Buchas da balança da Honda CR 125R 1991–2006
O que define a buchas da balança certa para a CR 125R desses anos, e onde encontrar.
Buchas da balança que serve
CR 125R 1991–2006
- Moto
- Honda CR 125R
- Anos
- 1991 a 2006
- Suspensão traseira
- Monoamortecida
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com buchas da balança para a Honda CR 125R
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Anunciar nesta páginaAs buchas da balança certas para a CR 125R 1991–2006
Não há uma "medida" que resolva as buchas da balança: elas são desenhadas para a CR 125R. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a CR 125R e os anos 1991–2006), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
O trabalho das buchas da balança na CR 125R
A balança é o braço que segura a roda traseira e sobe e desce com a suspensão. Na frente, ela se articula no quadro por meio de um eixo, e entre o eixo e a balança ficam as buchas. São elas que deixam a balança girar com suavidade, sem folga para os lados e sem atrito excessivo.
Conforme o projeto, a articulação usa buchas metálicas, buchas de material sintético, buchas de borracha com metal ou rolamentos de agulha com uma bucha interna. Seja qual for o tipo, a função é manter a roda traseira alinhada com o quadro. Quando as buchas gastam, a traseira ganha folga e a moto perde estabilidade.
Como as buchas da balança trabalham na CR 125R
Para entender as buchas da balança desta moto, vale olhar a ficha: a CR 125R é uma off-road de 124 cc. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida). A CR 125R usa rodas raiadas, com aro e raios.
Na CR 125R, o amortecedor central costuma trabalhar com uma articulação que também tem buchas ou rolamentos. Ao trocar as buchas da balança, aproveite para examinar e lubrificar essa articulação.
Na CR 125R, trilhas e lavagens frequentes encurtam a vida das buchas e rolamentos da balança. Conferir a folga depois de passeios pesados evita que o desgaste chegue ao alojamento da balança.
Quando desconfiar das buchas da balança
Alguns sintomas de bucha gasta se parecem com rolamento de roda ruim ou amortecedor cansado. Por isso, o diagnóstico precisa ser feito com a moto suspensa.
- Barulho em buracos. Se a traseira range ao subir e descer, a articulação pode estar seca. Barulho de atrito é sinal de que a bucha está gastando mais rápido.
- Retentores ou guarda-pós danificados. Vedação rasgada na articulação deixa entrar água e sujeira. Marcas de ferrugem ou graxa escura escorrendo perto do eixo da balança indicam que as buchas estão sofrendo.
- Folga lateral na balança. Com a moto apoiada e a roda traseira fora do chão, segure a balança perto do eixo da roda e force para os lados. Se ela se desloca e você sente um "clique" na articulação, há folga nas buchas.
- Balança dura ou presa. Se, com o amortecedor solto, a balança não sobe e desce com facilidade, a articulação está presa. É comum em motos lavadas com jato e sem lubrificação na articulação.
- Pneu traseiro com desgaste irregular. A roda que trabalha desalinhada gasta o pneu de forma irregular. Se o pneu traseiro gasta mais de um lado sem motivo aparente, a balança e as buchas entram na lista de suspeitos.
Buchas da balança: o que olhar na loja
A troca exige desmontar a traseira, então vale comprar certo de primeira. Estes são os pontos que um bom balconista confere.
- Material e procedência. Olhe a superfície interna e externa: deve ser lisa e com medida uniforme. Bucha ovalizada ou com rebarba já começa com folga ou atrito.
- Compare com as peças antigas. Peça velha na mão tira a dúvida. Compare medidas e formato, incluindo ressaltos e chanfros. Detalhes pequenos fazem diferença no encaixe.
- Aplicação exata. Compre pela aplicação: a embalagem precisa citar a sua moto e os anos dela. Bucha "parecida" de outro modelo pode ter milímetros de diferença que viram folga.
- Estado do eixo da balança. O eixo pode estar riscado, enferrujado ou até empenado, sobretudo se estava preso. Eixo ruim estraga bucha nova. Muitas vezes vale trocar o eixo junto.
Troca das buchas da balança passo a passo
Não é troca para fazer sem ferramentas e experiência: a balança segura a roda traseira e afeta a estabilidade. Esta é a sequência geral do serviço.
- Apoiar a moto pelo quadro. Primeiro, a moto é estabilizada com apoio no quadro, sem depender da balança. Isso evita que ela tombe quando a traseira for desmontada.
- Retirar roda e transmissão. Sai a roda traseira e a corrente é solta ou aberta, conforme o caso. Freio traseiro, sensor e chicotes presos na balança são afastados sem forçar.
- Soltar amortecedores e componentes. Os amortecedores ou a articulação da suspensão são desligados da balança. Em alguns modelos, é preciso tirar escapamento ou pedaleiras para liberar o eixo.
- Retirar o eixo da balança. Solta a porca, o eixo sai empurrado com calma. Se estiver preso por corrosão, o mecânico usa desengripante e ferramenta adequada, sem bater na rosca.
- Extrair as buchas velhas. As buchas antigas saem prensadas. O mecânico confere os alojamentos da balança, que precisam estar sem ovalização para a bucha nova ficar firme.
- Instalar as buchas novas. As buchas novas entram com prensa ou ferramenta própria, retas e na profundidade correta. Bucha torta trabalha forçada e gasta rápido.
- Lubrificar e montar. Buchas, espaçadores e eixo recebem graxa adequada, conforme o manual. Retentores e arruelas voltam no lugar, e a balança é posicionada no quadro.
- Apertar no torque e remontar. Com o eixo no torque, confere-se o movimento da balança antes de montar o resto. Só então entram amortecedores, roda, freio e corrente.
- Ajustar a corrente e testar. A corrente é ajustada e a roda alinhada pelas marcas da balança, conferindo também o freio traseiro. Uma volta de teste confirma a estabilidade e a ausência de barulhos.
A troca das buchas é boa ocasião para revisar a articulação da suspensão, os rolamentos da roda e o kit de relação. Uma traseira revisada por inteiro dura mais e dá menos retorno à oficina.
O que não fazer com as buchas da balança
Antes de trocar as buchas, vale conhecer os tropeços que mais aparecem na oficina e no balcão.
- Apertar o eixo fora do torque. Aperto demais pode prender a balança; aperto de menos deixa o eixo trabalhar e criar folga. O torque certo está no manual e deve ser feito com torquímetro.
- Confundir com rolamento da roda. Folga na roda traseira também vem dos rolamentos da roda ou do eixo frouxo. Se o teste for feito segurando a roda, não a balança, o diagnóstico pode sair errado.
- Montar a seco. Buchas e eixo montados sem graxa ressecam, rangem e enferrujam. A lubrificação correta também protege o eixo de engripar na próxima desmontagem.
Cuidados que aumentam a vida das buchas da balança
As buchas da balança duram bastante quando têm graxa e não sofrem com água e sobrecarga. Alguns cuidados simples fazem diferença.
- Mantenha a corrente bem ajustada. Folga de corrente errada não castiga só a relação. Corrente muito apertada sobrecarrega a articulação da balança e os rolamentos da roda.
- Peça o teste de folga nas revisões. Na revisão, peça para testar a folga lateral da balança com a roda suspensa. É rápido e pega o desgaste antes de afetar a relação e o pneu.
- Respeite a carga máxima. Garupa e bagagem pesadas o tempo todo aceleram o desgaste das buchas. Respeite o limite de carga e ajuste a suspensão para o peso.
A CR 125R na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CR 125R dos anos 1991–2006 vai de R$ 3.663 (1991) a R$ 14.436 (2006). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2006 | R$ 14.436 |
| 2004 | R$ 14.003 |
| 2003 | R$ 13.623 |
| 2002 | R$ 12.768 |
| 2001 | R$ 10.923 |
| 2000 | R$ 9.392 |
| 1999 | R$ 7.802 |
| 1998 | R$ 7.323 |
Outras peças da CR 125R 1991–2006
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
As buchas da balança de outra moto servem na CR 125R?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a CR 125R 1991–2006. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Dá para trocar as buchas da balança em casa?
Não é recomendado sem experiência e ferramentas. A troca exige apoiar a moto pelo quadro, tirar a balança, extrair e prensar buchas e montar com torque. É serviço de oficina.
Kit de relação gastando rápido pode ser a balança?
Pode. Com folga, a roda traseira se desalinha do pinhão, e a corrente trabalha torta. Coroa e pinhão gastam de um lado e o kit dura menos. Ao trocar o kit, vale testar a articulação da balança.
A folga na traseira é bucha ou rolamento?
Com a roda suspensa, segure a balança perto do eixo da roda e force para os lados: se houver jogo na articulação, são as buchas. Depois, segure a roda pelo pneu, em cima e embaixo: folga aí indica rolamento da roda. A oficina confirma com a moto desmontada.
Vale trocar bucha por rolamento na balança?
Não há resposta única. A moto foi projetada com um tipo, e seguir o original é sempre seguro. Kits de conversão existem para alguns modelos, mas o que mais pesa é montagem e manutenção.