Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2011
Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma KLX 110 Monster Energy usada.
- Off-road
- 112 cc
- Gasolina
FIPE 2011
R$ 6.029
- Moto
- Kawasaki KLX 110 Monster Energy
- Ano-modelo
- 2011
- Geração
- 2010–2011
- Calibragem
- faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817046-0. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2011 em resumo
A Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2011 é uma off-road de 112 cc. O ano-modelo 2011 faz parte da geração vendida de 2010 a 2011. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A KLX 110 Monster Energy tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a tambor.
Pelos números do fabricante, o peso, 76 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 3,6 litros.
Preço FIPE da KLX 110 Monster Energy 2011
Pela FIPE de outubro de 2026, a KLX 110 Monster Energy ano 2011 está cotada em R$ 6.029. A do ano 2010 sai por R$ 5.881 (+2,5% de diferença).
Entre as 28 motos off-road ano 2011 com preço na FIPE, 4 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto off-road
Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.
A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.
Outras versões da KLX 110 em 2011
A KLX 110 Monster Energy não era a única KLX 110 de 2011: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- KLX 110 2011: sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da KLX 110 Monster Energy 2011
Medidas de manutenção da KLX 110 Monster Energy 2011, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 2.50-14
- Pneu traseiro: 3.00-12
- Óleo do motor: SAE 10W-40 JASO MA
- Filtro de ar: espuma
- Calibragem dos pneus (a frio): faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro
Comprando uma Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2011 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
O que a idade pede na Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2011
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2011 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
Outras motos off-road 2011 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos off-road são as alternativas mais diretas à KLX 110 Monster Energy:
- Kasinski CRZ 150 SM 2011 · R$ 6.028 · 150 cc
- Yamaha TT-R 125E 2011 · R$ 5.820 · 124 cc
Todos os anos da KLX 110 Monster Energy
A KLX 110 Monster Energy foi vendida em 3 anos-modelo, de 2009 a 2011. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da KLX 110 Monster Energy 2011
| Cilindrada | 112 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 76 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 3,6 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro conferido |
| Pneu dianteiro | 2.50-14 |
| Pneu traseiro | 3.00-12 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 JASO MA |
| Filtro de ar | espuma |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da KLX 110 Monster Energy 2011
As peças desta moto são as da geração 2010–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a KLX 110 Monster Energy 2011 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2011 vale R$ 6.029 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas libras vai no pneu da KLX 110 Monster Energy 2011?
Com os pneus frios: faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a capacidade do tanque da KLX 110 Monster Energy 2011?
O tanque da KLX 110 Monster Energy 2011 leva 3,6 litros.
Quantas cilindradas tem a KLX 110 Monster Energy 2011?
A KLX 110 Monster Energy 2011 tem 112 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quanto pesa a KLX 110 Monster Energy 2011?
O peso informado pelo fabricante é 76 kg (em ordem de marcha).
Qual pneu usa a KLX 110 Monster Energy 2011?
Dianteiro 2.50-14 e traseiro 3.00-12.
Vale a pena comprar uma KLX 110 Monster Energy 2011 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.
Moto carburada ainda vale a pena?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.