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Honda Lead 110 2010–2016

Ficha técnica, preço FIPE e as 60 peças com página própria para a Lead 110 fabricada de 2010 a 2016.

  • Scooter
  • 108 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Honda Lead 110
Imagem ilustrativa.

Resposta rápida

Honda Lead 110 2010–2016: scooter de 108 cc. Preço FIPE de R$ 7.525 (2010) a R$ 9.368 (2016), em outubro de 2026.

Motor
108 cc, 9,2 cv a 7.500 rpm
Tanque
6,5 litros (reserva de 1,8 L)
Peso
109 kg (seco)
Calibragem
25 psi na frente, 29 psi atrás
Pneus
90/90-12 44J na frente, 100/90-10 56J atrás
Bateria
12V 6Ah
Vela de ignição
NGK CR7EH-9

Ficha técnica · FIPE por ano · Peças

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 6Ah conferido
Vela de ignição NGK CR7EH-9 conferido
Pneu dianteiro 90/90-12 44J conferido
Pneu traseiro 100/90-10 56J conferido
Óleo do motor SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda Lead 110

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Peças da Lead 110 2010–2016

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Na Lead 110, em todas as versões e anos: carenagem do farol.

Lead 110 2010–2016: visão geral

Entre 2010 e 2016, a Lead 110 manteve a mesma base técnica: uma scooter de 108 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 7.525 (2010) a R$ 9.368 (2016).

O que cada número da ficha da Honda Lead 110 2010–2016 quer dizer

  • Potência: 9,2 cv a 7.500 rpm
  • Torque: 0,97 kgf.m a 6.000 rpm
  • Peso: 109 kg (seco)
  • Tanque: 6,5 litros (reserva de 1,8 L)
  • Altura do banco: 740 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
  • Câmbio: automático (CVT)
  • Freio dianteiro: tambor
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 11,8 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Lead 110 e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai torta.
  • Câmbio CVT. Sem embreagem no manete e sem pedal de câmbio, o CVT deixa a pilotagem simples: torceu o acelerador, a moto anda. As polias variam a relação de forma contínua, mantendo o motor no giro certo. A saída é suave e sem trancos. Fique atento ao barulho e à trepidação na arrancada, que indicam desgaste da transmissão.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Lead 110, e isso muda o kit de emergência.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
  • Freio a tambor. Freio a tambor não é sinal de moto ruim: ele dá conta do uso urbano e pede pouca manutenção. A diferença aparece em frenagens fortes e repetidas, quando ele aquece e a resposta cai, e logo depois de pegar chuva forte ou poça funda. Na traseira, onde a exigência é menor, cumpre bem o papel. Freie com antecedência e use os dois freios juntos.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.

Cidade, estrada e garupa com a Lead 110

Na cidade, a scooter é difícil de superar. O câmbio automático elimina embreagem e marchas, o assoalho protege as pernas da chuva e da sujeira e o espaço sob o banco guarda capacete, capa de chuva ou compras. A pilotagem é intuitiva, e a Lead 110 sai do semáforo com suavidade, sem trancos.

As rodas pequenas são o ponto fraco em piso ruim: buraco, valeta e paralelepípedo chegam com força ao piloto. Com garupa, a suspensão curta sente o peso. Na estrada, as de cilindrada maior viajam com conforto; as menores aceitam trechos curtos, mas não gostam de vento forte e de ritmo alto. Para entregas urbanas, praticidade e porta-objetos contam muito.

Bateria, pneus, vela e óleo da Lead 110 2010–2016

As medidas que a Lead 110 2010–2016 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Manutenção da Lead 110: o que cada sistema pede

O manual da Honda Lead 110 traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.

  • Correia e roletes do CVT. No CVT, a correia e os roletes da polia motora se desgastam com o uso e têm troca prevista no manual. Na mesma revisão, a oficina limpa a caixa, confere as sapatas da embreagem centrífuga e o filtro de ar da transmissão, quando existe. O óleo da caixa de redução também tem prazo próprio. Trepidação na saída e perda de arranque são sinais de desgaste.
  • Lonas do freio dianteiro. O freio dianteiro a tambor é acionado por cabo, e lona gasta ou cabo esticado deixam o manete encostando no punho. Regule a folga pela borboleta do cabo e confira o indicador de desgaste, quando existir. A troca de lonas segue a inspeção do manual. Como a frente faz a maior parte da frenagem, não adie esse serviço por comodidade.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga conta muito sobre a carburação e o estado do motor.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.

A Lead 110 2010–2016 ano a ano

Valor de cada ano da Lead 110 2010–2016 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 20% menos que o mais novo na tabela.

O que vigiar na Lead 110 no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Lead 110 2010–2016 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
  • Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar mistura com água.
  • Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.
  • Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto vagando na reta pede revisão de rolamentos e pneus.

Acessórios que fazem sentido na Lead 110

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Lead 110 2010–2016, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.
  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.
  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.

Perguntas frequentes

Qual a bateria da Lead 110 2010–2016?

A bateria indicada é 12V 6Ah.

A Lead 110 2010–2016 é alta?

A altura do banco é de 740 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Qual óleo vai na Lead 110 2010–2016?

A referência é SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca. O intervalo de troca está no manual.

Qual o valor da Lead 110 2010–2016 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 9.368, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Todas as Lead 110 de 2010–2016 são iguais?

O período 2010–2016 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Posso usar qualquer óleo na moto?

Use o óleo com a viscosidade e a especificação indicadas no manual do proprietário, próprio para motos. Na maioria das motos quatro tempos, o mesmo óleo lubrifica câmbio e embreagem, e óleo de carro pode fazer a embreagem patinar. Troque no intervalo do manual e não misture produtos de especificações diferentes.

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

Ficha técnica

Características
Cilindrada108 cc
CombustívelGasolina
Potência9,2 cv a 7.500 rpm conferido
Torque0,97 kgf.m a 6.000 rpm conferido
Peso109 kg (seco) conferido
Tanque6,5 litros (reserva de 1,8 L) conferido
Altura do banco740 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Sim
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da Lead 110 por ano

Ano-modeloPreço médio
Lead 110 2016R$ 9.368
Lead 110 2015R$ 9.139
Lead 110 2014R$ 8.711
Lead 110 2013R$ 8.300
Lead 110 2012R$ 8.024
Lead 110 2011R$ 7.828
Lead 110 2010R$ 7.525

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811099-9. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

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