XJ6 N SP 2015 tem 600 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a capacidade do tanque da XJ6 N SP 2015?

O tanque da XJ6 N SP 2015 leva 17,3 litros (reserva de 3,2 L).

Quanto pesa a XJ6 N SP 2015?

O peso informado pelo fabricante é 205 kg (sem ABS) / 210 kg (com ABS), em ordem de marcha (massa em vazio).

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.