Yamaha XTZ 125 XE
Off-road de 124 cc vendida no Brasil de 2008 a 2016. Escolha o ano para ver a ficha técnica e as peças certas.
- Off-road
- 124 cc
- Gasolina
- 2008–2016
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Anunciar nesta páginaO que muda de um ano para outro
A Yamaha XTZ 125 XE em números
São 2 gerações da XTZ 125 XE no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2008 a 2016. Todas têm 124 cc, no estilo off-road.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a XTZ 125 XE 2008 (2008, R$ 7.758) e a mais cara, a XTZ 125 XE 2009–2016 (2016, R$ 12.003).
Gerações da XTZ 125 XE: o que mudou e quando
O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a XTZ 125 XE recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.
- XTZ 125 XE 2008. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- XTZ 125 XE 2009–2016. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
Antes de pedir uma peça da XTZ 125 XE, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.
As versões da XTZ 125 XE lado a lado: como decidir
Pela ficha do catálogo, as gerações têm os mesmos itens técnicos principais. A escolha passa mais por ano, estado e preço do que por equipamento.
Por fora, as versões da XTZ 125 XE se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra só um visual diferente.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
Peças da XTZ 125 XE por versão e ano
Para a manutenção, estas páginas juntam todas as versões e anos do modelo XTZ 125 numa tabela só, com a medida de cada um:
- Calibragem dos pneus
- Pneu traseiro: 110/80-18 58T
- Pneu dianteiro: 80/90-21 48T
- Bateria: 12V 5Ah (YB5L-B)
- Kit relação (corrente, coroa e pinhão): passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
- Vela de ignição: NGK CR7HSA
- Filtro de ar
- Fluido de freio: DOT 4
- Câmara de ar dianteira: 80/90-21 48T
- Carenagens (kit)
- Amortecedor traseiro
- Pastilha de freio dianteira
- Lona (sapata) de freio
- Carburador
- Retrovisores
- Escapamento completo
- Farol completo
- Kit embreagem (discos)
- Banco
- Protetor de motor (crash bar)
- Aba do tanque
- Balancim
- Biela
- Bomba de óleo
- Borracha da pedaleira e dos pedais
- Borrachas e coxins de fixação
- Buchas da balança
- Cabo do acelerador
- Cabo de embreagem
- Cabo do velocímetro
- Caixa de direção (rolamentos)
- Carenagem do farol
- Cavalete lateral (descanso)
- Chave (comutador) de ignição
- Cilindro mestre de freio
- Coletor de admissão
- Comando de válvulas
- Corrente de comando
- Disco de freio dianteiro
- Discos de embreagem
- Engrenagens do câmbio
- Estator (bobinas do magneto)
- Esticador da corrente
- Guia (deslizador) da corrente
- Sensor e interruptor do neutro
- Jogo de juntas do motor
- Junta do cabeçote
- Lanterna traseira
- Manete de embreagem
- Mola da bengala
- Motor de partida
- Painel / velocímetro
- Paralama dianteiro
- Paralama traseiro
- Pedal de câmbio
- Pisca (seta)
- Pistão
- Protetor (capa) da corrente
- Protetor de escapamento
- Punho (tubo) do acelerador
- Regulador retificador
- Retentor de bengala
- Retentores do motor
- Rolamentos do motor
- Suporte de placa
- Tampas laterais
- Válvulas de admissão e escape
- Vareta, braço e tirante do freio
Ter uma XTZ 125 XE por vários anos
Ter uma off-road por muitos anos é aceitar uma rotina de manutenção mais frequente que a de qualquer moto de rua. Óleo, filtro de ar, transmissão e suspensão pedem atenção depois de poucas trilhas, e em muitos modelos o manual conta os intervalos em horas de uso. Peças de desgaste aparecem em lojas especializadas; peças de motor podem precisar de encomenda. Oficina com experiência em trilha faz diferença. O seguro é pouco comum para motos de uso fora de estrada. Na revenda, a XTZ 125 XE tem público fiel, mas o comprador olha muito o estado do motor e da suspensão. Anotar as horas de uso e cada serviço feito facilita muito essa conversa.
Nova ou usada: qual XTZ 125 XE vale mais a pena para você
Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da XTZ 125 XE pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
- Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
- Revisões para manter a garantia. A garantia vem com uma condição: seguir o plano de revisões do manual, no prazo e no lugar indicados. Revisão atrasada ou feita fora da rede autorizada pode ser motivo para negar um reparo. Antes de comprar, pergunte na concessionária quanto custa cada revisão do período de garantia e some esse valor ao orçamento.
- Seminova: o meio-termo. Uma XTZ 125 XE com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
- Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
- Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.
Perguntas frequentes
Quantas gerações a XTZ 125 XE teve?
No catálogo são 2: XTZ 125 XE 2009–2016, XTZ 125 XE 2008.
Qual versão da XTZ 125 XE custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a XTZ 125 XE 2008 2008, com R$ 7.758.
Por que existem tantas versões da XTZ 125 XE?
Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.
Qual versão da XTZ 125 XE desvaloriza menos?
A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.
Posso transformar a versão básica na completa?
Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.
Qual a versão mais barata de manter?
A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.
As gerações da XTZ 125 XE mudam muito entre si?
Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.
Preço FIPE da XTZ 125 XE
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| XTZ 125 XE 2016 | R$ 12.003 |
| XTZ 125 XE 2015 | R$ 10.571 |
| XTZ 125 XE 2014 | R$ 10.195 |
| XTZ 125 XE 2013 | R$ 9.743 |
| XTZ 125 XE 2012 | R$ 8.564 |
| XTZ 125 XE 2011 | R$ 8.355 |
| XTZ 125 XE 2010 | R$ 8.151 |
| XTZ 125 XE 2009 | R$ 7.952 |
| XTZ 125 XE 2008 | R$ 7.758 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827065-1.