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KTM 50 SX 1999–2012

Ficha técnica, preço FIPE e as 58 peças com página própria para a 50 SX fabricada de 1999 a 2012.

  • Off-road
  • 49 cc
  • Gasolina
  • Carburador
KTM 50 SX
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Óleo do motor óleo 2T JASO FC/FD, mistura referência
Filtro de ar espuma referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a KTM 50 SX

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Peças da 50 SX 1999–2012

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

50 SX 1999–2012: visão geral

Esta é a ficha da KTM 50 SX vendida nos anos-modelo de 1999 a 2012: uma off-road de 49 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 2.312 (1999) a R$ 14.988 (2012).

Como ler a ficha técnica da 50 SX

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da 50 SX e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar preguiçosa. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
  • Motor dois tempos. O motor dois tempos produz uma explosão a cada volta, não a cada duas, por isso é leve e tem muita disposição para o tamanho. Ele não tem óleo no cárter como o quatro tempos: o lubrificante vai misturado ao combustível ou num reservatório próprio. Costuma soltar fumaça, gostar de giro alto e pedir revisões de cilindro e pistão com mais frequência.

A 50 SX no dia a dia

Em trilha, a off-road faz o que nenhuma outra moto faz tão bem. O peso baixo deixa você levantar a frente em obstáculos, a suspensão absorve saltos e buracos e a posição em pé dá controle total. Subidas íngremes, pedras soltas e areia ficam ao alcance de quem tem técnica.

No uso urbano, as qualidades viram problemas. O banco alto incomoda no semáforo, o motor nervoso não gosta do anda e para e o pneu de cravo se desgasta rápido no asfalto. Com garupa, quase não há espaço. Para chegar à trilha rodando, aguenta trechos curtos de estrada; para o resto, outra moto atende melhor.

Peças de troca: as medidas da 50 SX

Na hora de comprar peça para a 50 SX desses anos, estas são as referências da ficha:

O que revisar na KTM 50 SX 1999–2012 e quando pensar em cada item

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a 50 SX 1999–2012, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Carburador. Moto carburada gosta de rodar. Parada por semanas, o combustível evapora na cuba e deixa verniz nos giclês. Se for guardar a moto, feche a torneira de combustível e deixe o motor ligado até a cuba esvaziar. Na revisão, a limpeza com produto adequado e a regulagem certa devolvem a marcha lenta estável.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.

A 50 SX 1999–2012 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 85%.

O que vigiar na 50 SX no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a 50 SX 1999–2012 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Vazamentos e manchas no chão. Coloque um papelão embaixo da moto durante a noite se suspeitar de vazamento. De manhã, a posição e a cor da mancha mostram a origem. Retentor da bengala, junta de tampa, bujão do cárter e mangueiras são os pontos mais comuns. Fluido de freio vazando é grave e pede atenção antes de rodar.
  • Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura rica demais.
  • Volta rápida antes de sair. Antes de ligar, dê uma volta em torno da moto. Olhe os pneus, procure manchas no chão, confira se não há nada solto ou pendurado e se os retrovisores estão no lugar. São trinta segundos que pegam muita coisa: um prego no pneu, um vazamento novo, um cabo fora do lugar. Faça disso um hábito, como colocar o capacete.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.

Acessórios que fazem sentido na 50 SX

Antes de encher a KTM 50 SX de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo sem marca aparente.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e o garfo.
  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar iluminado sempre que puder.
  • Protetor de mão. O protetor de mão cobre manetes e punhos, protegendo dos galhos na trilha, das pedras levantadas por outras motos e do vento frio na estrada. Num tombo, ainda evita que o manete quebre e deixe você sem freio ou embreagem. Os de alma de alumínio protegem mais em queda; os de plástico, mais do vento e da chuva.

Perguntas frequentes

Qual o valor da 50 SX 1999–2012 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 14.988, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Que bateria usa a 50 SX 1999–2012?

A bateria indicada é sem bateria.

Que óleo de motor usar na 50 SX 1999–2012?

A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura. O intervalo de troca está no manual.

A ficha da 50 SX muda entre 1999–2012?

O período 1999–2012 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Torque em baixa rotação é melhor?

A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.

Qual a autonomia da 50 SX?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Ficha técnica

Características
Cilindrada49 cc
CombustívelGasolina
MotorDois tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da 50 SX por ano

Ano-modeloPreço médio
50 SX 2012R$ 14.988
50 SX 2011R$ 11.464
50 SX 2010R$ 9.317
50 SX 2009R$ 7.592
50 SX 2008R$ 6.713
50 SX 2007R$ 6.097
50 SX 2006R$ 5.337
50 SX 2005R$ 5.020
50 SX 2004R$ 4.179
50 SX 2003R$ 3.490
50 SX 2002R$ 3.078
50 SX 2001R$ 2.755
50 SX 2000R$ 2.538
50 SX 1999R$ 2.312

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818004-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.