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Yamaha XJ6 N SP 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XJ6 N SP usada.

  • Naked
  • 600 cc
  • Gasolina
Yamaha XJ6 N SP 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 44.789

Moto
Yamaha XJ6 N SP
Ano-modelo
2016
Geração
2015–2016
Calibragem
carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–195 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827091-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XJ6 N SP

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A Yamaha XJ6 N SP 2016 em resumo

Do ano-modelo 2016, a Yamaha XJ6 N SP é uma naked de 600 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2015 a 2016. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, o peso, 205 kg (sem ABS) / 210 kg (com ABS), em ordem de marcha (massa em vazio); o tanque leva 17,3 litros (reserva de 3,2 L); o banco fica a 785 mm do chão.

A XJ6 N SP 2016 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XJ6 N SP 2016 vale R$ 44.789. A do ano 2015 sai por R$ 41.380 (+8,2% de diferença).

Entre as 40 motos naked ano 2016 com preço na FIPE, 34 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A XJ6 N SP e o jeito naked de andar

A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.

Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.

As versões da XJ6 em 2016

Em 2016, a família XJ6 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • XJ6 F 2016 (R$ 38.541): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • XJ6 N 2016 (R$ 43.021): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Peças e medidas da XJ6 N SP 2016

Estas são as medidas que mais se procura para a XJ6 N SP 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Yamaha XJ6 N SP 2016 usada: o que olhar

Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.

Cuidados que acompanham uma moto 2016

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 10 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.

Documentos e negociação da XJ6 N SP 2016

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Motos parecidas com a XJ6 N SP 2016

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à XJ6 N SP:

A XJ6 N SP em outros anos

A XJ6 N SP foi vendida em 2 anos-modelo, de 2015 a 2016. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2016 · R$ 44.789
  • 2015 · R$ 41.380

Ficha técnica da XJ6 N SP 2016

Medidas e especificações
Cilindrada600 cc
CombustívelGasolina
Peso205 kg (sem ABS) / 210 kg (com ABS), em ordem de marcha (massa em vazio) conferido
Tanque17,3 litros (reserva de 3,2 L) conferido
Altura do banco785 mm conferido
Calibragem dos pneuscarga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–195 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi conferido
Vela de igniçãoNGK CR9EK
Pneu dianteiro120/70ZR17 M/C (58W)
Pneu traseiro160/60ZR17 M/C (69W)
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XJ6 N SP 2016

As peças desta moto são as da geração 2015–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XJ6 N SP 2016?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XJ6 N SP 2016 vale R$ 44.789 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quanto pesa a XJ6 N SP 2016?

O peso informado pelo fabricante é 205 kg (sem ABS) / 210 kg (com ABS), em ordem de marcha (massa em vazio).

Quantos litros cabem no tanque da XJ6 N SP 2016?

O tanque da XJ6 N SP 2016 leva 17,3 litros (reserva de 3,2 L).

Qual a cilindrada da XJ6 N SP 2016?

A XJ6 N SP 2016 tem 600 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a calibragem do pneu da XJ6 N SP 2016?

Com os pneus frios: carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–195 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual pneu usa a XJ6 N SP 2016?

Dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) e traseiro 160/60ZR17 M/C (69W).

Moto com 10 anos é isenta de IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.