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Dafra Citycom 300i 2014

Preço FIPE do ano-modelo 2014, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Citycom 300i usada.

  • Scooter
  • 264 cc
  • Gasolina
  • 23,0 cv
Dafra Citycom 300i 2014
Imagem ilustrativa.

FIPE 2014

R$ 11.447

Moto
Dafra Citycom 300i
Ano-modelo
2014
Geração
2011–2016
Calibragem
dianteiro 25 psi (só piloto) / 28 psi (carga máxima); traseiro 25 psi (só piloto) / 32 psi (carga máxima)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 861010-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Dafra Citycom 300i

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Como é a Citycom 300i 2014

A Citycom 300i 2014, da Dafra, é uma scooter de 264 cc. O ano-modelo 2014 faz parte da geração vendida de 2011 a 2016. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a Citycom 300i depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. Em vez de corrente, a Citycom 300i usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 23 cv (16,9 kW) a 7.500 rpm; o torque, 2,40 kgf.m (23,5 N.m) a 5.500 rpm; o peso, 182 kg (seco); o tanque leva 10 litros (reserva de 1,5 L); o banco fica a 800 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 7,9 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Quanto vale a Citycom 300i 2014

Pela FIPE de outubro de 2026, a Citycom 300i ano 2014 está cotada em R$ 11.447. A do ano 2013 sai por R$ 10.441 (+9,6% de diferença); a de 2015 custa R$ 12.081. Comparada com a 2016 (R$ 12.384), a moto de 2014 custa 8% a menos: em média, perdeu 3,9% de valor a cada ano.

Entre as 20 motos scooter ano 2014 com preço na FIPE, 13 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma scooter

Na scooter, o motor e a transmissão ficam juntos, perto da roda traseira, e o piloto viaja sentado, com os pés apoiados no assoalho. O câmbio, na grande maioria, é CVT, com correia e polias que ajustam a relação sozinhas. Proteção contra respingos, porta-objetos e facilidade de pilotagem são os pontos fortes.

Quem compra usada deve perguntar pelas revisões da transmissão, que têm prazo no manual, e olhar o estado das carenagens e do assoalho. Em scooter elétrica, o histórico de carga e a autonomia atual entram no lugar da correia.

Peças e medidas da Citycom 300i 2014

Estas são as medidas que mais se procura para a Citycom 300i 2014. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Dafra Citycom 300i 2014 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Transmissão automática (CVT). Na saída, a moto deve arrancar macia, sem trepidar nem dar tranco. Trepidação ao sair do zero costuma ser embreagem centrífuga ou campana gastas; ruído de raspagem ou chiado vindo da tampa da transmissão pode ser rolete, correia ou polia no fim. Pergunte quando a correia foi trocada e compare com o prazo do manual.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.

O que a idade pede na Dafra Citycom 300i 2014

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Citycom 300i 2014.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 12 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 12 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.

Outras motos scooter 2014 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos scooter 2014 com valor FIPE perto do da Citycom 300i.

Todos os anos da Citycom 300i

A Citycom 300i foi vendida em 6 anos-modelo, de 2011 a 2016. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2016 · R$ 12.384
  • 2015 · R$ 12.081
  • 2014 · R$ 11.447
  • 2013 · R$ 10.441
  • 2012 · R$ 10.186
  • 2011 · R$ 9.402

Ficha técnica da Citycom 300i 2014

Medidas e especificações
Cilindrada264 cc
CombustívelGasolina
Potência23 cv (16,9 kW) a 7.500 rpm
Torque2,40 kgf.m (23,5 N.m) a 5.500 rpm
Peso182 kg (seco)
Tanque10 litros (reserva de 1,5 L)
Altura do banco800 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi (só piloto) / 28 psi (carga máxima); traseiro 25 psi (só piloto) / 32 psi (carga máxima)
Pneu dianteiro110/70-16 52P
Pneu traseiro140/70-16 65P
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Citycom 300i 2014

As peças desta moto são as da geração 2011–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Citycom 300i 2014 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Dafra Citycom 300i 2014 vale R$ 11.447 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da Citycom 300i 2014?

A Citycom 300i 2014 tem 264 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a potência da Citycom 300i 2014?

Pela ficha do fabricante, 23 cv (16,9 kW) a 7.500 rpm, com torque de 2,40 kgf.m (23,5 N.m) a 5.500 rpm.

Qual a calibragem do pneu da Citycom 300i 2014?

Com os pneus frios: dianteiro 25 psi (só piloto) / 28 psi (carga máxima); traseiro 25 psi (só piloto) / 32 psi (carga máxima). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a Citycom 300i 2014?

O peso informado pelo fabricante é 182 kg (seco).

Qual pneu usa a Citycom 300i 2014?

Dianteiro 110/70-16 52P e traseiro 140/70-16 65P.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

É seguro comprar moto anunciada na internet?

É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.