tudo de moto

Yamaha XTZ 125 XK 2010

Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 125 XK usada.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina

FIPE 2010

R$ 7.806

Moto
Yamaha XTZ 125 XK
Ano-modelo
2010
Geração
2009–2013
Calibragem
dianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827066-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 XK

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha XTZ 125 XK 2010. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

XTZ 125 XK 2010: o essencial

A Yamaha XTZ 125 XK 2010 é uma off-road de 124 cc. O ano-modelo 2010 faz parte da geração vendida de 2009 a 2013. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A partida é no pedal. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, o peso, 113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005); o tanque leva 10,6 litros; o banco fica a 840 mm do chão.

A XTZ 125 XK 2010 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 XK 2010 vale R$ 7.806. A XTZ 125 XK 2009 fica em R$ 7.348 (+6,2% de diferença); a de 2011 custa R$ 8.002. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2013, R$ 8.549), a 2010 vale 9% menos, uma média de 3,0% por ano.

Entre as 33 motos off-road ano 2010 com preço na FIPE, 5 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto off-road

Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.

Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.

As versões da XTZ 125 em 2010

Em 2010, a família XTZ 125 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • XTZ 125 E 2010 (R$ 8.361): partida elétrica (nesta: pedal).
  • XTZ 125 K 2010 (R$ 7.578): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • XTZ 125 XE 2010 (R$ 8.151): partida elétrica (nesta: pedal).

Medidas de manutenção da XTZ 125 XK 2010

Para a manutenção da XTZ 125 XK 2010, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Yamaha XTZ 125 XK 2010 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
  • Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.

O que a idade pede na Yamaha XTZ 125 XK 2010

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2010 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 16 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.

Documentos e negociação da XTZ 125 XK 2010

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
  • Uso fora de estrada e registro. Antes de tudo, saiba se o veículo tem registro para via pública. Modelos de competição e muitos quadriciclos saem de fábrica sem essa homologação e não podem ser emplacados depois só porque o dono quer. E quadriciclo registrado não se dirige com a categoria A: a habilitação exigida é a da categoria B.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.

Outras motos off-road 2010 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos off-road são as alternativas mais diretas à XTZ 125 XK:

A XTZ 125 XK em outros anos

A XTZ 125 XK foi vendida em 6 anos-modelo, de 2008 a 2013. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XTZ 125 XK 2010

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Peso113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005)
Tanque10,6 litros
Altura do banco840 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa
Vela de igniçãoNGK CR7HSA
Relação (kit)passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
Óleo do motorSAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 125 XK 2010

As peças desta moto são as da geração 2009–2013. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XTZ 125 XK 2010?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 XK 2010 vale R$ 7.806 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da XTZ 125 XK 2010?

O tanque da XTZ 125 XK 2010 leva 10,6 litros.

Quanto pesa a XTZ 125 XK 2010?

O peso informado pelo fabricante é 113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005).

Qual o óleo da XTZ 125 XK 2010?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a XTZ 125 XK 2010?

A XTZ 125 XK 2010 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantas libras vai no pneu da XTZ 125 XK 2010?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Vale a pena comprar uma XTZ 125 XK 2010 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.

Como fica o seguro de uma XTZ 125 XK 2010?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.