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Vespa 946 Emporio Armani 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 946 Emporio Armani usada.

  • Scooter
  • 155 cc
  • Gasolina
  • ABS

FIPE 2016

R$ 45.110

Moto
Vespa 946 Emporio Armani
Ano-modelo
2016
Geração
2016–2017

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 822034-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Vespa 946 Emporio Armani

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946 Emporio Armani 2016: o essencial

A Vespa 946 Emporio Armani 2016 é uma scooter de 155 cc. Ela pertence à geração 2016–2017, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco.

Quanto vale a 946 Emporio Armani 2016

O preço médio da 946 Emporio Armani 2016 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 45.110. A 946 Emporio Armani 2017 está em R$ 46.709. Comparada com a 2017 (R$ 46.709), a moto de 2016 custa 3% a menos: em média, perdeu 3,4% de valor a cada ano.

Na comparação com as 23 motos scooter 2016 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 21 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A 946 Emporio Armani e o jeito scooter de andar

Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.

Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.

Medidas de manutenção da 946 Emporio Armani 2016

Para a manutenção da 946 Emporio Armani 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Vespa 946 Emporio Armani 2016 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma 946 Emporio Armani, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Transmissão automática (CVT). Na saída, a moto deve arrancar macia, sem trepidar nem dar tranco. Trepidação ao sair do zero costuma ser embreagem centrífuga ou campana gastas; ruído de raspagem ou chiado vindo da tampa da transmissão pode ser rolete, correia ou polia no fim. Pergunte quando a correia foi trocada e compare com o prazo do manual.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.

A manutenção que uma 946 Emporio Armani 2016 pede

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 10 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.

Outras motos scooter 2016 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos scooter 2016 com valor FIPE perto do da 946 Emporio Armani.

Todos os anos da 946 Emporio Armani

Anos-modelo da 946 Emporio Armani no catálogo, de 2017 a 2016, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2017 · R$ 46.709
  • 2016 · R$ 45.110

Ficha técnica da 946 Emporio Armani 2016

Medidas e especificações
Cilindrada155 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 10Ah (selada)
Vela de igniçãoNGK CR8EB
Pneu dianteiro120/70-12 51P
Pneu traseiro130/70-12 62P
Óleo do motor1,34 L (inclui 120 ml do filtro)
Lâmpada do farolLED integrado
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolLED
LanternaLED
PiscasLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da 946 Emporio Armani 2016

As peças desta moto são as da geração 2016–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da 946 Emporio Armani 2016?

Na referência de outubro de 2026, a Vespa 946 Emporio Armani 2016 vale R$ 45.110 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da 946 Emporio Armani 2016?

Dianteiro 120/70-12 51P e traseiro 130/70-12 62P.

Quantas cilindradas tem a 946 Emporio Armani 2016?

A 946 Emporio Armani 2016 tem 155 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Que óleo usar na 946 Emporio Armani 2016?

A referência para o motor é 1,34 L (inclui 120 ml do filtro). Confira no manual o prazo de troca.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Vale a pena comprar uma 946 Emporio Armani 2016 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.

É seguro comprar moto anunciada na internet?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.