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Yamaha YZ 250 2000

Preço FIPE do ano-modelo 2000, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YZ 250 usada.

  • Off-road
  • 249 cc
  • Gasolina
Yamaha YZ 250 2000
Imagem ilustrativa.

FIPE 2000

R$ 12.061

Moto
Yamaha YZ 250
Ano-modelo
2000
Geração
2000–2001
Calibragem
dianteiro e traseiro 15 psi (100 kPa / 1,0 kgf/cm²)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827042-2. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha YZ 250

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Como é a YZ 250 2000

Do ano-modelo 2000, a Yamaha YZ 250 é uma off-road de 249 cc. Ela pertence à geração 2000–2001, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por carburador. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, o peso, 104,5 kg (com óleo e tanque cheio); o tanque leva 8,0 litros; o banco fica a 998 mm do chão.

Preço FIPE da YZ 250 2000

Pela FIPE de outubro de 2026, a YZ 250 ano 2000 está cotada em R$ 12.061. A de 2001 custa R$ 13.125. Comparada com a 2027 (R$ 62.489), a moto de 2000 custa 81% a menos: em média, perdeu 5,9% de valor a cada ano.

Na comparação com as 36 motos off-road 2000 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 33 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A YZ 250 e o jeito off-road de andar

Quem procura uma off-road quer diversão fora do asfalto, seja em trilha de fim de semana, seja em competição. Leveza, suspensão longa e motor esperto fazem dela uma moto capaz de subir barranco, passar em lama e saltar, mas cobram em manutenção: filtro de ar, óleo, transmissão e suspensão pedem atenção constante.

Antes de comprar, esclareça se a moto tem documento para rua ou se é só de uso fora de estrada. E examine com cuidado quadro, rodas e rolamentos, que sofrem muito nesse uso, além do estado do motor.

Peças e medidas da YZ 250 2000

Medidas de manutenção da YZ 250 2000, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma YZ 250 2000 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Motor dois tempos. Motor dois tempos solta alguma fumaça por natureza, porque queima óleo junto com a gasolina. O que preocupa é fumaça exagerada, partida difícil, falta de força em alta e batida. Pergunte como o óleo 2T é usado: misturado no tanque ou por bomba própria. Se a bomba foi eliminada, a mistura passa a depender sempre de quem abastece.

O que a idade pede na Yamaha YZ 250 2000

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a YZ 250 2000.

  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 26 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 26 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 26 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Uso fora de estrada e registro. Antes de tudo, saiba se o veículo tem registro para via pública. Modelos de competição e muitos quadriciclos saem de fábrica sem essa homologação e não podem ser emplacados depois só porque o dono quer. E quadriciclo registrado não se dirige com a categoria A: a habilitação exigida é a da categoria B.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.

Alternativas à YZ 250 2000

Quem procura uma YZ 250 2000 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Outros anos da YZ 250

Anos-modelo da YZ 250 no catálogo, de 2027 a 2000, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da YZ 250 2000

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Peso104,5 kg (com óleo e tanque cheio) conferido
Tanque8,0 litros conferido
Altura do banco998 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro e traseiro 15 psi (100 kPa / 1,0 kgf/cm²) conferido
Óleo do motoróleo 2T JASO FC/FD, mistura na gasolina
Características
MotorDois tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da YZ 250 2000

As peças desta moto são as da geração 2000–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da YZ 250 2000?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YZ 250 2000 vale R$ 12.061 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quanto pesa a YZ 250 2000?

O peso informado pelo fabricante é 104,5 kg (com óleo e tanque cheio).

Quantos litros cabem no tanque da YZ 250 2000?

O tanque da YZ 250 2000 leva 8,0 litros.

Que óleo usar na YZ 250 2000?

A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura na gasolina. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a cilindrada da YZ 250 2000?

A YZ 250 2000 tem 249 cc, com motor dois tempos e carburador.

Qual a calibragem do pneu da YZ 250 2000?

Com os pneus frios: dianteiro e traseiro 15 psi (100 kPa / 1,0 kgf/cm²). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.

Vale a pena comprar uma YZ 250 2000 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.