Suzuki Burgman i 125 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Burgman i 125 usada.
- Scooter
- 124 cc
- Gasolina
- 9,0 cv
FIPE 2016
R$ 9.035
- Moto
- Suzuki Burgman i 125
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2012–2019
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825056-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Suzuki Burgman i 125
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Anunciar nesta páginaA Suzuki Burgman i 125 2016 em resumo
Do ano-modelo 2016, a Suzuki Burgman i 125 é uma scooter de 124 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2012 a 2019. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a Burgman i 125 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Há partida elétrica e pedal de partida. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. Em vez de corrente, a Burgman i 125 usa correia dentada até a roda traseira. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 9 cv a 7.500 rpm; o torque, 0,95 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 111 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 6,0 litros; o banco fica a 730 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 12,3 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Quanto vale a Burgman i 125 2016
Pela FIPE de outubro de 2026, a Burgman i 125 ano 2016 está cotada em R$ 9.035. A Burgman i 125 2015 fica em R$ 8.807 (+2,6% de diferença); a Burgman i 125 2017 está em R$ 10.229. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2019, R$ 11.444), a 2016 vale 21% menos, uma média de 7,6% por ano.
Entre as 23 motos scooter ano 2016 com preço na FIPE, 3 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma scooter
A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.
As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.
Peças e medidas da Burgman i 125 2016
Para a manutenção da Burgman i 125 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 6Ah (conferida)
- Vela de ignição: NGK CR6HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 90/90-10 50J (conferida)
- Pneu traseiro: 100/90-10 56J (conferida)
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG/SH/SJ JASO MA | 0,95 L na troca, 1,0 L com filtro (conferida)
- Filtro de ar: papel seco (elemento de material não tecido) (conferida)
- Lâmpada do farol: 12V 35/35W (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa)
Burgman i 125 2016 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
A manutenção que uma Burgman i 125 2016 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Chicote e conectores. Uma moto de 10 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Documentos e negociação da Burgman i 125 2016
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
Outras motos scooter 2016 na mesma faixa de preço
Quem procura uma Burgman i 125 2016 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Bee Royale 200 2016 · R$ 8.830 · 200 cc
- Honda Lead 110 2016 · R$ 9.368 · 108 cc
- Dafra Cityclass 200i 2016 · R$ 7.305 · 199 cc
Outros anos da Burgman i 125
A Burgman i 125 foi vendida em 8 anos-modelo, de 2012 a 2019. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da Burgman i 125 2016
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 9 cv a 7.500 rpm conferido |
| Torque | 0,95 kgf.m a 6.000 rpm conferido |
| Peso | 111 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 6,0 litros conferido |
| Altura do banco | 730 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 6Ah conferido |
| Vela de ignição | NGK CR6HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-10 50J conferido |
| Pneu traseiro | 100/90-10 56J conferido |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SF/SG/SH/SJ JASO MA | 0,95 L na troca, 1,0 L com filtro conferido |
| Filtro de ar | papel seco (elemento de material não tecido) conferido |
| Lâmpada do farol | 12V 35/35W conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Burgman i 125 2016
As peças desta moto são as da geração 2012–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Burgman i 125 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki Burgman i 125 2016 vale R$ 9.035 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a calibragem do pneu da Burgman i 125 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a medida do pneu da Burgman i 125 2016?
Dianteiro 90/90-10 50J e traseiro 100/90-10 56J.
Quantos cavalos tem a Burgman i 125 2016?
Pela ficha do fabricante, 9 cv a 7.500 rpm, com torque de 0,95 kgf.m a 6.000 rpm.
Que óleo usar na Burgman i 125 2016?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG/SH/SJ JASO MA | 0,95 L na troca, 1,0 L com filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a capacidade do tanque da Burgman i 125 2016?
O tanque da Burgman i 125 2016 leva 6,0 litros.
Moto com 10 anos é isenta de IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.