Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2010
Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma KLX 110 Monster Energy usada.
- Off-road
- 112 cc
- Gasolina
FIPE 2010
R$ 5.881
- Moto
- Kawasaki KLX 110 Monster Energy
- Ano-modelo
- 2010
- Geração
- 2010–2011
- Calibragem
- faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817046-0. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaKLX 110 Monster Energy 2010: o essencial
A Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2010 é uma off-road de 112 cc. O ano-modelo 2010 faz parte da geração vendida de 2010 a 2011. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Há partida elétrica e pedal de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.
Pelos números do fabricante, o peso, 76 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 3,6 litros.
Preço FIPE da KLX 110 Monster Energy 2010
Pela FIPE de outubro de 2026, a KLX 110 Monster Energy ano 2010 está cotada em R$ 5.881. A KLX 110 Monster Energy 2009 fica em R$ 5.737 (+2,5% de diferença); a KLX 110 Monster Energy 2011 está em R$ 6.029. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2011, R$ 6.029), a 2010 vale 2% menos, uma média de 2,5% por ano.
Entre as 33 motos off-road ano 2010 com preço na FIPE, 4 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A KLX 110 Monster Energy e o jeito off-road de andar
Quem procura uma off-road quer diversão fora do asfalto, seja em trilha de fim de semana, seja em competição. Leveza, suspensão longa e motor esperto fazem dela uma moto capaz de subir barranco, passar em lama e saltar, mas cobram em manutenção: filtro de ar, óleo, transmissão e suspensão pedem atenção constante.
Antes de comprar, esclareça se a moto tem documento para rua ou se é só de uso fora de estrada. E examine com cuidado quadro, rodas e rolamentos, que sofrem muito nesse uso, além do estado do motor.
O que muda entre as KLX 110 2010
A KLX 110 Monster Energy não era a única KLX 110 de 2010: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- KLX 110 2010 (R$ 5.546): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Medidas de manutenção da KLX 110 Monster Energy 2010
Estas são as medidas que mais se procura para a KLX 110 Monster Energy 2010. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 2.50-14
- Pneu traseiro: 3.00-12
- Óleo do motor: SAE 10W-40 JASO MA
- Filtro de ar: espuma
- Calibragem dos pneus (a frio): faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro
Comprando uma Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2010 usada: o que olhar
Uma moto 2010 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
O que a idade pede na Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2010
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2010 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
Documentos e negociação da KLX 110 Monster Energy 2010
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Uso fora de estrada e registro. Antes de tudo, saiba se o veículo tem registro para via pública. Modelos de competição e muitos quadriciclos saem de fábrica sem essa homologação e não podem ser emplacados depois só porque o dono quer. E quadriciclo registrado não se dirige com a categoria A: a habilitação exigida é a da categoria B.
Outras motos off-road 2010 na mesma faixa de preço
Quem procura uma KLX 110 Monster Energy 2010 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- MRX 230R 2010 · R$ 5.176 · 230 cc
- Kasinski CRZ 150 SM 2010 · R$ 4.867 · 150 cc
Todos os anos da KLX 110 Monster Energy
A KLX 110 Monster Energy foi vendida em 3 anos-modelo, de 2009 a 2011. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da KLX 110 Monster Energy 2010
| Cilindrada | 112 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 76 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 3,6 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro conferido |
| Pneu dianteiro | 2.50-14 |
| Pneu traseiro | 3.00-12 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 JASO MA |
| Filtro de ar | espuma |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da KLX 110 Monster Energy 2010
As peças desta moto são as da geração 2010–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da KLX 110 Monster Energy 2010?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki KLX 110 Monster Energy 2010 vale R$ 5.881 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a capacidade do tanque da KLX 110 Monster Energy 2010?
O tanque da KLX 110 Monster Energy 2010 leva 3,6 litros.
Qual pneu usa a KLX 110 Monster Energy 2010?
Dianteiro 2.50-14 e traseiro 3.00-12.
Qual a cilindrada da KLX 110 Monster Energy 2010?
A KLX 110 Monster Energy 2010 tem 112 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a calibragem do pneu da KLX 110 Monster Energy 2010?
Com os pneus frios: faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a KLX 110 Monster Energy 2010?
O peso informado pelo fabricante é 76 kg (em ordem de marcha).
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Como saber se a KLX 110 Monster Energy 2010 tem recall pendente?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.