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Honda CR 125R 1991–2006

Ficha técnica, preço FIPE e as 62 peças com página própria para a CR 125R fabricada de 1991 a 2006.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Honda CR 125R
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Óleo do motor óleo 2T JASO FC/FD, mistura no combustível referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda CR 125R

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Peças da CR 125R 1991–2006

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Honda CR 125R 1991–2006

Esta é a ficha da Honda CR 125R vendida nos anos-modelo de 1991 a 2006: uma off-road de 124 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 3.663 (1991) a R$ 14.436 (2006).

O que cada número da ficha da Honda CR 125R 1991–2006 quer dizer

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Entender a ficha da Honda CR 125R ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força que ele tem.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que dobram menos as pernas.
  • Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
  • Motor dois tempos. O motor dois tempos produz uma explosão a cada volta, não a cada duas, por isso é leve e tem muita disposição para o tamanho. Ele não tem óleo no cárter como o quatro tempos: o lubrificante vai misturado ao combustível ou num reservatório próprio. Costuma soltar fumaça, gostar de giro alto e pedir revisões de cilindro e pistão mais cedo.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a CR 125R tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da CR 125R, e isso muda o que levar na viagem.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.

Como a CR 125R se comporta no uso

A off-road vive na terra. Leve, alta e com suspensão de curso muito longo, a CR 125R sobe barranco, atravessa erosão e passa em lama onde outras motos atolam. O motor responde rápido, e o pneu de cravo agarra no chão solto. Em trilha, é pura diversão e controle.

Fora desse terreno, ela sofre. No asfalto, o pneu de cravo vibra e escorrega na curva molhada, o banco estreito cansa e o tanque pequeno limita o alcance. Garupa, quando permitido, é desconfortável. Na estrada, falta proteção e sobra giro. Não é moto de entrega nem de deslocamento diário: é ferramenta de lazer e esporte, com manutenção frequente.

Peças de troca: as medidas da CR 125R

As medidas que a CR 125R 1991–2006 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

O que revisar na Honda CR 125R 1991–2006 e quando pensar em cada item

Manter a CR 125R em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Câmara de ar. Em rodas com câmara, a pressão baixa é ainda mais perigosa: o pneu gira no aro, arranca o bico da câmara e o esvaziamento é imediato. Calibre com frequência e, na troca de pneu, considere trocar a câmara junto. Confira se a fita de proteção do aro está inteira, para os raios não cortarem a borracha.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção ajuda bastante.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria completa, sem deixar ar no sistema.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.

A CR 125R 1991–2006 ano a ano

Valor de cada ano da CR 125R 1991–2006 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 75%.

Checagem rápida e avisos da CR 125R: o que observar

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda CR 125R. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Ruídos do motor. Você conhece o som da sua moto, e qualquer mudança merece atenção. Chiado metálico no alto do motor pode ser folga de válvulas ou corrente de comando; batida grave que aumenta com o giro é mais séria; estalos no escapamento indicam vazamento ou mistura errada. Não acostume o ouvido: um barulho novo é um aviso.
  • Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
  • Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar uma lâmpada apagada do mesmo lado.

Acessórios que fazem sentido na CR 125R

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a CR 125R 1991–2006, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
  • Tomada USB. Carregar o celular rodando é prático, mas a tomada precisa de instalação bem feita: fusível, fio na bitola certa e ligação pós-chave. Tomada sem tampa junta água e oxida; ligação direta na bateria pode drená-la. Uma instalação limpa evita panes elétricas difíceis de achar depois.
  • Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo sem marca aparente.
  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.

Perguntas frequentes

Qual o valor da CR 125R 1991–2006 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 14.436, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Que bateria usa a CR 125R 1991–2006?

A bateria indicada é sem bateria.

Que óleo de motor usar na CR 125R 1991–2006?

A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura no combustível. O intervalo de troca está no manual.

Por que a moto rende menos que a potência anunciada?

A potência da ficha é medida no motor, sem as perdas da transmissão. Na roda, depois de câmbio, corrente ou correia e pneu, o número é sempre menor. Por isso um teste em dinamômetro mostra menos cv que o catálogo, e isso é normal. Para comparar motos, use sempre o mesmo critério.

A ficha da CR 125R muda entre 1991–2006?

O período 1991–2006 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Posso usar pneu de medida diferente na CR 125R?

Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.

Ficha técnica

Características
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
MotorDois tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da CR 125R por ano

Ano-modeloPreço médio
CR 125R 2006R$ 14.436
CR 125R 2004R$ 14.003
CR 125R 2003R$ 13.623
CR 125R 2002R$ 12.768
CR 125R 2001R$ 10.923
CR 125R 2000R$ 9.392
CR 125R 1999R$ 7.802
CR 125R 1998R$ 7.323
CR 125R 1997R$ 6.921
CR 125R 1996R$ 6.162
CR 125R 1995R$ 5.211
CR 125R 1994R$ 4.780
CR 125R 1991R$ 3.663

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811053-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.