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Yamaha TT-R 125LE 2008–2011

Ficha técnica, preço FIPE e as 65 peças com página própria para a TT-R 125LE fabricada de 2008 a 2011.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Yamaha TT-R 125LE
Imagem ilustrativa.

Lojas e oficinas para a Yamaha TT-R 125LE

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Peças da TT-R 125LE 2008–2011

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

TT-R 125LE 2008–2011: visão geral

A Yamaha TT-R 125LE nos anos-modelo de 2008 a 2011 é uma off-road de 124 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma TT-R 125LE desta geração custa entre R$ 8.289 e R$ 9.666, conforme o ano.

Como ler a ficha técnica da TT-R 125LE

  • Potência: 10 cv a 8.000 rpm
  • Torque: 9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm
  • Peso: 84 kg (seco)
  • Tanque: 6 litros
  • Altura do banco: 805 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração
  • Câmbio: manual
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 8,4 kg/cv

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da TT-R 125LE 2008–2011 significa na prática.

  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar o peso extra de uma viagem.
  • Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item para vigiar de perto.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo ligado sem andar.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.

A TT-R 125LE no dia a dia

A off-road vive na terra. Leve, alta e com suspensão de curso muito longo, a TT-R 125LE sobe barranco, atravessa erosão e passa em lama onde outras motos atolam. O motor responde rápido, e o pneu de cravo agarra no chão solto. Em trilha, é pura diversão e controle.

Fora desse terreno, ela sofre. No asfalto, o pneu de cravo vibra e escorrega na curva molhada, o banco estreito cansa e o tanque pequeno limita o alcance. Garupa, quando permitido, é desconfortável. Na estrada, falta proteção e sobra giro. Não é moto de entrega nem de deslocamento diário: é ferramenta de lazer e esporte, com manutenção frequente.

Manutenção da TT-R 125LE: o que cada sistema pede

O manual da Yamaha TT-R 125LE traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.

  • Aletas e ventilação do motor. Sem líquido, a temperatura depende do ar circulando pelas aletas. Mantenha essa área limpa, principalmente depois de rodar em terra e lama, e evite acessórios que tampem a frente do motor. Óleo no nível e na especificação certos também ajudam a controlar o calor. Se houver radiador de óleo, cuide para não amassar a colmeia.
  • Carburador. Moto carburada gosta de rodar. Parada por semanas, o combustível evapora na cuba e deixa verniz nos giclês. Se for guardar a moto, feche a torneira de combustível e deixe o motor ligado até a cuba esvaziar. Na revisão, a limpeza com produto adequado e a regulagem certa devolvem a marcha lenta estável.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir trocas mais próximas.
  • Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da TT-R 125LE 2008–2011 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 14%.

Sinais que a Yamaha TT-R 125LE dá antes de um problema

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a TT-R 125LE.

  • Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
  • Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar entrada de umidade.
  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
  • Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só condensação, e é normal.

Acessórios para a TT-R 125LE 2008–2011: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a TT-R 125LE 2008–2011, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.
  • Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.
  • Corrente antifurto e alarme. Nenhum antifurto é infalível, mas cada camada torna a moto menos atraente para o ladrão. Corrente presa a um poste ou grade, alarme e rastreador funcionam melhor juntos. Na instalação de itens elétricos, peça ligação com fusível e relé, para não drenar a bateria com a moto parada.
  • Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo parecendo inteiro.

Perguntas frequentes

Qual a potência da TT-R 125LE 2008–2011?

Segundo o fabricante, 10 cv a 8.000 rpm.

Quantos quilos tem a TT-R 125LE 2008–2011?

A ficha do fabricante informa 84 kg (seco).

Quantos litros tem o tanque da TT-R 125LE 2008–2011?

O tanque da TT-R 125LE desses anos comporta 6 litros.

A TT-R 125LE 2008–2011 é alta?

A altura do banco é de 805 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

Posso usar pneu de medida diferente na TT-R 125LE?

Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.

A TT-R 125LE aguenta levar garupa?

O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.

Ficha técnica

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Potência10 cv a 8.000 rpm
Torque9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm
Peso84 kg (seco)
Tanque6 litros
Altura do banco805 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da TT-R 125LE por ano

Ano-modeloPreço médio
TT-R 125LE 2011R$ 9.666
TT-R 125LE 2010R$ 9.360
TT-R 125LE 2009R$ 8.983
TT-R 125LE 2008R$ 8.289

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827063-5. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.