Yamaha XTZ 125 E 2009–2016
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a XTZ 125 E fabricada de 2009 a 2016. 2ª geração (Promot, retoques visuais).
- Trail
- 124 cc
- Gasolina
- Carburador
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 5Ah (YB5L-B) | referência |
| Vela de ignição | NGK CR7HSA | referência |
| Pneu dianteiro | 80/90-21 48T | referência |
| Pneu traseiro | 110/80-18 58T | referência |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos | referência |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 E
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Anunciar nesta páginaPeças da XTZ 125 E 2009–2016
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a XTZ 125 E 2009–2016
Entre 2009 e 2016, a XTZ 125 E manteve a mesma base técnica: uma trail de 124 cc. No catálogo, a XTZ 125 E tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 2ª geração (Promot, retoques visuais).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 8.157 (2009) a R$ 12.712 (2016).
Ficha da XTZ 125 E 2009–2016: o que os dados mudam na prática
- Tanque: 10,6 litros (reserva de 1,0 L)
- Altura do banco: 840 mm
- Calibragem dos pneus: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: tambor
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Yamaha XTZ 125 E ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz toda a diferença.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a XTZ 125 E tem injeção, uma luz no painel avisa de qualquer falha.
- Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
- Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
- Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
A XTZ 125 E no dia a dia
A trail é a moto que não escolhe caminho. A suspensão de curso longo e a roda dianteira maior engolem buraco, lombada e calçamento ruim sem sustos, e a posição alta dá ótima visão do trânsito. Na cidade, o guidão largo ajuda nas manobras, embora o banco alto exija mais de quem tem perna curta.
Em estrada de terra, é onde a XTZ 125 E mostra o porquê do tipo: cascalho e chão batido viram passeio. Com garupa, a suspensão macia afunda mais e pede ajuste. No asfalto rápido, o pneu de uso misto e o vento limitam o ritmo. Para quem trabalha no interior ou enfrenta rua castigada todos os dias, faz muito sentido.
Bateria, pneus, vela e óleo da XTZ 125 E 2009–2016
As medidas que a XTZ 125 E 2009–2016 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
- Bateria: 12V 5Ah (YB5L-B)
- Vela de ignição: NGK CR7HSA
- Pneu dianteiro: 80/90-21 48T
- Pneu traseiro: 110/80-18 58T
- Relação (kit): passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da XTZ 125 E: o que cada sistema pede
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a XTZ 125 E 2009–2016, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem atenção imediata.
- Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
- Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
- Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
- Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor totalmente frio e ferramentas próprias.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
- Filtro de óleo. O filtro segura as partículas que o óleo recolhe dentro do motor. Quando satura, ou deixa passar sujeira ou abre uma válvula que faz o óleo circular sem filtragem. Troque junto com o óleo, conforme o intervalo do manual, que às vezes pede o filtro a cada duas trocas. Use a peça com a medida certa e confira o anel de vedação ao apertar.
A XTZ 125 E 2009–2016 ano a ano
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
- XTZ 125 E 2016: R$ 12.712
- XTZ 125 E 2015: R$ 12.401
- XTZ 125 E 2014: R$ 10.604
- XTZ 125 E 2013: R$ 9.939
- XTZ 125 E 2012: R$ 8.842
- XTZ 125 E 2011: R$ 8.571
- XTZ 125 E 2010: R$ 8.361
- XTZ 125 E 2009: R$ 8.157
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 36%.
O que mudou nas outras gerações da XTZ 125 E
Na comparação com a geração anterior (XTZ 125 E 2003–2008), a ficha do catálogo não mostra diferença nos itens técnicos principais; as mudanças foram de outra natureza, como visual ou acabamento.
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
O que vigiar na XTZ 125 E no dia a dia
A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a XTZ 125 E.
- Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar entrada de umidade.
- Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa imediatamente.
- Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só umidade, e é normal.
- Nível do fluido de freio. O reservatório do freio dianteiro fica no guidão e tem um visor ou marcas de nível. Com a moto reta, o fluido deve estar entre o mínimo e o máximo. O nível baixa um pouco conforme as pastilhas gastam, o que é normal. Queda rápida indica vazamento. Fluido escuro mostra que a troca está atrasada.
Acessórios para a XTZ 125 E 2009–2016: o que ajuda de verdade
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a XTZ 125 E, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Antena corta-pipa. A antena corta-pipa, presa ao guidão, corta linhas de pipa esticadas sobre a rua antes que elas cheguem ao pescoço do piloto. Linha com cerol ou chilena é um risco grave, principalmente nas épocas de férias. É barata, simples de instalar e não atrapalha a pilotagem. Confira se a altura passa um pouco acima do capacete.
- Bolha ou para-brisa. Uma bolha mais alta ou um para-brisa desvia o vento do peito e do capacete. Na estrada, você cansa menos, ouve menos ruído e enfrenta melhor a chuva e o frio. Na cidade, o ganho é menor. Escolha a altura certa para você: bolha baixa demais joga turbulência no capacete; alta demais atrapalha a visão na chuva.
- Protetor de mão. O protetor de mão cobre manetes e punhos, protegendo dos galhos na trilha, das pedras levantadas por outras motos e do vento frio na estrada. Num tombo, ainda evita que o manete quebre e deixe você sem freio ou embreagem. Os de alma de alumínio protegem mais em queda; os de plástico, mais do frio e dos respingos.
- Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e o garfo.
Perguntas frequentes
Qual o valor da XTZ 125 E 2009–2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 12.712, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual o tamanho do tanque da XTZ 125 E 2009–2016?
O tanque da XTZ 125 E desses anos comporta 10,6 litros (reserva de 1,0 L).
Qual óleo vai na XTZ 125 E 2009–2016?
A referência é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. O intervalo de troca está no manual.
A XTZ 125 E 2009–2016 é alta?
A altura do banco é de 840 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.
Por que a ficha não traz velocidade máxima?
Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.
Quanto peso a XTZ 125 E pode levar?
O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.
Moto carburada é pior que injetada?
Vale, desde que você saiba cuidar dela. A carburada pede afogador no frio, regulagem periódica e não gosta de ficar parada por muito tempo com combustível na cuba. Em troca, a manutenção é simples e qualquer oficina entende do sistema. A injetada é mais prática, mas depende de diagnóstico eletrônico.
Ficha técnica
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 10,6 litros (reserva de 1,0 L) conferido |
| Altura do banco | 840 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da XTZ 125 E por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| XTZ 125 E 2016 | R$ 12.712 |
| XTZ 125 E 2015 | R$ 12.401 |
| XTZ 125 E 2014 | R$ 10.604 |
| XTZ 125 E 2013 | R$ 9.939 |
| XTZ 125 E 2012 | R$ 8.842 |
| XTZ 125 E 2011 | R$ 8.571 |
| XTZ 125 E 2010 | R$ 8.361 |
| XTZ 125 E 2009 | R$ 8.157 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827047-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da XTZ 125 E
- 2009–2016
- 2003–2008