Honda PCX 150 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma PCX 150 usada.
- Scooter
- 149 cc
- Gasolina
- 13,1 cv
FIPE 2016
R$ 12.130
- Moto
- Honda PCX 150
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2016–2018
- Calibragem
- dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811116-2. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda PCX 150
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Anunciar nesta páginaA Honda PCX 150 2016 em resumo
A PCX 150 2016, da Honda, é uma scooter de 149 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2016 a 2018. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a PCX 150 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 13,1 cv a 8.500 rpm; o torque, 1,36 kgf.m a 5.000 rpm; o peso, 125 kg (seco); o tanque leva 8,0 litros (reserva de 1,1 L); o banco fica a 761 mm do chão. Isso dá cerca de 9,5 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
A PCX 150 2016 na tabela FIPE
O preço médio da PCX 150 2016 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 12.130. A PCX 150 2015 fica em R$ 11.645 (+4,2% de diferença); a de 2017 custa R$ 12.959. Comparada com a 2022 (R$ 16.648), a moto de 2016 custa 27% a menos: em média, perdeu 5,1% de valor a cada ano.
Entre as 23 motos scooter ano 2016 com preço na FIPE, 6 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma scooter
A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.
As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da PCX 150 2016
Estas são as medidas que mais se procura para a PCX 150 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10)
- Pneu dianteiro: 90/90-14
- Pneu traseiro: 100/90-14
- Lâmpada do farol: LED integrado
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
PCX 150 2016 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
A manutenção que uma PCX 150 2016 pede
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a PCX 150 2016.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
Outras motos scooter 2016 na mesma faixa de preço
Quem procura uma PCX 150 2016 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Dafra Citycom 300i 2016 · R$ 12.384 · 264 cc
- Motorino Cappuccino 150 2016 · R$ 11.487 · 150 cc
- Honda SH 300i 2016 · R$ 14.271 · 279 cc
- Motorino Velocette 150 2016 · R$ 14.535 · 150 cc
- Piaggio Liberty S 150 iGet 2016 · R$ 14.563 · 155 cc
- Honda Lead 110 2016 · R$ 9.368 · 108 cc
Outros anos da PCX 150
A PCX 150 foi vendida em 10 anos-modelo, de 2013 a 2022. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da PCX 150 2016
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 13,1 cv a 8.500 rpm conferido |
| Torque | 1,36 kgf.m a 5.000 rpm conferido |
| Peso | 125 kg (seco) conferido |
| Tanque | 8,0 litros (reserva de 1,1 L) conferido |
| Altura do banco | 761 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| Pneu dianteiro | 90/90-14 |
| Pneu traseiro | 100/90-14 |
| Lâmpada do farol | LED integrado |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da PCX 150 2016
As peças desta moto são as da geração 2016–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a PCX 150 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda PCX 150 2016 vale R$ 12.130 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos cavalos tem a PCX 150 2016?
Pela ficha do fabricante, 13,1 cv a 8.500 rpm, com torque de 1,36 kgf.m a 5.000 rpm.
Qual pneu usa a PCX 150 2016?
Dianteiro 90/90-14 e traseiro 100/90-14.
Quantas cilindradas tem a PCX 150 2016?
A PCX 150 2016 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a calibragem do pneu da PCX 150 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a capacidade do tanque da PCX 150 2016?
O tanque da PCX 150 2016 leva 8,0 litros (reserva de 1,1 L).
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.