Honda SH 300i 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma SH 300i usada.
- Scooter
- 279 cc
- Gasolina
- 25,9 cv
- ABS
FIPE 2016
R$ 14.271
- Moto
- Honda SH 300i
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2016–2021
- Calibragem
- dianteiro 29 psi; traseiro 36 psi
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811140-5. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaComo é a SH 300i 2016
A Honda SH 300i 2016 é uma scooter de 279 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2016 a 2021. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a SH 300i depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, a potência é de 25,9 cv a 7.500 rpm (manual 2019); o torque, 2,70 kgf.m a 5.000 rpm; o peso, 162 kg (seco); o tanque leva 9,1 litros; o banco fica a 805 mm do chão. Isso dá cerca de 6,3 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a SH 300i 2016
Pela FIPE de outubro de 2026, a SH 300i ano 2016 está cotada em R$ 14.271. A de 2017 custa R$ 15.733. Comparada com a 2021 (R$ 18.361), a moto de 2016 custa 22% a menos: em média, perdeu 4,9% de valor a cada ano.
Entre as 23 motos scooter ano 2016 com preço na FIPE, 8 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A SH 300i e o jeito scooter de andar
Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.
Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.
Peças e medidas da SH 300i 2016
Medidas de manutenção da SH 300i 2016, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 110/70-16
- Pneu traseiro: 130/70-16
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi; traseiro 36 psi
Comprando uma Honda SH 300i 2016 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Transmissão automática (CVT). O câmbio automático tem peças de desgaste escondidas atrás da tampa: correia, roletes, polias e embreagem. Num teste curto já aparecem tranco ou vibração na arrancada, motor que sobe de giro e demora a empurrar a moto e assobio constante. Se o histórico não mostra a troca da correia no prazo, inclua essa troca na negociação.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
Cuidados que acompanham uma moto 2016
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da SH 300i ainda for a original, numa moto de 10 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 10 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
Motos parecidas com a SH 300i 2016
Quem procura uma SH 300i 2016 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Motorino Velocette 150 2016 · R$ 14.535 · 150 cc
- Piaggio Liberty S 150 iGet 2016 · R$ 14.563 · 155 cc
- Dafra Citycom 300i 2016 · R$ 12.384 · 264 cc
- Honda PCX 150 2016 · R$ 12.130 · 149 cc
- Motorino Cappuccino 150 2016 · R$ 11.487 · 150 cc
- Dafra Maxsym 400i 2016 · R$ 17.712 · 399 cc
Todos os anos da SH 300i
A SH 300i foi vendida em 6 anos-modelo, de 2016 a 2021. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da SH 300i 2016
| Cilindrada | 279 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 25,9 cv a 7.500 rpm (manual 2019) conferido |
| Torque | 2,70 kgf.m a 5.000 rpm conferido |
| Peso | 162 kg (seco) conferido |
| Tanque | 9,1 litros conferido |
| Altura do banco | 805 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi; traseiro 36 psi conferido |
| Pneu dianteiro | 110/70-16 |
| Pneu traseiro | 130/70-16 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da SH 300i 2016
As peças desta moto são as da geração 2016–2021. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da SH 300i 2016?
Na referência de outubro de 2026, a Honda SH 300i 2016 vale R$ 14.271 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos cavalos tem a SH 300i 2016?
Pela ficha do fabricante, 25,9 cv a 7.500 rpm (manual 2019), com torque de 2,70 kgf.m a 5.000 rpm.
Quanto pesa a SH 300i 2016?
O peso informado pelo fabricante é 162 kg (seco).
Qual a capacidade do tanque da SH 300i 2016?
O tanque da SH 300i 2016 leva 9,1 litros.
Qual a calibragem do pneu da SH 300i 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 36 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual pneu usa a SH 300i 2016?
Dianteiro 110/70-16 e traseiro 130/70-16.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Devo pagar o valor da FIPE?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.