Honda PCX 150 2017
Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma PCX 150 usada.
- Scooter
- 149 cc
- Gasolina
- 13,1 cv
FIPE 2017
R$ 12.959
- Moto
- Honda PCX 150
- Ano-modelo
- 2017
- Geração
- 2016–2018
- Calibragem
- dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811116-2. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda PCX 150
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Anunciar nesta páginaPCX 150 2017: o essencial
Do ano-modelo 2017, a Honda PCX 150 é uma scooter de 149 cc. O ano-modelo 2017 faz parte da geração vendida de 2016 a 2018. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a PCX 150 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, a potência é de 13,1 cv a 8.500 rpm; o torque, 1,36 kgf.m a 5.000 rpm; o peso, 125 kg (seco); o tanque leva 8,0 litros (reserva de 1,1 L); o banco fica a 761 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 9,5 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A PCX 150 2017 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a PCX 150 ano 2017 está cotada em R$ 12.959. A do ano 2016 sai por R$ 12.130 (+6,8% de diferença); a PCX 150 2018 está em R$ 13.283. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2022, R$ 16.648), a 2017 vale 22% menos, uma média de 4,9% por ano.
Na comparação com as 29 motos scooter 2017 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 10 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A PCX 150 e o jeito scooter de andar
A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.
As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.
Peças e medidas da PCX 150 2017
Estas são as medidas que mais se procura para a PCX 150 2017. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10)
- Pneu dianteiro: 90/90-14
- Pneu traseiro: 100/90-14
- Lâmpada do farol: LED integrado
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
O que conferir antes de comprar uma PCX 150 2017 usada
Uma moto 2017 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
O que a idade pede na Honda PCX 150 2017
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 9 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da PCX 150 ainda for a original, numa moto de 9 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
Outras motos scooter 2017 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos scooter são as alternativas mais diretas à PCX 150:
- Yamaha NMAX 160 2017 · R$ 13.060 · 155 cc
- Aprilia SR 150 2017 · R$ 12.774 · 155 cc
- Motorino Cappuccino 150 2017 · R$ 11.803 · 150 cc
- Honda SH 150i 2017 · R$ 11.753 · 150 cc
- Dafra Citycom S 300i 2017 · R$ 14.373 · 278 cc
- Kymco People GT 300i 2017 · R$ 15.025 · 299 cc
- Suzuki Burgman i 125 2017 · R$ 10.229 · 124 cc
- Honda SH 300i 2017 · R$ 15.733 · 279 cc
Outros anos da PCX 150
A PCX 150 foi vendida em 10 anos-modelo, de 2013 a 2022. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da PCX 150 2017
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 13,1 cv a 8.500 rpm conferido |
| Torque | 1,36 kgf.m a 5.000 rpm conferido |
| Peso | 125 kg (seco) conferido |
| Tanque | 8,0 litros (reserva de 1,1 L) conferido |
| Altura do banco | 761 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| Pneu dianteiro | 90/90-14 |
| Pneu traseiro | 100/90-14 |
| Lâmpada do farol | LED integrado |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da PCX 150 2017
As peças desta moto são as da geração 2016–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da PCX 150 2017?
Na referência de outubro de 2026, a Honda PCX 150 2017 vale R$ 12.959 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da PCX 150 2017?
A PCX 150 2017 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual pneu usa a PCX 150 2017?
Dianteiro 90/90-14 e traseiro 100/90-14.
Qual a calibragem do pneu da PCX 150 2017?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantos litros cabem no tanque da PCX 150 2017?
O tanque da PCX 150 2017 leva 8,0 litros (reserva de 1,1 L).
Quanto pesa a PCX 150 2017?
O peso informado pelo fabricante é 125 kg (seco).
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.