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Yamaha XTZ 125 XK 2009

Preço FIPE do ano-modelo 2009, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 125 XK usada.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina

FIPE 2009

R$ 7.348

Moto
Yamaha XTZ 125 XK
Ano-modelo
2009
Geração
2009–2013
Calibragem
dianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827066-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 XK

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Como é a XTZ 125 XK 2009

Do ano-modelo 2009, a Yamaha XTZ 125 XK é uma off-road de 124 cc. O ano-modelo 2009 faz parte da geração vendida de 2009 a 2013. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, o peso, 113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005); o tanque leva 10,6 litros; o banco fica a 840 mm do chão.

A XTZ 125 XK 2009 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 XK 2009 vale R$ 7.348. A do ano 2008 sai por R$ 7.136 (+3,0% de diferença); a XTZ 125 XK 2010 está em R$ 7.806. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2013, R$ 8.549), a 2009 vale 14% menos, uma média de 3,7% por ano.

Na comparação com as 35 motos off-road 2009 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 4 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A XTZ 125 XK e o jeito off-road de andar

Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.

Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.

O que muda entre as XTZ 125 2009

Em 2009, a família XTZ 125 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • XTZ 125 E 2009 (R$ 8.157): partida elétrica (nesta: pedal).
  • XTZ 125 K 2009 (R$ 7.127): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • XTZ 125 XE 2009 (R$ 7.952): partida elétrica (nesta: pedal).

Medidas de manutenção da XTZ 125 XK 2009

Para a manutenção da XTZ 125 XK 2009, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Yamaha XTZ 125 XK 2009 usada: o que olhar

Uma moto 2009 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.

A manutenção que uma XTZ 125 XK 2009 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XTZ 125 XK 2009.

  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 17 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.

Motos parecidas com a XTZ 125 XK 2009

Quem procura uma XTZ 125 XK 2009 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Outros anos da XTZ 125 XK

A XTZ 125 XK foi vendida em 6 anos-modelo, de 2008 a 2013. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XTZ 125 XK 2009

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Peso113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005)
Tanque10,6 litros
Altura do banco840 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa
Vela de igniçãoNGK CR7HSA
Relação (kit)passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
Óleo do motorSAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 125 XK 2009

As peças desta moto são as da geração 2009–2013. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XTZ 125 XK 2009 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 XK 2009 vale R$ 7.348 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a calibragem do pneu da XTZ 125 XK 2009?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantos litros cabem no tanque da XTZ 125 XK 2009?

O tanque da XTZ 125 XK 2009 leva 10,6 litros.

Quanto pesa a XTZ 125 XK 2009?

O peso informado pelo fabricante é 113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005).

Que óleo usar na XTZ 125 XK 2009?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a cilindrada da XTZ 125 XK 2009?

A XTZ 125 XK 2009 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.