Kawasaki KX 65 2009
Preço FIPE do ano-modelo 2009, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma KX 65 usada.
- Off-road
- 64 cc
- Gasolina
FIPE 2009
R$ 7.555
- Moto
- Kawasaki KX 65
- Ano-modelo
- 2009
- Geração
- 2009–2010
- Calibragem
- dianteiro e traseiro 14 psi (98 kPa / 1,0 kgf/cm²)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817047-9. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki KX 65
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Anunciar nesta páginaKX 65 2009: o essencial
Do ano-modelo 2009, a Kawasaki KX 65 é uma off-road de 64 cc. Ela pertence à geração 2009–2010, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A KX 65 pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, o peso, 57 kg (seco); o tanque leva 3,8 litros; o banco fica a 760 mm do chão.
Quanto vale a KX 65 2009
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kawasaki KX 65 2009 vale R$ 7.555. A KX 65 2010 está em R$ 7.993. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2010, R$ 7.993), a 2009 vale 5% menos, uma média de 5,5% por ano.
Na comparação com as 35 motos off-road 2009 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 5 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma off-road
Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.
Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.
As versões da KX 65 em 2009
Em 2009, a família KX 65 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- KX 65 Monster Energy 2009 (R$ 7.606): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Medidas de manutenção da KX 65 2009
Medidas de manutenção da KX 65 2009, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 60/100-14
- Pneu traseiro: 80/100-12
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura (pré-mistura na gasolina)
- Filtro de ar: espuma
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro e traseiro 14 psi (98 kPa / 1,0 kgf/cm²)
Comprando uma Kawasaki KX 65 2009 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma KX 65, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Motor dois tempos. Na dois tempos, compressão e carburação dizem quase tudo. Partida que exige muitas tentativas, motor que não sobe de giro e falhas em alta podem ser desgaste de cilindro, pistão ou anéis, ou carburação errada. Veja o reservatório de óleo 2T, quando houver, e o escapamento. Peça de motor 2T antigo pode ser difícil de achar.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
O que a idade pede na Kawasaki KX 65 2009
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2009 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a KX 65 2009.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
Motos parecidas com a KX 65 2009
Para comparar: motos off-road 2009 com valor FIPE perto do da KX 65.
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Outros anos da KX 65
Anos-modelo da KX 65 no catálogo, de 2010 a 2009, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
- 2010 · R$ 7.993
- 2009 · R$ 7.555
Ficha técnica da KX 65 2009
| Cilindrada | 64 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 57 kg (seco) conferido |
| Tanque | 3,8 litros conferido |
| Altura do banco | 760 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro e traseiro 14 psi (98 kPa / 1,0 kgf/cm²) conferido |
| Pneu dianteiro | 60/100-14 |
| Pneu traseiro | 80/100-12 |
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura (pré-mistura na gasolina) |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Dois tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da KX 65 2009
As peças desta moto são as da geração 2009–2010. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a KX 65 2009 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki KX 65 2009 vale R$ 7.555 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a capacidade do tanque da KX 65 2009?
O tanque da KX 65 2009 leva 3,8 litros.
Qual a cilindrada da KX 65 2009?
A KX 65 2009 tem 64 cc, com motor dois tempos e carburador.
Qual o óleo da KX 65 2009?
A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura (pré-mistura na gasolina). Confira no manual o prazo de troca.
Quanto pesa a KX 65 2009?
O peso informado pelo fabricante é 57 kg (seco).
Qual a medida do pneu da KX 65 2009?
Dianteiro 60/100-14 e traseiro 80/100-12.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
A Kawasaki KX 65 2009 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.
Uma moto 2009 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.
Moto carburada ainda vale a pena?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.