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Comando de válvulas da Yamaha XTZ 125

A peça certa para cada versão e ano da XTZ 125, de 2003 a 2016, com o guia para escolher e trocar.

  • 4 versões
  • 8 gerações
  • 2003–2016

Comando de válvulas de reposição

2 códigos

Modelo
Yamaha XTZ 125
Anos
2003 a 2016

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com comando de válvulas para a Yamaha XTZ 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura comando de válvulas para a Yamaha XTZ 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Comando de válvulas por versão e ano

VersãoAnos
XTZ 125 E2009–2016
XTZ 125 E2003–2008
XTZ 125 XE2009–2016
XTZ 125 XE2008
XTZ 125 K2009–2014
XTZ 125 K2003–2008
XTZ 125 XK2009–2013
XTZ 125 XK2008

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O comando de válvulas da Yamaha XTZ 125: versão por versão

O comando de válvulas da Yamaha XTZ 125 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da XTZ 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Comando de válvulas de reposição para a Yamaha XTZ 125

No catálogo de reposição, a Yamaha XTZ 125 tem 2 códigos de comando de válvulas, de S MARTFOX e SMARTFOX.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
FIT9761Arvore comando YBR 125 05/ XTZ 125 05S MARTFOX
FIT9761Arvore comando YBR 125 05/ XTZ 125 05S MARTFOX
FIT9762Arvore comando YBR 125 06-/ XTZ 125 06-/ Factor 125SMARTFOX
FIT9762Arvore comando YBR 125 06-/ XTZ 125 06-/ Factor 125SMARTFOX

Alguns destes códigos servem também em outros modelos: Yamaha Factor 125.

Para que serve o comando de válvulas da XTZ 125

Todo motor quatro tempos precisa de alguém que abra e feche as válvulas de admissão e de escape no compasso do pistão. Esse trabalho é do comando de válvulas. Na maioria das motos ele fica no cabeçote, movido por corrente; em alguns motores mais antigos, fica no bloco e aciona as válvulas por varetas.

O perfil de cada ressalto foi desenhado para aquele motor e define o comportamento da moto: torque em baixa, fôlego em alta, consumo e emissões. Por isso o comando não é peça genérica. Ele trabalha encostado em balancins ou tuchos, depende de óleo limpo e, quando o ressalto perde material, a válvula passa a abrir menos do que deveria.

O comando de válvulas na XTZ 125: o que a ficha diz

Na ficha, a XTZ 125 2003–2016 aparece como uma trail de 124 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Há filtro de óleo de troca, que vai junto com o óleo nas revisões.

Na XTZ 125, que é carburada, comando gasto ou ponto atrasado deixam a moto fraca e com lenta ruim, e muita gente tenta resolver no carburador. A ordem certa é conferir folga de válvulas e ponto do comando antes de mexer na carburação.

Em motores pequenos como o da XTZ 125, é comum haver um só comando, com balancins, e a árvore ser vendida completa com engrenagem ou com rolamentos. Há árvores que servem em mais de um modelo, mas só a aplicação ou o código da peça confirma.

A XTZ 125 depende do vento e do óleo para resfriar o cabeçote. Isso deixa o barulho do comando bem audível, sem camisa de água abafando, e torna a troca de óleo no prazo a melhor proteção da árvore.

Como saber se a árvore de comando precisa de troca

O desgaste do comando é lento e silencioso no começo. Fique atento a estes sinais, porque pegar o problema cedo costuma poupar balancins, tuchos e o próprio cabeçote.

  • Mancal riscado no cabeçote. Colo do comando riscado ou azulado indica que faltou lubrificação. O mecânico olha também o mancal do cabeçote, porque comando novo em mancal danificado não dura.
  • Folga de válvula que cresce rápido. Regulagem que dura pouco é sinal de desgaste em andamento. O ressalto vai sendo comido, a distância até a válvula aumenta e a folga abre de novo, mesmo com o parafuso firme na contraporca.
  • Motor sem fôlego em rotação alta. Com o ressalto rebaixado, a válvula abre menos e por menos tempo. O motor respira mal, a moto parece "amarrada" quando você estica a marcha e a velocidade final cai.
  • Ressalto gasto ou marcado. Com a tampa aberta, o mecânico olha a ponta de cada ressalto. Ela deve ser lisa e com o perfil inteiro. Ponta arredondada, degrau, pontos escuros, riscos ou camada descascando indicam ressalto gasto e troca do comando.

Comando de válvulas na loja: o que perguntar

Um comando errado pode até encaixar e mesmo assim mudar o ponto, a abertura das válvulas ou o funcionamento do motor. Leve as informações da moto e, se der, a peça velha.

  • Comando de admissão e comando de escape. Se o motor tem dois comandos no cabeçote, o de admissão e o de escape têm códigos próprios. Em motores de um comando só, a mesma árvore cuida das duas válvulas.
  • Balancins ou tuchos junto. O ressalto trabalha encostado no balancim ou no tucho. Se essas peças estão marcadas, vão gastar o comando novo em pouco tempo. Peça a avaliação do par e inclua o que estiver ruim na mesma compra.
  • Acabamento e procedência. Olhe a peça antes de levar: ressaltos lisos, colos sem marca, rosca da engrenagem limpa e embalagem com aplicação clara. Peça sem identificação nenhuma é risco desnecessário dentro do motor.
  • Com rolamentos ou sem rolamento. Veja se o seu motor usa rolamentos na árvore e se a peça vem com eles. Se vier sem, compre rolamentos novos e corretos para a aplicação, e deixe a prensagem para quem tem ferramenta.

Como é feita a troca do comando de válvulas da XTZ 125

Não é trabalho para fazer em casa sem manual de serviço e prática. Um dente fora no ponto pode fazer válvula tocar no pistão. Veja como um mecânico cuidadoso faz a troca.

  1. Diagnóstico com o motor frio. Antes de condenar a árvore, a oficina descarta as causas mais simples do barulho no cabeçote. O serviço é feito com o motor frio, porque a folga é especificada a frio e o cabeçote quente deforma com mais facilidade.
  2. Acesso ao cabeçote. O caminho até o comando passa por peças externas. O mecânico protege as aberturas com pano limpo e guarda parafusos separados por posição, porque costumam ter tamanhos diferentes.
  3. Motor no ponto. Tudo começa com o motor no ponto: pistão em cima, válvulas fechadas, marcas alinhadas. O mecânico anota ou fotografa a posição das marcas antes de soltar qualquer peça.
  4. Alívio do tensor e da engrenagem. Com o tensor aliviado, a corrente afrouxa e a engrenagem sai. Prender a corrente no alto é cuidado básico: ela não pode escorregar e perder a posição no virabrequim.
  5. Retirada da árvore de comando. A árvore sai depois de liberar o que a prende ao cabeçote. Cada peça retirada é identificada, porque capas de mancal, eixos e balancins não devem trocar de posição na montagem.
  6. Inspeção do conjunto. Com tudo aberto, o mecânico olha balancins ou tuchos, mancais, rolamentos, corrente, guias e a engrenagem. O que tiver desgaste visível é trocado agora, enquanto o acesso está livre.
  7. Montagem lubrificada e ponto do comando. Nada vai seco para dentro do motor. Com o virabrequim ainda no ponto, a árvore nova é posicionada, a engrenagem casa com a corrente sem folga e as marcas precisam coincidir. Diferença de um dente se corrige aqui.
  8. Giro à mão e folga das válvulas. Antes de qualquer partida, duas ou mais voltas no motor com a mão. Se algo prende, para tudo. Com o ponto confirmado, regula-se a folga de admissão e de escape com calibre de lâminas.
  9. Fechamento e primeira partida. A tampa volta com junta nova e aperto correto, e o óleo é completado ou trocado. Na partida, o barulho no cabeçote deve ter sumido. O mecânico verifica vazamentos e marcha lenta antes de liberar a moto.

Se o barulho continuar depois da troca, a causa pode estar em outra peça: corrente, tensor, balancim ou folga regulada fora do valor. Volte à oficina antes de rodar forte.

Manutenção que protege os ressaltos do comando

Não há manutenção direta no comando, mas o ambiente em que ele trabalha pode ser bem cuidado. Estes hábitos fazem diferença.

  • Regulagem de válvulas no prazo. A regulagem de válvulas é a revisão que mais conversa com o comando. Feita no prazo e no valor do manual, ela mantém o contato correto e evita o ressalto gasto.
  • Calma com o motor frio. Nos primeiros segundos depois da partida, o óleo ainda está subindo para o cabeçote. Acelerar forte nesse momento faz o ressalto trabalhar quase seco. Saia rodando com suavidade.
  • Óleo certo e no prazo. O contato entre ressalto e balancim ou tucho é dos mais exigidos do motor e vive de uma película fina de óleo. Use a viscosidade e a especificação do manual e não estique a troca.

Erros que gastam o comando novo antes da hora

Antes de trocar a árvore de comando, vale conhecer os erros que mais aparecem e que fazem o barulho no cabeçote voltar.

  • Trocar só o comando e manter o par gasto. Economizar no balancim quando ele já está gasto é jogar fora a árvore nova. Decida com base no que foi visto na desmontagem, não no preço.
  • Montar fora do ponto. Errar o ponto do comando é o erro mais caro da troca. Por isso o serviço é de oficina, com manual de serviço e conferência das marcas em mais de uma volta do motor.
  • Pôr comando bravo sem pensar no resto. Trocar o comando de válvulas por um mais bravo muda o motor inteiro. Sem o acerto do conjunto, a moto fica pior no dia a dia, gasta mais, dura menos e pode ter problema em fiscalização.

Perguntas frequentes

Comando de válvulas e árvore de comando são a mesma coisa?

São a mesma peça. O nome muda conforme a região e a loja, mas todos falam do eixo com ressaltos que comanda as válvulas. O que muda de um anúncio para outro é o que vem junto: engrenagem, rolamentos ou só o eixo.

Qual comprar: comando com rolamentos ou sem?

Primeiro, verifique se o seu motor usa rolamentos no comando. Se usa e eles têm folga ou aspereza, a árvore com rolamentos novos é a escolha mais segura. A versão sem rolamento exige comprar e prensar rolamentos à parte.

Vale a pena colocar comando bravo?

Para uso diário, raramente compensa. O motor fica mais nervoso em alta e pior em baixa, gasta mais e dura menos. Além do acerto do conjunto, há a questão legal: alterar o motor pode deixar a moto fora das regras de emissão e ruído.

Posso trocar o comando de admissão com o de escape?

Não são. Quando o motor tem dois comandos, cada um tem perfil próprio para a sua função. Na desmontagem, marque qual é qual e compre pela posição certa. Em motor de comando único, essa questão não existe.

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