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Tanque de combustível da Honda CR 250R 1991

O que define a tanque de combustível certa para a CR 250R desses anos, e onde encontrar.

Tanque de combustível que serve

CR 250R 1991

Moto
Honda CR 250R
Anos
1991
Cilindrada
249 cc
Alimentação
Carburador

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com tanque de combustível para a Honda CR 250R

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O tanque de combustível certo para a CR 250R 1991

Para o tanque de combustível, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a CR 250R e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (1991), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a CR 250R 1991; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Para que serve o tanque de combustível da CR 250R

O tanque guarda o combustível e é o ponto de partida de toda a alimentação do motor. Parece uma peça passiva, mas não é só uma caixa: ele tem o bocal com a tampa, as saídas para o carburador ou para a bomba de combustível, o respiro que deixa o ar entrar conforme o combustível sai e, em muitas motos, o sensor que mostra o nível no painel.

Na maioria das motos de rua o tanque é de chapa de aço estampada e soldada, pintado por fora. Em vários modelos de trilha e em muitas scooters ele é de plástico especial. Em qualquer caso, a limpeza interna do tanque influi direto na saúde do resto da alimentação.

O tanque de combustível na CR 250R: o que a ficha diz

Na ficha, a CR 250R 1991 aparece como uma off-road de 249 cc. A alimentação é por carburador. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação. A CR 250R pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico.

Muitas motos de trilha usam tanque de plástico, que resiste melhor a tombos e não enferruja, mas pode trincar e ressecar. Depois de quedas, confira fixações e cantos. Tanques maiores de reposição existem para alguns modelos, sempre com aplicação específica.

Na CR 250R, com carburador, o combustível desce do tanque por gravidade, passando pela torneira, que costuma ter uma tela de filtragem e a posição de reserva. Ferrugem no tanque entope essa tela e as passagens do carburador, por isso tanque e carburador devem ser cuidados juntos.

No motor dois tempos, o óleo é queimado junto com a gasolina. Conforme a moto, ele vai misturado no próprio tanque ou fica num reservatório separado, com bomba de óleo. Nunca confunda os dois bocais e siga a orientação do manual sobre mistura.

Como saber se o tanque de combustível precisa de reparo ou troca

Problema no tanque nem sempre aparece por fora. Muitas vezes o primeiro aviso vem do resto da alimentação, que começa a entupir com a sujeira que sai dele.

  • Fixação da tampa danificada. Roscas espanadas onde a tampa é parafusada, rosca do bocal danificada ou região da flange deformada impedem a vedação correta. Às vezes dá para recuperar; em outros casos, a troca do tanque é o caminho.
  • Borra ou cor estranha no combustível. Combustível drenado com cor escura, partículas, gotas de água no fundo ou uma borra gelatinosa mostra contaminação. Pode ser combustível velho, água ou ferrugem, e em qualquer caso o tanque precisa ser limpo.
  • Cheiro forte de gasolina. Um leve cheiro logo depois de abastecer é normal. Cheiro forte e constante, principalmente com a moto parada na garagem, indica vazamento no tanque, na tampa, nas mangueiras ou nas conexões.
  • Pintura com bolhas. Pintura levantando em pequenas bolhas é sinal de corrosão por baixo da tinta. Em tanque de aço, isso é mais do que estética: a ferrugem continua trabalhando.

Como escolher o tanque certo para a CR 250R

Antes de comprar o tanque, decida entre original, reposição ou usado, e leve os dados da moto. Estes são os pontos que valem conferir.

  • Procedência e nota. Exija nota, tanto do novo quanto do usado. No caso de peça usada, prefira desmanches regularizados, que identificam a origem da peça.
  • Modelo, ano e chassi. Informe modelo, versão e ano exatos e, se possível, o número do chassi. O tanque pode mudar entre gerações por causa de capacidade, sistema de alimentação, sensor de nível ou fixações, mesmo quando a moto parece igual.
  • Pintura e cor. Pergunte como o tanque vem: pintado, com fundo ou cru. Acertar a cor da moto exige o código da tinta e um bom pintor. Adesivos e emblemas costumam ser vendidos à parte.
  • Original, reposição ou usado. São três caminhos. Original: encaixe garantido. Reposição: compare acabamento, espessura de chapa e fixações. Usado: só depois de olhar por dentro com lanterna e confirmar que não há ferrugem nem reparo escondido.

Como é feita a troca do tanque da CR 250R

A troca do tanque envolve esvaziar combustível, soltar conexões e transferir peças como tampa, torneira ou bomba. Gasolina é inflamável e os vapores se espalham, então o serviço exige local ventilado e cuidado. Em moto injetada, por causa da linha pressurizada, o recomendado é a oficina.

  1. Preparar o local. Local arejado, longe de chama, cigarro, aquecedor e qualquer fonte de faísca, com extintor por perto. Motor frio. Separe um galão próprio para combustível, nunca garrafa PET ou balde aberto.
  2. Esvaziar o tanque. Quanto menos combustível, melhor. Use o caminho indicado no manual para drenar e guarde o combustível no galão. Nunca use a boca para puxar gasolina por mangueira.
  3. Desligar a bateria e abrir o acesso. Bateria desligada pelo negativo, para não haver faísca em conectores. Em seguida, remova o que estiver no caminho: banco, tampas e, em algumas motos, carenagens ou o próprio banco do garupa.
  4. Soltar mangueiras e conectores. Com a torneira fechada ou a linha despressurizada, solte a mangueira de combustível, o conector elétrico da bomba ou do sensor de nível e as mangueiras de respiro e dreno. Fotografe antes, para montar igual.
  5. Retirar o tanque. Com as fixações soltas, o tanque sai para cima ou para trás, conforme a moto. Levante devagar, olhando por baixo, e coloque sobre um pano grosso ou espuma para proteger a pintura.
  6. Transferir as peças. Na transferência, troque as juntas e anéis de vedação, mesmo que os antigos pareçam bons. Antes de montar a bomba ou a torneira, olhe o interior do tanque novo com lanterna: não pode haver resíduo de fabricação ou de estoque.
  7. Montar e conferir as mangueiras. Na montagem, siga as fotos. Cada mangueira no seu lugar, sem dobra e sem ficar presa entre o tanque e o quadro. Conectores travados e abraçadeiras firmes.
  8. Abastecer pouco e testar. Antes de encher, um teste com pouco combustível mostra se há vazamento. Sem cheiro e sem umidade, ligue a moto, observe por alguns minutos e confira se o marcador de combustível responde.

Depois da troca, rode alguns dias atento ao cheiro e à umidade por baixo do tanque. Vedação mal assentada às vezes só aparece com o tanque cheio. Guarde a nota da peça e do serviço.

Erros que estragam o tanque ou colocam você em risco

Antes de mexer no tanque ou comprar um usado, conheça os tropeços mais comuns e os mais perigosos.

  • Montar com mangueira dobrada. É um erro comum na montagem: o tanque desce e prende uma mangueira. A moto pega, anda um pouco e começa a falhar por vácuo ou falta de combustível.
  • Tratar ferrugem com receita caseira. Limpar a ferrugem é só metade do serviço: o tanque precisa ser neutralizado, seco e protegido. Receita improvisada costuma acabar com revestimento soltando dentro do tanque.
  • Soldar ou esquentar o tanque. Nunca leve calor ou faísca a um tanque de combustível, nem vazio. O vapor que fica lá dentro explode. Esse tipo de reparo é para especialista, e muitas vezes a troca é a escolha mais segura.

Cuidados que protegem o tanque de combustível

Não dá para evitar todo desgaste, mas dá para evitar ferrugem e boa parte dos danos na pintura. Veja como.

  • Proteja a pintura. O tanque é a parte da moto que mais encosta no piloto. Protetor de tanque, cuidado com zíperes e base macia na bolsa de tanque preservam a pintura e evitam a ferrugem que começa num risco profundo.
  • Cuidado com a moto parada. O tanque de aço sofre mais com a moto encostada: o ar úmido lá dentro condensa e a ferrugem começa. Quem usa pouco a moto deve rodar de vez em quando e não deixar combustível velho no tanque por meses.
  • Confira as borrachas de fixação. Na revisão, peça para olhar as borrachas e os parafusos do tanque. Tanque com folga vibra, faz barulho e sofre nas soldas.

A CR 250 ao longo dos anos

A família CR 250 reúne 1 versão e 5 gerações no catálogo, de 1991 a 2004. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o tanque de combustível de uma CR 250R 2002–2004, CR 250R 2000–2001, CR 250R 1997–1999, compare o código ou a peça física.

Valor da CR 250R e custo do reparo

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), a CR 250R vale R$ 4.176. É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

Tanque de combustível nos outros anos e versões da CR 250

VersãoAnos
CR 250R 2002–2004
CR 250R 2000–2001
CR 250R 1997–1999
CR 250R 1992–1996
CR 250R (esta página) 1991

Outras peças da CR 250R 1991

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda CR 250R 1991

Perguntas frequentes

O tanque de combustível de outra moto serve na CR 250R?

Em geral, não sem conferir. O tanque de combustível é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Tanque amassado é perigoso?

Amassado pequeno e raso costuma ser só estético e pode ser corrigido na funilaria. Amassado fundo, com vinco ou perto das soldas, merece avaliação, porque a chapa pode ter enfraquecido ou trincado. Qualquer sinal de vazamento muda a história: aí é reparo profissional ou troca.

O que olhar num tanque de desmanche?

Olhe por dentro com lanterna: sem ferrugem, sem descamação, sem revestimento solto. Por fora, procure soldas refeitas, furos tapados, amassados com massa e umidade nos cantos. Confira as fixações, a rosca da tampa e a saída da torneira ou da bomba. E compre com nota.

Tanque de outro ano serve na minha moto?

Só se a aplicação for confirmada. O tanque pode mudar entre anos e versões por causa de capacidade, fixação, bocal, sensor de nível e sistema de alimentação. Compare com o catálogo e com o tanque antigo antes de comprar.

Como guardar a moto sem enferrujar o tanque?

Não há uma resposta única. Muitos mecânicos preferem o tanque cheio para reduzir a umidade no tanque de aço, mas o combustível degrada com o tempo. O melhor é rodar com regularidade ou seguir a orientação da oficina para a sua moto.

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