Sensor de posição da borboleta (TPS) da Honda SH 150i 2017–2021
O que define a sensor de posição da borboleta (tps) certa para a SH 150i desses anos, e onde encontrar.
Sensor de posição da borboleta (TPS) que serve
SH 150i 2017–2021
- Moto
- Honda SH 150i
- Anos
- 2017 a 2021
- Cilindrada
- 150 cc
- Alimentação
- Injeção eletrônica
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com sensor de posição da borboleta (tps) para a Honda SH 150i
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Anunciar nesta páginaO sensor TPS certo para a SH 150i 2017–2021
Não há uma "medida" que resolva o sensor TPS: ele é desenhado para a SH 150i. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a SH 150i 2017–2021; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
O que o sensor TPS faz na SH 150i
O sensor TPS é pequeno, mas participa de quase tudo o que a injeção faz. Marcha lenta, enriquecimento na aceleração rápida e corte de combustível na desaceleração dependem de a central saber a posição exata da borboleta. Em muitos modelos ele é um potenciômetro, com uma pista interna e um contato que desliza sobre ela; em outros, funciona sem contato físico.
No tipo com contato, o desgaste da pista é a falha mais comum: aparecem pontos em que o sinal some ou salta, e a moto dá um tranco justamente naquela abertura de acelerador, que costuma ser a mais usada no dia a dia.
Como o sensor TPS trabalha na SH 150i
A SH 150i 2017–2021 é uma scooter de 150 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. A partida é elétrica, só no botão.
Marcha lenta alta na SH 150i nem sempre é culpa do TPS. A central considera a temperatura do motor, e uma leitura errada desse sensor faz a moto se comportar como se estivesse sempre fria. O scanner mostra os dois valores lado a lado.
Na SH 150i, chegar ao sensor de posição da borboleta passa por retirar carenagens. Com as peças fora, aproveite para conferir o filtro de ar e as mangueiras de admissão, que costumam ficar ali perto.
Na SH 150i, com câmbio CVT, falha de TPS costuma aparecer como saída hesitante ou trancos em baixa velocidade. Antes de trocar o sensor, vale conferir correia, roletes e embreagem, que dão sintomas parecidos.
Sinais de que o sensor TPS da SH 150i está com defeito
Antes de comprar o sensor, repare em quando a falha aparece. TPS ruim costuma dar sinais ligados a uma posição do acelerador ou à transição entre fechado e aberto.
- Buraco ao abrir o acelerador. Aquele "vazio" na saída, logo que você gira a manopla, costuma ter a ver com a informação de abertura da borboleta. Se a moto engasga sempre na mesma faixa de acelerador, o TPS entra na lista de suspeitos.
- Luz da injeção acesa. Luz da injeção acesa merece leitura com scanner. Um código ligado ao circuito do TPS aponta para o sensor, o conector ou a fiação. Trocar a peça sem conferir o chicote às vezes não apaga a luz.
- Trancos com o acelerador parado. Rodando em velocidade constante, com o acelerador quase parado, a moto dá pequenos trancos ou cortes. Em TPS com pista gasta, o sinal falha exatamente na posição mais usada no dia a dia, e a central reage com mistura errada.
- Resposta do acelerador estranha. Se o acelerador ficou "liga e desliga", sem a progressão de antes, a leitura da posição da borboleta pode estar falhando. Confira também a folga do cabo do acelerador, que dá uma sensação parecida.
O que conferir antes de comprar o sensor TPS
O TPS é peça específica de cada sistema de injeção. Dois sensores parecidos podem ter curva de sinal, encaixe no eixo e conector diferentes, e um sensor que não é o da aplicação deixa a moto funcionando mal.
- Código da peça original. Anote o número impresso no sensor antigo. É por ele que o balconista cruza a peça com as opções de reposição e confirma que a curva de sinal é a mesma.
- Modelo, ano e chassi. Informe o modelo e o ano exatos e, se puder, o número do chassi. O sistema de injeção pode mudar entre gerações e até dentro da mesma geração, com sensores diferentes.
- Encaixe no eixo e fixação. O TPS encaixa na ponta do eixo da borboleta por um formato próprio e é preso por parafusos em furos que podem ser fixos ou oblongos, para ajuste. Compare com o antigo: encaixe diferente não funciona, mesmo que o corpo do sensor pareça igual.
- Procedência, nota e garantia. Sensor eletrônico de baixa qualidade pode sair da caixa com sinal fora da faixa. Compre com nota fiscal e pergunte a garantia. Se a troca exigir ajuste ou reset, guarde também a nota do serviço.
O serviço de troca do TPS, do diagnóstico à calibração
Esta é a sequência de uma troca bem feita. Ela ajuda a acompanhar o serviço, que deve ser feito por quem tem o manual de serviço e o equipamento de diagnóstico da sua moto.
- Confirmar o defeito. Antes de soltar qualquer parafuso, a leitura da central mostra se o sinal do sensor está dentro do valor do manual e se varia sem falhas. Também se confere conector, folga do cabo do acelerador e limpeza do corpo de borboleta.
- Desligar a chave e a bateria. Tudo desligado: chave fora do contato e cabo negativo da bateria solto. Isso evita registrar falhas na central durante o serviço.
- Acessar o corpo de borboleta. Conforme a moto, é preciso tirar banco, tampas, carenagens ou até o tanque para chegar ao corpo de borboleta. O manual de serviço indica o caminho. Mangueiras e conectores em volta são soltos com cuidado.
- Marcar e retirar o sensor antigo. Antes de tirar, uma marca na posição ajuda na referência. Depois sai o conector, pela trava, e os parafusos, que são pequenos e espanam fácil. O sensor sai reto, sem forçar o eixo.
- Instalar o sensor novo. O sensor novo é encaixado no eixo na posição certa, sem forçar, com o anel de vedação no lugar quando houver. Os parafusos recebem aperto leve, conforme o manual. Aperto demais trinca a carcaça plástica.
- Ajustar ou fazer o reset. Em muitas motos, depois da troca é preciso ajustar o sensor até o valor especificado com a borboleta fechada, ou fazer um procedimento de reset para a central reaprender a posição. Cada fabricante tem o seu método, descrito no manual de serviço.
- Conferir o acelerador. Com tudo montado, o acelerador precisa abrir e fechar sozinho, sem prender, com o guidão virado para os dois lados. A folga do cabo deve ficar como o manual indica. Acelerador que não retorna é perigo.
- Apagar códigos e testar rodando. Com o scanner, apagam-se os códigos e acompanha-se o sinal do sensor novo com o motor funcionando. O teste final é na rua, prestando atenção à saída, à velocidade constante e à desaceleração.
Sensor trocado sem ajuste ou sem reset pode deixar a marcha lenta e a resposta do acelerador piores do que antes. Se a sua moto exige esse procedimento, ele faz parte do serviço, não é opcional.
Cuidados que protegem o sensor de posição da borboleta
O TPS não tem troca periódica. Ele dura bastante quando o corpo de borboleta é bem cuidado e a fiação fica protegida de água e de esforço.
- Mantenha o filtro de ar em dia. O corpo de borboleta fica logo depois do filtro de ar. Filtro em dia e bem assentado mantém a borboleta limpa e evita falhas que acabam sendo atribuídas ao TPS.
- Lave sem jato no corpo de borboleta. Água no conector do TPS causa oxidação e falhas que vão e voltam. Lave a moto com mangueira em pressão baixa perto do motor e deixe secar antes de ligar.
- Regule a folga do cabo do acelerador. Cabo do acelerador esticado demais mantém a borboleta um pouco aberta, e a central entende que você está acelerando. A folga deve ficar dentro do indicado no manual, conferida com o guidão virado para os dois lados.
Erros comuns com o sensor TPS
O sensor é pequeno e barato perto de outras peças da injeção, o que faz muita gente trocá-lo no chute. Veja os erros mais comuns.
- Forçar o sensor no eixo. Montar o sensor fora da posição e apertar os parafusos para "puxar" para o lugar danifica o acoplamento e pode deixar a borboleta presa. O sensor tem de assentar sozinho.
- Mexer no parafuso da borboleta. É um vício que vem do tempo do carburador. Na maioria das motos injetadas, esse parafuso não é regulagem de marcha lenta, e mexer nele desregula o sistema.
- Jogar produto direto no sensor. Spray de limpeza e desengraxante entram no sensor e atacam a pista e o contato interno. Limpar o corpo de borboleta é uma coisa; encharcar o TPS é outra.
A SH 150i na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda SH 150i dos anos 2017–2021 vai de R$ 11.753 (2017) a R$ 13.483 (2021). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2021 | R$ 13.483 |
| 2020 | R$ 13.125 |
| 2019 | R$ 12.804 |
| 2018 | R$ 12.322 |
| 2017 | R$ 11.753 |
Outras peças da SH 150i 2017–2021
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar o sensor TPS de outro modelo na SH 150i?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a SH 150i 2017–2021. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
TPS com defeito aumenta o consumo?
É possível. Com leitura errada da borboleta, a mistura sai rica em algumas situações e o consumo sobe. Normalmente isso vem acompanhado de marcha lenta estranha, engasgos ou trancos no acelerador.
Como testar o sensor de posição da borboleta?
Dá, com cuidado e com o valor do manual em mãos. Com a chave ligada, mede-se o sinal enquanto a borboleta é aberta devagar: ele deve variar de forma contínua, sem saltos. Pontos mortos rápidos às vezes escapam do multímetro, e por isso o scanner ou o osciloscópio são mais confiáveis.
Tem que fazer reset do TPS?
Em muitas motos, sim. O sensor precisa ser ajustado até o valor especificado com a borboleta fechada, ou a central precisa reaprender essa posição por um procedimento de reset. O método varia por fabricante e está no manual de serviço.
O TPS é vendido separado do corpo de borboleta?
Nem sempre. Há motos em que o sensor é avulso e motos em que ele só existe integrado. Leve modelo, ano e o código da peça original para a loja verificar como ele é fornecido.
Sensor de posição da borboleta (TPS) de moto: guia geral e lista de motos