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Dafra Citycom 300i 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Citycom 300i usada.

  • Scooter
  • 264 cc
  • Gasolina
  • 23,0 cv
Dafra Citycom 300i 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 12.384

Moto
Dafra Citycom 300i
Ano-modelo
2016
Geração
2011–2016
Calibragem
dianteiro 25 psi (só piloto) / 28 psi (carga máxima); traseiro 25 psi (só piloto) / 32 psi (carga máxima)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 861010-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Dafra Citycom 300i

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Citycom 300i 2016: o essencial

A Citycom 300i 2016, da Dafra, é uma scooter de 264 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2011 a 2016. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, a potência é de 23 cv (16,9 kW) a 7.500 rpm; o torque, 2,40 kgf.m (23,5 N.m) a 5.500 rpm; o peso, 182 kg (seco); o tanque leva 10 litros (reserva de 1,5 L); o banco fica a 800 mm do chão. Isso dá cerca de 7,9 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Preço FIPE da Citycom 300i 2016

Pela FIPE de outubro de 2026, a Citycom 300i ano 2016 está cotada em R$ 12.384. A do ano 2015 sai por R$ 12.081 (+2,5% de diferença).

Entre as 23 motos scooter ano 2016 com preço na FIPE, 7 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma scooter

A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.

As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.

Peças e medidas da Citycom 300i 2016

Para a manutenção da Citycom 300i 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Dafra Citycom 300i 2016 usada: o que olhar

Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.

A manutenção que uma Citycom 300i 2016 pede

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 10 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.

Motos parecidas com a Citycom 300i 2016

Quem procura uma Citycom 300i 2016 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

A Citycom 300i em outros anos

A Citycom 300i foi vendida em 6 anos-modelo, de 2011 a 2016. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2016 · R$ 12.384
  • 2015 · R$ 12.081
  • 2014 · R$ 11.447
  • 2013 · R$ 10.441
  • 2012 · R$ 10.186
  • 2011 · R$ 9.402

Ficha técnica da Citycom 300i 2016

Medidas e especificações
Cilindrada264 cc
CombustívelGasolina
Potência23 cv (16,9 kW) a 7.500 rpm
Torque2,40 kgf.m (23,5 N.m) a 5.500 rpm
Peso182 kg (seco)
Tanque10 litros (reserva de 1,5 L)
Altura do banco800 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi (só piloto) / 28 psi (carga máxima); traseiro 25 psi (só piloto) / 32 psi (carga máxima)
Pneu dianteiro110/70-16 52P
Pneu traseiro140/70-16 65P
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Citycom 300i 2016

As peças desta moto são as da geração 2011–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Citycom 300i 2016?

Na referência de outubro de 2026, a Dafra Citycom 300i 2016 vale R$ 12.384 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a Citycom 300i 2016?

Dianteiro 110/70-16 52P e traseiro 140/70-16 65P.

Quantos litros cabem no tanque da Citycom 300i 2016?

O tanque da Citycom 300i 2016 leva 10 litros (reserva de 1,5 L).

Quanto pesa a Citycom 300i 2016?

O peso informado pelo fabricante é 182 kg (seco).

Qual a cilindrada da Citycom 300i 2016?

A Citycom 300i 2016 tem 264 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a calibragem do pneu da Citycom 300i 2016?

Com os pneus frios: dianteiro 25 psi (só piloto) / 28 psi (carga máxima); traseiro 25 psi (só piloto) / 32 psi (carga máxima). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

É seguro comprar moto anunciada na internet?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.

Como saber se a Citycom 300i 2016 tem recall pendente?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Como fica o seguro de uma Citycom 300i 2016?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.