tudo de moto

Yamaha XMAX 250 ABS 2020

Preço FIPE do ano-modelo 2020, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XMAX 250 ABS usada.

  • Scooter
  • 249 cc
  • Gasolina
  • ABS
Yamaha XMAX 250 ABS 2020
Imagem ilustrativa.

FIPE 2020

R$ 24.455

Moto
Yamaha XMAX 250 ABS
Ano-modelo
2020
Geração
2020–2025
Calibragem
dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827113-5. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XMAX 250 ABS

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha XMAX 250 ABS 2020. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

XMAX 250 ABS 2020: o essencial

Do ano-modelo 2020, a Yamaha XMAX 250 ABS é uma scooter de 249 cc. O ano-modelo 2020 faz parte da geração vendida de 2020 a 2025. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a XMAX 250 ABS depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, o peso, 183 kg (em ordem de marcha; massa em vazio do manual); o tanque leva 13 litros (reserva de 2,4 L); o banco fica a 795 mm do chão.

Preço FIPE da XMAX 250 ABS 2020

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XMAX 250 ABS 2020 vale R$ 24.455. A XMAX 250 ABS 2021 está em R$ 25.067. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2025, R$ 32.520), a 2020 vale 25% menos, uma média de 5,5% por ano.

Entre as 38 motos scooter ano 2020 com preço na FIPE, 34 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma scooter

A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.

As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.

Peças e medidas da XMAX 250 ABS 2020

Estas são as medidas que mais se procura para a XMAX 250 ABS 2020. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

XMAX 250 ABS 2020 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Transmissão automática (CVT). O câmbio automático tem peças de desgaste escondidas atrás da tampa: correia, roletes, polias e embreagem. Num teste curto já aparecem tranco ou vibração na arrancada, motor que sobe de giro e demora a empurrar a moto e assobio constante. Se o histórico não mostra a troca da correia no prazo, conte com ela na negociação.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.

Cuidados que acompanham uma moto 2020

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2020 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 6 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 6 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a XMAX 250 ABS 2020.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.

Motos parecidas com a XMAX 250 ABS 2020

Quem procura uma XMAX 250 ABS 2020 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

A XMAX 250 ABS em outros anos

A XMAX 250 ABS foi vendida em 6 anos-modelo, de 2020 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2025 · R$ 32.520
  • 2024 · R$ 28.305
  • 2023 · R$ 26.876
  • 2022 · R$ 25.694
  • 2021 · R$ 25.067
  • 2020 · R$ 24.455

Ficha técnica da XMAX 250 ABS 2020

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Peso183 kg (em ordem de marcha; massa em vazio do manual) conferido
Tanque13 litros (reserva de 2,4 L) conferido
Altura do banco795 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa) conferido
Bateria12V 7Ah (GTZ8V)
Pneu dianteiro120/70-15 M/C 56P
Pneu traseiro140/70-14 M/C 68P
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG JASO MA | 1,50 L na troca; 1,60 L com troca do filtro
Lâmpada do farolLED integrado
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolLED
LanternaLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XMAX 250 ABS 2020

As peças desta moto são as da geração 2020–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XMAX 250 ABS 2020?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XMAX 250 ABS 2020 vale R$ 24.455 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da XMAX 250 ABS 2020?

A XMAX 250 ABS 2020 tem 249 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quanto pesa a XMAX 250 ABS 2020?

O peso informado pelo fabricante é 183 kg (em ordem de marcha; massa em vazio do manual).

Qual a capacidade do tanque da XMAX 250 ABS 2020?

O tanque da XMAX 250 ABS 2020 leva 13 litros (reserva de 2,4 L).

Quantas libras vai no pneu da XMAX 250 ABS 2020?

Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Que óleo usar na XMAX 250 ABS 2020?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG JASO MA | 1,50 L na troca; 1,60 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Devo pagar o valor da FIPE?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.