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Yamaha XTZ 125 K

Trail de 124 cc vendida no Brasil de 2003 a 2014. Escolha o ano para ver a ficha técnica e as peças certas.

  • Trail
  • 124 cc
  • Gasolina
  • 2003–2014
Yamaha XTZ 125 K
Imagem ilustrativa.

Escolha o ano da sua XTZ 125 K

Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 K

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O que muda de um ano para outro

AnosBateriaVelaPneu dianteiroPneu traseiro
2009–2014 12V 5Ah (YB5L-B)NGK CR7HSA80/90-21 48T110/80-18 58T
2003–2008 12V 5Ah (YB5L-B)NGK CR7HSA80/90-21 48T110/80-18 58T

Yamaha XTZ 125 K: o que o catálogo mostra

São 2 gerações da XTZ 125 K no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2003 a 2014. Todas têm 124 cc, no estilo trail.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 6.953 (XTZ 125 K 2003–2008 2008) a R$ 8.845 (XTZ 125 K 2009–2014 2014).

Gerações da XTZ 125 K: o que mudou e quando

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a XTZ 125 K evoluiu e o que mudou em cada fase.

Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.

Qual versão da XTZ 125 K escolher

Pela ficha do catálogo, as gerações têm os mesmos itens técnicos principais. A escolha passa mais por ano, estado e preço do que por equipamento.

As versões da XTZ 125 K partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.

  • Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.

Manutenção da XTZ 125 K: as medidas de cada versão

Para a manutenção, estas páginas juntam todas as versões e anos do modelo XTZ 125 numa tabela só, com a medida de cada um:

Ter uma XTZ 125 K por vários anos

Uma trail bem cuidada envelhece bem, e isso aparece na hora de vender: o mercado valoriza muito a unidade que rodou mais no asfalto do que na trilha. Para manter a XTZ 125 K em ordem, conte com revisões de suspensão e troca de itens expostos à sujeira com mais frequência, principalmente se ela rodar em estrada de chão. Peças de reposição são comuns e há mecânico com experiência no tipo em quase qualquer cidade. O custo de manutenção fica num nível intermediário. Quanto a seguro e roubo, vale cotar antes, já que algumas trails são bastante visadas. Guardar notas de revisão, principalmente de suspensão, ajuda a provar o bom uso na hora da venda.

Comprar a XTZ 125 K zero ou usada

A mesma XTZ 125 K pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.

  • Motos de frota e de entrega. Uma XTZ 125 K usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • A desvalorização dos primeiros anos. A desvalorização é o custo invisível da moto nova. Nos primeiros anos, o preço de mercado cai mais depressa; depois, a curva fica mais suave. Uma XTZ 125 K com um ou dois anos de uso pode oferecer quase a mesma moto por bem menos. Para quem vai rodar por muito tempo, porém, a perda inicial importa menos que o estado da moto.
  • Financiamento ou à vista. Financiar a XTZ 125 K resolve a falta de dinheiro agora, mas cobra por isso ao longo dos meses. Olhe sempre o custo efetivo total, que soma juros, tarifas e seguros embutidos, e não só o valor da parcela. Pagar à vista dá poder de negociação e evita compromissos longos. Se a parcela aperta o orçamento, uma versão mais simples ou uma seminova podem ser a saída.
  • Versão de linha atual ou anterior. Quando a XTZ 125 K muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma XTZ 125 K de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.

Perguntas frequentes

Quais são as gerações da XTZ 125 K?

No catálogo são 2: XTZ 125 K 2009–2014, XTZ 125 K 2003–2008.

Qual a XTZ 125 K mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a XTZ 125 K 2003–2008 2008, com R$ 6.953.

Qual versão da XTZ 125 K desvaloriza menos?

Normalmente, as versões mais procuradas vendem mais rápido e com menos desconto, e itens de segurança valorizados ajudam a segurar o preço. Mais do que a versão, porém, pesam o estado da moto, o histórico de revisões e a originalidade. Uma básica bem cuidada vende melhor que uma completa maltratada.

É melhor comprar a XTZ 125 K zero ou seminova?

Depende do tempo que você pretende ficar com a moto e do orçamento. A nova oferece garantia e histórico conhecido; a seminova evita a maior parte da desvalorização inicial; a usada mais antiga custa menos, mas pode ter menos atualizações. Compare as opções pelo custo total, não só pelo preço.

Qual geração da XTZ 125 K comprar?

Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.

Qual versão escolher para entrega ou uso profissional?

Quem usa a moto para ganhar dinheiro precisa de uma versão que fique pouco tempo parada. Prefira equipamentos simples de consertar, reposição fácil e conforto para muitas horas de uso. Itens de segurança também valem a pena, já que quem trabalha passa muito tempo no trânsito.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.

Preço FIPE da XTZ 125 K

Ano-modeloPreço médio
XTZ 125 K 2014R$ 8.845
XTZ 125 K 2013R$ 8.434
XTZ 125 K 2012R$ 8.228
XTZ 125 K 2011R$ 7.768
XTZ 125 K 2010R$ 7.578
XTZ 125 K 2009R$ 7.127
XTZ 125 K 2008R$ 6.953
XTZ 125 K 2007R$ 6.783
XTZ 125 K 2006R$ 6.357
XTZ 125 K 2005R$ 6.201
XTZ 125 K 2004R$ 5.394
XTZ 125 K 2003R$ 4.752

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827046-5.

Todas as versões da Yamaha XTZ 125