KTM 50 SX 2003
Preço FIPE do ano-modelo 2003, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 50 SX usada.
- Off-road
- 49 cc
- Gasolina
FIPE 2003
R$ 3.490
- Moto
- KTM 50 SX
- Ano-modelo
- 2003
- Geração
- 1999–2012
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818004-0. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaComo é a 50 SX 2003
A 50 SX 2003, da KTM, é uma off-road de 49 cc. Ela pertence à geração 1999–2012, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por carburador. A 50 SX pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco.
A 50 SX 2003 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a 50 SX ano 2003 está cotada em R$ 3.490. A do ano 2002 sai por R$ 3.078 (+13,4% de diferença); a de 2004 custa R$ 4.179. Comparada com a 2012 (R$ 14.988), a moto de 2003 custa 77% a menos: em média, perdeu 14,9% de valor a cada ano.
Na comparação com as 17 motos off-road 2003 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 0 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto off-road
Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.
Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.
Medidas de manutenção da 50 SX 2003
Medidas de manutenção da 50 SX 2003, com link para a página de cada peça:
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura
- Filtro de ar: espuma
- Fluido de freio: DOT 4
50 SX 2003 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma 50 SX, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Motor dois tempos. Na dois tempos, compressão e carburação dizem quase tudo. Partida que exige muitas tentativas, motor que não sobe de giro e falhas em alta podem ser desgaste de cilindro, pistão ou anéis, ou carburação errada. Veja o reservatório de óleo 2T, quando houver, e o escapamento. Peça de motor 2T antigo nem sempre é fácil de encontrar.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
Cuidados que acompanham uma moto 2003
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a 50 SX 2003 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Chicote e conectores. Uma moto de 23 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 23 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
Documentos e negociação da 50 SX 2003
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
A 50 SX em outros anos
Anos-modelo da 50 SX no catálogo, de 2012 a 1999, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da 50 SX 2003
| Cilindrada | 49 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Dois tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da 50 SX 2003
As peças desta moto são as da geração 1999–2012. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da 50 SX 2003?
Na referência de outubro de 2026, a KTM 50 SX 2003 vale R$ 3.490 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a 50 SX 2003?
A 50 SX 2003 tem 49 cc, com motor dois tempos e carburador.
Qual o óleo da 50 SX 2003?
A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura. Confira no manual o prazo de troca.
Como saber se a 50 SX 2003 tem recall pendente?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
Vale a pena comprar uma 50 SX 2003 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
Devo pagar o valor da FIPE?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para observar vazamentos, ruídos e falhas.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.