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Kawasaki KLX 110 2010

Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma KLX 110 usada.

  • Off-road
  • 112 cc
  • Gasolina
Kawasaki KLX 110 2010
Imagem ilustrativa.

FIPE 2010

R$ 5.546

Moto
Kawasaki KLX 110
Ano-modelo
2010
Geração
2010–2025
Calibragem
faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817045-2. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki KLX 110

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KLX 110 2010: o essencial

Do ano-modelo 2010, a Kawasaki KLX 110 é uma off-road de 112 cc. O ano-modelo 2010 faz parte da geração vendida de 2010 a 2025. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A KLX 110 tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.

Em números, o peso, 76 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 3,6 litros.

Preço FIPE da KLX 110 2010

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kawasaki KLX 110 2010 vale R$ 5.546. A KLX 110 2009 fica em R$ 5.410 (+2,5% de diferença). Comparada com a 2025 (R$ 16.545), a moto de 2010 custa 66% a menos: em média, perdeu 7,0% de valor a cada ano.

Entre as 33 motos off-road ano 2010 com preço na FIPE, 3 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto off-road

Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.

A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.

As versões da KLX 110 em 2010

Em 2010, a família KLX 110 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da KLX 110 2010

Medidas de manutenção da KLX 110 2010, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Kawasaki KLX 110 2010 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.

Cuidados que acompanham uma moto 2010

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2010 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 16 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.

Documentos e negociação da KLX 110 2010

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a KLX 110 tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.

Outras motos off-road 2010 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos off-road são as alternativas mais diretas à KLX 110:

A KLX 110 em outros anos

A KLX 110 foi vendida em 17 anos-modelo, de 2009 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da KLX 110 2010

Medidas e especificações
Cilindrada112 cc
CombustívelGasolina
Peso76 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque3,6 litros conferido
Calibragem dos pneusfaixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro conferido
Pneu dianteiro2.50-14
Pneu traseiro3.00-12
Óleo do motorSAE 10W-40 JASO MA
Filtro de arespuma
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da KLX 110 2010

As peças desta moto são as da geração 2010–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da KLX 110 2010?

Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki KLX 110 2010 vale R$ 5.546 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da KLX 110 2010?

O tanque da KLX 110 2010 leva 3,6 litros.

Qual a medida do pneu da KLX 110 2010?

Dianteiro 2.50-14 e traseiro 3.00-12.

Qual o óleo da KLX 110 2010?

A referência para o motor é SAE 10W-40 JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas libras vai no pneu da KLX 110 2010?

Com os pneus frios: faixa de 12 a 14 psi (80 a 100 kPa / 0,8 a 1,0 kgf/cm²), dianteiro e traseiro. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a KLX 110 2010?

O peso informado pelo fabricante é 76 kg (em ordem de marcha).

Moto carburada ainda vale a pena?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.

Moto com 16 anos é isenta de IPVA?

Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.