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Yamaha TT-R 125LE 2011

Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma TT-R 125LE usada.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina
  • 10,0 cv
Yamaha TT-R 125LE 2011
Imagem ilustrativa.

FIPE 2011

R$ 9.666

Moto
Yamaha TT-R 125LE
Ano-modelo
2011
Geração
2008–2011
Calibragem
dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827063-5. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha TT-R 125LE

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Como é a TT-R 125LE 2011

A TT-R 125LE 2011, da Yamaha, é uma off-road de 124 cc. O ano-modelo 2011 faz parte da geração vendida de 2008 a 2011. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. Há partida elétrica e pedal de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio traseiro é a tambor.

Na ficha do fabricante, a potência é de 10 cv a 8.000 rpm; o torque, 9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm; o peso, 84 kg (seco); o tanque leva 6 litros; o banco fica a 805 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 8,4 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da TT-R 125LE 2011

Pela FIPE de outubro de 2026, a TT-R 125LE ano 2011 está cotada em R$ 9.666. A TT-R 125LE 2010 fica em R$ 9.360 (+3,3% de diferença).

Entre as 28 motos off-road ano 2011 com preço na FIPE, 8 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A TT-R 125LE e o jeito off-road de andar

Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.

Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.

O que muda entre as TT-R 125 2011

Em 2011, a família TT-R 125 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • TT-R 125E 2011 (R$ 5.820): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Medidas de manutenção da TT-R 125LE 2011

Estas são as medidas que mais se procura para a TT-R 125LE 2011. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

TT-R 125LE 2011 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.

A manutenção que uma TT-R 125LE 2011 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a TT-R 125LE 2011.

  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da TT-R 125LE ainda for a original, numa moto de 15 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 15 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.

Outras motos off-road 2011 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos off-road são as alternativas mais diretas à TT-R 125LE:

Todos os anos da TT-R 125LE

A TT-R 125LE foi vendida em 4 anos-modelo, de 2008 a 2011. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2011 · R$ 9.666
  • 2010 · R$ 9.360
  • 2009 · R$ 8.983
  • 2008 · R$ 8.289

Ficha técnica da TT-R 125LE 2011

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Potência10 cv a 8.000 rpm
Torque9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm
Peso84 kg (seco)
Tanque6 litros
Altura do banco805 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da TT-R 125LE 2011

As peças desta moto são as da geração 2008–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da TT-R 125LE 2011?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha TT-R 125LE 2011 vale R$ 9.666 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a potência da TT-R 125LE 2011?

Pela ficha do fabricante, 10 cv a 8.000 rpm, com torque de 9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm.

Quanto pesa a TT-R 125LE 2011?

O peso informado pelo fabricante é 84 kg (seco).

Qual a calibragem do pneu da TT-R 125LE 2011?

Com os pneus frios: dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a cilindrada da TT-R 125LE 2011?

A TT-R 125LE 2011 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantos litros cabem no tanque da TT-R 125LE 2011?

O tanque da TT-R 125LE 2011 leva 6 litros.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Uma moto 2011 ainda paga IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.

Como saber se a TT-R 125LE 2011 tem recall pendente?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.