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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Suzuki DR-Z400E 2000–2012

O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a DR-Z400E desses anos, e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

Medida em conferência

Moto
Suzuki DR-Z400E
Anos
2000 a 2012
Cilindrada
398 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Suzuki DR-Z400E

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Suzuki DR-Z400E 2000–2012. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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O kit relação certo para a DR-Z400E 2000–2012

Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Suzuki DR-Z400E 2000–2012 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.

A medida da relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se possível, leve os números da coroa, do pinhão e da corrente que estão na moto.

Corrente, coroa e pinhão: o que o kit relação faz na DR-Z400E

Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.

O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.

Como o kit relação trabalha na DR-Z400E

Para entender o kit relação desta moto, vale olhar a ficha: a DR-Z400E é uma off-road de 398 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Na DR-Z400E, o freio traseiro é a disco e o suporte da pinça acompanha o eixo. Na troca do kit, cuide para o suporte voltar ao encaixe certo na balança e para as buchas espaçadoras ficarem do lado correto. Teste o freio antes de rodar.

Na terra, o kit relação sofre com lama, areia e pancadas. Em moto como a DR-Z400E, a suspensão tem curso longo, e a folga da corrente costuma ser maior do que numa street. Siga o valor do manual e limpe a corrente depois de cada trilha pesada.

Na DR-Z400E, a balança trabalha com monoamortecedor e, como em toda balança, a distância entre pinhão e coroa muda conforme a suspensão comprime. É por isso que a folga da corrente precisa ser medida do jeito que o manual manda: posição da moto e ponto de medição fazem diferença.

Como saber se a relação precisa de troca

Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.

  • Dentes da coroa em forma de gancho. Dente bom tem o perfil simétrico, com a ponta arredondada. Dente gasto fica fino, pontudo e inclinado para um lado, parecendo um serrote ou um gancho. Quando a coroa chega a esse ponto, ela já não segura bem a corrente.
  • Pinhão com dentes afinados. Como cada dente do pinhão trabalha muito mais vezes que um dente da coroa, ele é um bom indicador de desgaste. Dentes com a ponta afiada ou com marcas laterais pedem a troca do conjunto.
  • Elos duros ou travados. Passe a mão pela corrente com a moto parada: elos que não dobram com facilidade, ou que ficam formando um ângulo, estão travados por ferrugem ou falta de lubrificação. Eles causam tranco e aceleram o desgaste do conjunto.
  • Ferrugem e retentores ressecados. Corrente avermelhada de ferrugem perde a lubrificação interna e começa a travar elos. Se for do tipo com retentor, olhe os anéis entre as placas: se estão rachados ou saindo, a vida útil está no fim.
  • Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.

Como escolher o kit relação certo para a DR-Z400E

Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.

  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
  • Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.
  • Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
  • Estriado do pinhão. Confira se o pinhão é da aplicação certa: estrias, largura do cubo e sistema de fixação mudam entre motos. Pinhão que entra com folga no eixo bate, gasta as estrias e pode danificar o eixo de saída.
  • Linha comum ou reforçada. Em algumas linhas, a versão reforçada aparece com uma letra ao lado do passo. Ela é indicada para quem roda carregado, com garupa ou em uso pesado. Confira se a largura não encosta em tampas e protetores.

Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa

A troca do kit relação envolve tirar a roda traseira, soltar o pinhão e fechar a corrente. É serviço comum de oficina; em casa, só vale a pena para quem tem ferramentas, torquímetro e experiência com a roda traseira e o freio.

  1. Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque especificado pelo fabricante. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque indicado no manual e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
  9. Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.

Se a corrente continuar fazendo barulho, saindo da coroa ou gastando de lado depois da troca, leve a moto de volta à oficina. Pode ser alinhamento, coroa mal centralizada ou rolamento da roda com folga. Guarde bem a nota fiscal do kit para a garantia.

Manutenção da corrente no dia a dia

A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.

  • Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Água tira o lubrificante e deixa a corrente vulnerável à ferrugem. Depois de rodar na chuva ou de lavar a moto, seque a corrente e lubrifique de novo, mesmo que não esteja no prazo.
  • Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
  • Proteja do pó e da areia. Quem roda em estrada de terra ou perto da praia deve limpar e lubrificar com mais frequência. Areia e sal aceleram o desgaste e a ferrugem. Use lubrificante que não junte tanta sujeira.
  • Limpe sem agredir. Periodicamente, tire a sujeira acumulada antes de lubrificar. Solvente agressivo e escova de aço danificam os retentores e tiram a graxa interna. Produto próprio e pincel ou escova de náilon resolvem.

Erros comuns com o kit relação

Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.

  • Tirar elo para ganhar regulagem. Quando o esticador chega ao fim, cortar um elo faz a corrente "caber" de novo, mas ela já está alongada e os dentes, gastos. É só adiar a troca, com mais risco de quebra.
  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo usado de motor e graxa comum parecem resolver, mas grudam areia, sujam a roda e podem chegar ao pneu e ao freio, o que é perigoso. Lubrificante de corrente existe por um motivo.
  • Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.
  • Montar a presilha ao contrário. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha deve apontar para o sentido em que a corrente anda. Ao contrário, ela pode enganchar em algo e se soltar.

Valor da DR-Z400E e custo do reparo

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da DR-Z400E nesta geração ficam entre R$ 15.935 e R$ 22.942. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2012R$ 22.942
2009R$ 22.382
2008R$ 21.828
2007R$ 21.258
2006R$ 20.661
2005R$ 19.816
2004R$ 19.235
2003R$ 18.631

Outras peças da DR-Z400E 2000–2012

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Suzuki DR-Z400E 2000–2012

Perguntas frequentes

Por que a corrente da moto faz ruído?

Ruído de corrente quase sempre tem a ver com lubrificação ou folga. Se depois de limpar e regular o barulho continuar, olhe os dentes da coroa e do pinhão e a guia da corrente. Kit gasto faz barulho mesmo regulado.

Como medir a folga da corrente?

A folga certa está no manual e, em muitas motos, numa etiqueta na balança. Meça no meio do trecho de baixo, entre pinhão e coroa, com a moto apoiada como o manual indica, girando a roda e ajustando pelo ponto mais esticado.

Corrente com retentor vale a pena?

Em geral, vale para quem roda bastante. Os retentores seguram a lubrificação interna e protegem contra sujeira. A manutenção continua necessária, com produtos que não ataquem a borracha, e a largura precisa caber na moto.

Qual a vida útil da corrente da moto?

Varia bastante. Um kit com corrente lubrificada e regulada dura muito mais que um rodando seco e frouxo. Uso em terra, areia e chuva encurta a vida. O momento da troca é dado pelos sinais de desgaste, não por um número fixo.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos