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Yamaha XTZ 125 XK 2013

Preço FIPE do ano-modelo 2013, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 125 XK usada.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina

FIPE 2013

R$ 8.549

Moto
Yamaha XTZ 125 XK
Ano-modelo
2013
Geração
2009–2013
Calibragem
dianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827066-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 XK

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Como é a XTZ 125 XK 2013

A XTZ 125 XK 2013, da Yamaha, é uma off-road de 124 cc. O ano-modelo 2013 faz parte da geração vendida de 2009 a 2013. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A XTZ 125 XK pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, o peso, 113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005); o tanque leva 10,6 litros; o banco fica a 840 mm do chão.

Preço FIPE da XTZ 125 XK 2013

Pela FIPE de outubro de 2026, a XTZ 125 XK ano 2013 está cotada em R$ 8.549. A do ano 2012 sai por R$ 8.340 (+2,5% de diferença).

Na comparação com as 14 motos off-road 2013 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 2 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto off-road

Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.

A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.

As versões da XTZ 125 em 2013

Em 2013, a família XTZ 125 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • XTZ 125 E 2013 (R$ 9.939): partida elétrica (nesta: pedal).
  • XTZ 125 K 2013 (R$ 8.434): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • XTZ 125 XE 2013 (R$ 9.743): partida elétrica (nesta: pedal).

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XTZ 125 XK 2013

Estas são as medidas que mais se procura para a XTZ 125 XK 2013. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma XTZ 125 XK 2013 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.

Cuidados que acompanham uma moto 2013

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 13 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.

Documentos e negociação da XTZ 125 XK 2013

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Uso fora de estrada e registro. Antes de tudo, saiba se o veículo tem registro para via pública. Modelos de competição e muitos quadriciclos saem de fábrica sem essa homologação e não podem ser emplacados depois só porque o dono quer. E quadriciclo registrado não se dirige com a categoria A: a habilitação exigida é a da categoria B.

Outras motos off-road 2013 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos off-road 2013 com valor FIPE perto do da XTZ 125 XK.

Outros anos da XTZ 125 XK

A XTZ 125 XK foi vendida em 6 anos-modelo, de 2008 a 2013. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XTZ 125 XK 2013

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Peso113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005)
Tanque10,6 litros
Altura do banco840 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa
Vela de igniçãoNGK CR7HSA
Relação (kit)passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
Óleo do motorSAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 125 XK 2013

As peças desta moto são as da geração 2009–2013. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XTZ 125 XK 2013?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 XK 2013 vale R$ 8.549 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas libras vai no pneu da XTZ 125 XK 2013?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi (147 kPa); traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (200 kPa) acima de 90 kg, com garupa. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a XTZ 125 XK 2013?

O peso informado pelo fabricante é 113 kg (com óleo, sem combustível; manual XTZ 125 2005).

Qual a cilindrada da XTZ 125 XK 2013?

A XTZ 125 XK 2013 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual o óleo da XTZ 125 XK 2013?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.

Quantos litros cabem no tanque da XTZ 125 XK 2013?

O tanque da XTZ 125 XK 2013 leva 10,6 litros.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.