Honda X-ADV 2021–2027
Ficha técnica, preço FIPE e as 65 peças com página própria para a X-ADV fabricada de 2021 a 2027. 2ª geração (Euro 5, quadro revisto, TFT).
- Scooter
- 745 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Pneu dianteiro | 120/70R17 | referência |
| Pneu traseiro | 160/60R15 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Honda X-ADV
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Anunciar nesta páginaPeças da X-ADV 2021–2027
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a X-ADV 2021–2027
Entre 2021 e 2027, a X-ADV manteve a mesma base técnica: uma scooter de 745 cc. No catálogo, a X-ADV tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 2ª geração (Euro 5, quadro revisto, TFT).
Pela FIPE (outubro de 2026), uma X-ADV desta geração custa entre R$ 65.529 e R$ 98.400, conforme o ano.
Ficha da X-ADV 2021–2027: o que os dados mudam na prática
- Potência: 54,8 cv a 6.250 rpm (manual 2021)
- Torque: 6,93 kgf.m a 4.750 rpm (manual 2021)
- Peso: 228 kg (seco)
- Tanque: 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L)
- Altura do banco: 820 mm
- Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único
- Câmbio: automatizado de dupla embreagem (DCT)
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 4,2 kg/cv
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da X-ADV e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a X-ADV tem injeção, uma luz no painel avisa de qualquer falha.
- Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
- Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
- Câmbio DCT. No DCT, a moto troca de marcha sozinha ou quando você aperta um botão, sem manete de embreagem. Por dentro, são duas embreagens controladas eletronicamente que preparam a marcha seguinte. Em viagem e no trânsito pesado, cansa bem menos. O sistema pede óleo e filtros específicos e manutenção feita por quem conhece a tecnologia.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
- Acelerador eletrônico. No acelerador eletrônico, o punho manda um sinal para a central, que abre a borboleta do motor. Sem cabo, a resposta pode ser calibrada por modos de pilotagem, e sistemas como controle de tração e piloto automático passam a ser possíveis. Para você, a aceleração fica mais suave e previsível, especialmente em piso escorregadio.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
Como a X-ADV se comporta no uso
Na cidade, a scooter é difícil de superar. O câmbio automático elimina embreagem e marchas, o assoalho protege as pernas da chuva e da sujeira e o espaço sob o banco guarda capacete, capa de chuva ou compras. A pilotagem é intuitiva, e a X-ADV sai do semáforo com suavidade, sem trancos.
As rodas pequenas são o ponto fraco em piso ruim: buraco, valeta e paralelepípedo chegam com força ao piloto. Com garupa, a suspensão curta sente o peso. Na estrada, as de cilindrada maior viajam com conforto; as menores aceitam trechos curtos, mas não gostam de vento forte e de ritmo alto. Para entregas urbanas, praticidade e porta-objetos contam muito.
Bateria, pneus, vela e óleo da X-ADV 2021–2027
Referências de manutenção da X-ADV 2021–2027, peça por peça:
O que revisar na Honda X-ADV 2021–2027 e quando pensar em cada item
Manter a X-ADV em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
- Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
- Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
- Corrente, coroa e pinhão. Limpe a corrente com produto adequado, lubrifique com ela ainda morna e ajuste a folga conforme o manual, com a moto apoiada do jeito que ele indica. Folga demais dá trancos e pode fazer a corrente saltar; folga de menos força rolamentos e eixo. Quando o ajuste já não resolve, é hora do kit completo.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
- Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
A X-ADV 2021–2027 ano a ano
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
- X-ADV 2027: R$ 98.400
- X-ADV 2026: R$ 93.090
- X-ADV 2025: R$ 90.073
- X-ADV 2024: R$ 84.654
- X-ADV 2023: R$ 80.908
- X-ADV 2022: R$ 74.689
- X-ADV 2021: R$ 65.529
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 33%.
O que mudou nas outras gerações da X-ADV
Em relação à geração anterior, X-ADV 2017–2020, mudou:
- Potência: 54,8 cv a 6.250 rpm → 54,8 cv a 6.250 rpm (manual 2021)
Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.
Checagem rápida e avisos da X-ADV: o que observar
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a X-ADV 2021–2027 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar entrada de umidade.
- Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a chegar em casa, mas o problema continua.
- Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
- Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
O que vale instalar na Honda X-ADV
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a X-ADV 2021–2027, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Suporte de celular. Para quem faz entregas ou usa navegação, o suporte de celular é quase obrigatório. Escolha um firme, que não balance, e com sistema que absorva vibração, porque ela pode estragar a câmera do aparelho. Instale de modo que não atrapalhe o giro do guidão nem cubra o painel, e não mexa no celular em movimento.
- Antena corta-pipa. A antena corta-pipa, presa ao guidão, corta linhas de pipa esticadas sobre a rua antes que elas cheguem ao pescoço do piloto. Linha com cerol ou chilena é um risco grave, principalmente nas épocas de férias. É barata, simples de instalar e não atrapalha a pilotagem. Confira se a altura passa acima da cabeça.
- Tomada USB. Carregar o celular rodando é prático, mas a tomada precisa de instalação bem feita: fusível, fio na bitola certa e ligação pós-chave. Tomada sem tampa junta água e oxida; ligação direta na bateria pode drená-la. Uma instalação limpa evita panes elétricas difíceis de achar depois.
- Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
Perguntas frequentes
Qual o valor da X-ADV 2021–2027 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 98.400, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Quantos litros tem o tanque da X-ADV 2021–2027?
O tanque da X-ADV desses anos comporta 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L).
Qual o peso da X-ADV 2021–2027?
A ficha do fabricante informa 228 kg (seco).
A X-ADV 2021–2027 é alta?
A altura do banco é de 820 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.
Quanto peso a X-ADV pode levar?
A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.
Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?
Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.
A velocidade máxima da ficha é real?
Velocidade máxima depende de muitas coisas: peso de quem pilota, posição, vento, temperatura e regulagem. Por isso o número, quando aparece, é só referência, e o velocímetro costuma marcar acima do real. Para entender o desempenho da moto, olhe torque, potência e peso, que são medidos com mais rigor.
Ficha técnica
| Cilindrada | 745 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 54,8 cv a 6.250 rpm (manual 2021) conferido |
| Torque | 6,93 kgf.m a 4.750 rpm (manual 2021) conferido |
| Peso | 228 kg (seco) conferido |
| Tanque | 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L) conferido |
| Altura do banco | 820 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automatizado de dupla embreagem (DCT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da X-ADV por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| X-ADV 2027 | R$ 98.400 |
| X-ADV 2026 | R$ 93.090 |
| X-ADV 2025 | R$ 90.073 |
| X-ADV 2024 | R$ 84.654 |
| X-ADV 2023 | R$ 80.908 |
| X-ADV 2022 | R$ 74.689 |
| X-ADV 2021 | R$ 65.529 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811149-9. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da X-ADV
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