Bobina de pulso (sensor) da Suzuki Burgman 400 2007–2016
O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a Burgman 400 desses anos, e onde encontrar.
Bobina de pulso (sensor) que serve
Burgman 400 2007–2016
- Moto
- Suzuki Burgman 400
- Anos
- 2007 a 2016
- Cilindrada
- 400 cc
- Alimentação
- Injeção eletrônica
- Partida
- Elétrica
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Suzuki Burgman 400
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bobina de pulso (sensor) para a Suzuki Burgman 400 2007–2016. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaQual bobina de pulso serve na Burgman 400 2007–2016
Não há uma "medida" que resolva a bobina de pulso: ela é desenhada para a Burgman 400. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Burgman 400 e os anos 2007–2016), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
Para que serve a bobina de pulso da Burgman 400
Para a faísca acontecer no momento certo, o sistema de ignição precisa saber, a cada volta, onde está o virabrequim. Quem informa isso é a bobina de pulso: um sensor fixo, com uma bobina e um ímã, colocado bem perto do rotor. A passagem de um ressalto do rotor em frente a ele gera um sinal elétrico curto, o pulso.
Nas motos carburadas, esse pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Nas injetadas, vai para a central, que usa o sinal para a ignição e também para a injeção de combustível. Em todos os casos, se o pulso some ou fica fraco, a moto falha ou deixa de pegar.
A bobina de pulso na Burgman 400: o que a ficha diz
Na ficha, a Burgman 400 2007–2016 aparece como uma scooter de 400 cc. Com injeção eletrônica, a Burgman 400 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.
Na Burgman 400, com injeção eletrônica, a bobina de pulso funciona como sensor de posição do virabrequim e manda o sinal para a central. Sem esse sinal, a central não comanda nem a faísca nem a injeção, e o motor não pega. A leitura de falhas com equipamento de diagnóstico ajuda a confirmar o defeito.
Em scooters e motonetas, a bobina de pulso costuma ficar atrás da tampa do gerador ou da ventoinha, do lado oposto ao câmbio automático. O acesso varia bastante; siga o manual de serviço e cuidado com as peças plásticas.
Na Burgman 400, giro de partida arrastado pode gerar pulso insuficiente para o módulo. Bateria em ordem é o primeiro passo antes de medir o sensor.
Sinais de que a bobina de pulso da Burgman 400 está com defeito
Quando a bobina de pulso começa a falhar, a moto costuma dar avisos bem característicos, principalmente com o motor quente. Veja os mais comuns.
- Conta-giros instável. Em muitas motos, o conta-giros recebe o sinal do módulo de ignição ou da central, que depende do pulso. Ponteiro pulando ou caindo a zero junto com falha do motor pode indicar sinal de pulso interrompido.
- Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
- Luz de injeção acesa. Com injeção eletrônica, a central monitora o sinal do sensor. Se ele some ou fica irregular, a luz de injeção acende e a moto pode apagar. Leve para leitura de falhas antes de trocar peça.
- Motor gira e não pega. Partida sem nenhuma faísca pode ser a bobina de pulso sem sinal. É uma das peças a medir, junto com a bobina de ignição e o módulo, quando o motor gira e não dá sinal de vida.
- Partida difícil. Se a moto custa a pegar na partida, mas anda bem depois, a bobina de pulso pode estar gerando um sinal no limite. A medição de tensão de pico durante a partida mostra isso.
Bobina de pulso: o que olhar na compra
A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.
- Diagnóstico confirmado. Peça para medir a resistência da bobina de pulso e, se possível, a tensão de pico gerada na partida, comparando com o manual de serviço. Sem isso, a troca é um chute.
- Garantia e nota. Guarde nota e embalagem. Muitas lojas só aceitam devolução de peça elétrica em condições específicas, então confirme a aplicação antes de abrir o motor.
- Fio, borracha e conector. O chicote precisa ter o mesmo comprimento e o mesmo conector do original. Emendas no fio do sensor são ponto fraco: o sinal é fraco e sensível a mau contato.
- Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
- Avulsa ou junto com o estator. Se o estator também está fraco ou queimado, vale avaliar a troca do conjunto. Se só a bobina de pulso falhou, a peça avulsa costuma resolver.
Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz
Antes de abrir a tampa, o diagnóstico precisa estar fechado. Depois, a troca segue esta ordem, com atenção à posição e à folga do sensor.
- Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
- Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
- Prepare o óleo e abra a tampa. Em muitas motos, abrir a tampa do rotor exige drenar o óleo. Retire com firmeza, sem alavancar na superfície da junta, para não marcar a vedação.
- Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
- Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
- Instale na posição e na folga certas. Posicione a bobina de pulso como a original e, quando houver especificação, ajuste a folga até o rotor. Folga grande demais enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar.
- Acomode o fio e feche. Passe o fio pelo mesmo caminho, assente a borracha de passagem com o vedante indicado, se houver, e feche a tampa com junta nova, apertando em cruz. Complete o óleo.
- Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.
Se a falha continuar com a bobina de pulso nova, o problema pode estar no CDI ou na central, na bobina de ignição ou na fiação entre eles. Um eletricista de moto com o manual de serviço mede cada parte e evita trocas em série.
Como fazer a bobina de pulso da Burgman 400 durar mais
Estes cuidados protegem a bobina de pulso e o resto da ignição. Quase todos fazem parte da revisão normal da moto.
- Conector limpo e seco. Na revisão, solte e confira o conector do sensor. Produto próprio para contato elétrico ajuda a evitar oxidação e falhas intermitentes.
- Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.
- Atenção à limalha. Na troca de óleo ou na abertura da tampa, repare se há muito resíduo metálico. Além de grudar no sensor, ele indica desgaste interno que precisa ser investigado.
- Cuidado na lavagem. Lavadora de alta pressão perto do chicote leva água para os conectores. Lave com cuidado e deixe secar antes de rodar.
O que não fazer com a bobina de pulso
Alguns erros com a bobina de pulso custam uma tampa aberta à toa, ou um motor fora do ponto. Vale conhecer.
- Reaproveitar a junta. Junta usada não veda direito. Reaproveitar é vazamento de óleo na tampa logo depois do serviço, sujeira no motor e retrabalho garantido.
- Medir só com o motor frio. Bobina de pulso que falha quente pode medir normal fria. Se o defeito aparece com o motor aquecido, a medição também precisa ser feita assim.
- Montar fora da posição. Não marcar a posição antes de tirar o sensor é pedir para errar o ponto. Faça a referência sempre, com tinta ou risco fino.
- Emendar o fio do sensor. O sinal da bobina de pulso é fraco e sensível. Emenda torcida com fita isolante oxida e gera falhas intermitentes. Se for preciso reparar, use solda e isolamento adequados.
A Burgman 400 ao longo dos anos
A família Burgman 400 reúne 1 versão e 2 gerações no catálogo, de 2000 a 2016. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar a bobina de pulso de uma Burgman 400 2000–2006, compare o código ou a peça física.
Quanto vale a Burgman 400 2007–2016
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Burgman 400 nesta geração ficam entre R$ 14.366 e R$ 23.215. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2016 | R$ 23.215 |
| 2015 | R$ 22.203 |
| 2014 | R$ 21.661 |
| 2013 | R$ 20.586 |
| 2012 | R$ 19.226 |
| 2011 | R$ 18.757 |
| 2010 | R$ 16.366 |
| 2009 | R$ 15.095 |
Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da Burgman 400
| Versão | Anos |
|---|---|
| Burgman 400 (esta página) | 2007–2016 |
| Burgman 400 | 2000–2006 |
Outras peças da Burgman 400 2007–2016
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na Burgman 400?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Burgman 400 2007–2016. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Precisa regular a distância do sensor ao rotor?
Importa. Em motos em que o manual especifica folga entre o sensor e o ressalto do rotor, ela deve ser conferida com calibre de lâminas. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar e danificar a peça.
A moto está sem faísca. Pode ser a bobina de pulso?
Pode. Mas antes confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor, chave de ignição e conectores. Depois, meça bobina de ignição, bobina de pulso e alimentação do módulo. O diagnóstico vai do mais simples para o mais trabalhoso.
Bobina de pulso e sensor de rotação são a mesma coisa?
Sim, em geral é o mesmo tipo de sensor, montado perto do rotor. O nome muda conforme a moto e o manual, mas o papel é avisar o módulo ou a central sobre a posição do motor.
Preciso trocar o estator junto com a bobina de pulso?
Não necessariamente. Se o estator está bom, basta trocar a bobina de pulso. Se os dois mostram problema, a troca do conjunto pode valer a pena, já que o motor vai ser aberto de qualquer jeito.
Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos