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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Yamaha YZ 250 2000–2001

O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a YZ 250 desses anos, e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

Medida em conferência

Moto
Yamaha YZ 250
Anos
2000 a 2001
Cilindrada
249 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha YZ 250

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha YZ 250 2000–2001. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual kit relação comprar para a YZ 250 2000–2001

Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Yamaha YZ 250 2000–2001 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.

A medida da relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se possível, leve os números da coroa, do pinhão e da corrente que estão na moto.

Para que serve o kit relação da YZ 250

O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.

A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.

O kit relação na YZ 250: o que a ficha diz

Para entender o kit relação desta moto, vale olhar a ficha: a YZ 250 é uma off-road de 249 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

Na terra, o kit relação sofre com lama, areia e pancadas. Em moto como a YZ 250, a suspensão tem curso longo, e a folga da corrente costuma ser maior do que numa street. Siga o valor do manual e limpe a corrente depois de cada trilha pesada.

Com suspensão traseira monoamortecida, como em qualquer balança, a corrente estica e afrouxa conforme a balança sobe e desce. A folga do manual já leva isso em conta. Apertar além dela deixa a corrente esticada demais com a suspensão comprimida.

Com freio a disco atrás, a remontagem da roda pede atenção ao suporte da pinça e às buchas. Pinça fora do lugar arrasta ou desalinha o disco. Depois do serviço, acione o pedal algumas vezes antes de sair.

Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão

Corrente gasta não arrebenta do nada: antes ela faz barulho, perde a regulagem e marca os dentes. Vale conhecer os sinais para trocar no tempo certo, sem esperar a pane.

  • Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
  • Dentes da coroa em forma de gancho. Dente bom tem o perfil simétrico, com a ponta arredondada. Dente gasto fica fino, pontudo e inclinado para um lado, parecendo um serrote ou um gancho. Quando a coroa chega a esse ponto, ela já não segura bem a corrente.
  • Esticador no fim do curso. Repare nas marcas de regulagem perto do eixo traseiro. Quando o ajuste chega ao fim da escala, a corrente passou do ponto. Tirar elo para ganhar curso é gambiarra: a coroa e o pinhão também já estão gastos.
  • Elos duros ou travados. Passe a mão pela corrente com a moto parada: elos que não dobram com facilidade, ou que ficam formando um ângulo, estão travados por ferrugem ou falta de lubrificação. Eles causam tranco e aceleram o desgaste do conjunto.
  • Pinhão com dentes afinados. O pinhão tem menos dentes e gira mais vezes que a coroa, então costuma gastar mais rápido. Com a tampa aberta, repare se os dentes estão finos, pontudos ou com degrau. Pinhão gasto também condena o kit.

Como escolher o kit relação certo para a YZ 250

Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.

  • Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
  • Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
  • Passo da corrente. O primeiro número que importa é o passo. Uma corrente 428 não trabalha numa coroa 520, e vice-versa. Confira o passo gravado nas placas da corrente ou indicado na ficha antes de pensar em qualquer outro detalhe.
  • Dentes da coroa e do pinhão. O número de dentes define a relação. Para manter o comportamento original da moto, use os mesmos números da peça de fábrica. Os dentes costumam vir gravados na própria coroa e no pinhão.

Troca do kit relação passo a passo

A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.

  1. Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque do manual. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
  9. Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.

A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.

Como fazer o kit relação da YZ 250 durar mais

A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.

  • Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Água tira o lubrificante e deixa a corrente vulnerável à ferrugem. Depois de rodar na chuva ou de lavar a moto, seque a corrente e lubrifique de novo, mesmo que não esteja no prazo.
  • Lubrifique com frequência. O lubrificante deve chegar entre as placas e os roletes, no lado interno da corrente. Aplique devagar, girando a roda, espere alguns minutos e passe um pano para tirar o que sobrou.
  • Confira a folga regularmente. A folga muda com o uso. Confira com frequência, no meio do trecho de baixo da corrente, com a moto apoiada como o manual indica. Muitas motos trazem a folga certa numa etiqueta na balança.
  • Mantenha a roda alinhada. Alinhamento é parte da regulagem. As marcas dos dois lados da balança precisam bater. Se a coroa mostra desgaste só de um lado, a roda está ou esteve desalinhada.

O que não fazer com a corrente da moto

Alguns tropeços com a relação parecem economia, mas custam um kit novo antes da hora, ou coisa pior, se a corrente soltar.

  • Deixar a corrente esticada demais. Apertar além da conta não deixa a corrente "mais firme": faz ela gastar mais rápido e castiga rolamentos. A folga certa existe por causa do movimento da balança.
  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.
  • Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Muita regulagem de corrente termina com eixo mal apertado ou freio fora do ponto. Os dois precisam ser revisados toda vez que a roda é movida.
  • Tirar elo para ganhar regulagem. Encurtar corrente gasta é gambiarra. O fim do curso do esticador é exatamente o aviso de que o kit acabou.

O kit relação nos outros anos da YZ 250

No catálogo, a YZ 250 aparece em 5 gerações, somando 1 versão entre 2000 e 2027. As medidas do kit relação desta família ainda estão em conferência no catálogo.

Quanto vale a YZ 250 2000–2001

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha YZ 250 dos anos 2000–2001 vai de R$ 12.061 (2000) a R$ 13.125 (2001). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da YZ 250

VersãoAnosMedida
YZ 250 2024–2027 em conferência
YZ 250 2015–2023 em conferência
YZ 250 2005–2014 em conferência
YZ 250 2002–2004 em conferência
YZ 250 (esta página) 2000–2001 em conferência

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da YZ 250 2000–2001

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha YZ 250 2000–2001

Perguntas frequentes

Por que a corrente da moto faz ruído?

Ruído de corrente quase sempre tem a ver com lubrificação ou folga. Se depois de limpar e regular o barulho continuar, olhe os dentes da coroa e do pinhão e a guia da corrente. Kit gasto faz barulho mesmo regulado.

Com que frequência devo lubrificar a corrente?

A frequência depende do uso. Em geral, lubrificar com regularidade e sempre depois que a corrente molhar já resolve. Aplique na corrente limpa, do lado de dentro, e tire o excesso.

Vale a pena colocar coroa maior?

Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.

É normal o kit novo afrouxar logo?

Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos