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Bobina de pulso (sensor) da Yamaha YZ 250 2002–2004

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a YZ 250 desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

YZ 250 2002–2004

Moto
Yamaha YZ 250
Anos
2002 a 2004
Cilindrada
249 cc
Alimentação
Carburador
Partida
Pedal

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Yamaha YZ 250

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Qual bobina de pulso comprar para a YZ 250 2002–2004

Para a bobina de pulso, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a YZ 250 e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2002–2004), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a YZ 250 2002–2004; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Para que serve a bobina de pulso da YZ 250

A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.

Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.

O que muda na bobina de pulso da YZ 250

A YZ 250 2002–2004 é uma off-road de 249 cc. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. A YZ 250 pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico.

Na YZ 250, que é carburada, o pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Quando a moto fica sem faísca, a bobina de pulso e o CDI são medidos juntos, porque os sintomas de defeito em um e em outro são muito parecidos.

Motor dois tempos é sensível ao ponto de ignição. Se a YZ 250 perdeu força ou esquenta demais depois de mexer na base do estator, a posição da bobina de pulso pode ter mudado.

Na partida a pedal, o motor gira mais devagar do que rodando, e o pulso gerado é mais fraco. Bobina de pulso no limite pode dificultar muito a partida da YZ 250. Pisada firme e completa ajuda, mas não compensa um sensor ruim.

Como saber se a bobina de pulso está falhando

A bobina de pulso divide a maior parte dos sintomas com o CDI, a bobina de ignição e a fiação. Os sinais abaixo ajudam a levantar a suspeita, mas a confirmação vem com medição.

  • Fio ressecado ou rompido. Confira o chicote da bobina de pulso do sensor até o conector. Isolamento rachado, fio esmagado ou emenda malfeita são causas comuns de falha.
  • Moto que apaga quente e volta fria. O motor funciona bem frio, apaga depois de rodar um tempo e só pega de novo quando esfria. É o sintoma mais típico de bobina de pulso com o enrolamento ou o isolamento no fim, que deixa de gerar sinal quando esquenta.
  • Partida difícil. A moto demora para pegar e, quando pega, funciona normal. Com o motor girando devagar na partida, um sensor fraco gera pulso fraco demais para o módulo reconhecer.
  • Falha numa faixa de rotação. Falha que aparece sempre na mesma rotação pode ser sinal irregular do sensor. Mas carburação, injeção e vela também causam esse sintoma, então o diagnóstico precisa ser completo.

O que conferir antes de comprar a bobina de pulso

A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.

  • Original ou reposição. Bobina de pulso de qualidade ruim pode funcionar fria e falhar quente, exatamente o defeito que você queria resolver. Prefira procedência conhecida, com nota e garantia.
  • Diagnóstico confirmado. Peça para medir a resistência da bobina de pulso e, se possível, a tensão de pico gerada na partida, comparando com o manual de serviço. Sem isso, a troca é um chute.
  • Aplicação da moto. Informe modelo, ano e, se tiver, o código da peça original. Sensores com a mesma aparência podem gerar sinais diferentes, e o módulo da sua moto espera um sinal específico.
  • Formato e fixação. O sensor precisa ficar na mesma posição e à mesma distância do rotor que o original. Peça com furação ou altura diferente muda essa folga e atrapalha o sinal.

Troca da bobina de pulso passo a passo

A peça é pequena, mas o acesso exige abrir o motor em muitas motos. A sequência abaixo mostra o que deve ser feito, com os detalhes do manual de serviço.

  1. Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
  2. Desligue a bateria. Bateria desligada e conector solto antes de mexer no motor. Isso evita curto e protege o módulo de ignição ou a central.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Em muitas motos, abrir a tampa do rotor exige drenar o óleo. Retire com firmeza, sem alavancar na superfície da junta, para não marcar a vedação.
  4. Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
  5. Limpe rotor e região. Limpe a limalha do rotor e do local do sensor. Confira o ressalto do rotor: ele precisa estar inteiro e sem marcas de batida.
  6. Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
  7. Acomode o fio e feche. Passe o fio pelo mesmo caminho, assente a borracha de passagem com o vedante indicado, se houver, e feche a tampa com junta nova, apertando em cruz. Complete o óleo.
  8. Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.

Quando o acesso exige tirar o rotor ou quando a posição do sensor define o ponto de ignição, o serviço deve ser feito na oficina, com o manual de serviço e as ferramentas certas.

Cuidados com a bobina de pulso

A bobina de pulso trabalha num lugar quente e com vibração. Alguns cuidados com o motor e a fiação ajudam a evitar falhas.

  • Evite superaquecimento. Motor que trabalha quente demais, por falta de óleo, mistura pobre ou problema de arrefecimento, acelera o envelhecimento da bobina de pulso. Resolver o superaquecimento protege a ignição toda.
  • Atenção à limalha. Limalha no óleo é aviso do motor. O ímã do sensor e do rotor junta essas partículas, e muita sujeira ali pede avaliação.
  • Fiação bem presa. Depois de qualquer serviço no motor, confira se o chicote da bobina de pulso voltou para as presilhas. Fio encostado no escapamento derrete.

Erros que fazem trocar peça à toa

A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.

  • Medir só com o motor frio. Teste frio pode dar resultado bom e esconder o defeito. Meça logo depois que a falha acontecer, com o motor ainda quente.
  • Reaproveitar a junta. Junta usada não veda direito. Reaproveitar é vazamento de óleo na tampa logo depois do serviço, sujeira no motor e retrabalho garantido.
  • Trocar sem medir. O sensor deve ser medido, de preferência quente, antes da troca. A medição custa pouco perto de uma tampa aberta sem necessidade.

A YZ 250 ao longo dos anos

A família YZ 250 reúne 1 versão e 5 gerações no catálogo, de 2000 a 2027. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar a bobina de pulso de uma YZ 250 2024–2027, YZ 250 2015–2023, YZ 250 2005–2014, compare o código ou a peça física.

A YZ 250 na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da YZ 250 nesta geração ficam entre R$ 13.551 e R$ 16.620. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

AnoFIPE
2004R$ 16.620
2003R$ 16.214
2002R$ 13.551

Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da YZ 250

VersãoAnos
YZ 250 2024–2027
YZ 250 2015–2023
YZ 250 2005–2014
YZ 250 (esta página) 2002–2004
YZ 250 2000–2001

Outras peças da YZ 250 2002–2004

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha YZ 250 2002–2004

Perguntas frequentes

Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na YZ 250?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a YZ 250 2002–2004. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Bobina de pulso de outra moto serve?

Não é recomendável sem conferir. Sensor de outro modelo pode encaixar e não funcionar direito, deixando a moto fraca ou falhando. Compre pela aplicação da sua moto e compare com a peça velha.

A folga da bobina de pulso importa?

Importa. Em motos em que o manual especifica folga entre o sensor e o ressalto do rotor, ela deve ser conferida com calibre de lâminas. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar e danificar a peça.

Dá para medir a bobina de pulso com multímetro?

Dá, em parte. A resistência mostra se a bobina está aberta ou em curto, mas um sensor que falha quente pode medir normal frio. A tensão de pico na partida, comparada ao manual, é o teste mais confiável.

Bobina de pulso e sensor de rotação são a mesma coisa?

Na prática, cumprem a mesma função: informar a posição e a rotação do virabrequim. Nas motos carburadas, o nome mais usado é bobina de pulso; nas injetadas, é comum chamar de sensor de posição do virabrequim, ou CKP.

Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos