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Bobina de pulso (sensor) da Daelim VT 125 Custom Magma 1999–2000

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a VT 125 Custom Magma desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

VT 125 Custom Magma 1999–2000

Moto
Daelim VT 125 Custom Magma
Anos
1999 a 2000
Cilindrada
125 cc
Alimentação
Carburador

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Daelim VT 125 Custom Magma

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Qual bobina de pulso serve na VT 125 Custom Magma 1999–2000

Para a bobina de pulso, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a VT 125 Custom Magma e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (1999–2000), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a VT 125 Custom Magma 1999–2000; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

O trabalho da bobina de pulso na VT 125 Custom Magma

A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.

Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.

A bobina de pulso na VT 125 Custom Magma: o que a ficha diz

Para entender a bobina de pulso desta moto, vale olhar a ficha: a VT 125 Custom Magma é uma street de 125 cc. A alimentação é por carburador. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote.

Em motos carburadas, a bobina de pulso e o CDI trabalham em dupla. Na VT 125 Custom Magma, se o CDI já foi trocado e a moto continua apagando quente, a bobina de pulso é a próxima suspeita.

Quando desconfiar da bobina de pulso

Estes são os sintomas que mais levam à bobina de pulso. Nenhum deles, sozinho, prova o defeito: vela, cachimbo e conectores devem ser conferidos antes.

  • Limalha grudada no sensor. Na abertura da tampa, é comum encontrar resíduo metálico grudado na bobina de pulso e no rotor. Limpe, mas investigue a origem se a quantidade for grande.
  • Moto que apaga quente e volta fria. O motor funciona bem frio, apaga depois de rodar um tempo e só pega de novo quando esfria. É o sintoma mais típico de bobina de pulso com o enrolamento ou o isolamento no fim, que deixa de gerar sinal quando esquenta.
  • Falha numa faixa de rotação. Falha que aparece sempre na mesma rotação pode ser sinal irregular do sensor. Mas carburação, injeção e vela também causam esse sintoma, então o diagnóstico precisa ser completo.
  • Falhas intermitentes. Cortes rápidos e aleatórios, como se a chave fosse desligada por um segundo, costumam vir de mau contato no circuito do pulso. Mexer no chicote com o motor ligado ajuda a localizar.
  • Partida difícil. A moto demora para pegar e, quando pega, funciona normal. Com o motor girando devagar na partida, um sensor fraco gera pulso fraco demais para o módulo reconhecer.

O que conferir antes de comprar a bobina de pulso

Na compra da bobina de pulso, o encaixe físico e o conector são só parte da história. Estes são os detalhes que fazem a peça funcionar.

  • Avulsa ou junto com o estator. Se o estator também está fraco ou queimado, vale avaliar a troca do conjunto. Se só a bobina de pulso falhou, a peça avulsa costuma resolver.
  • Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
  • Fio, borracha e conector. Confira o comprimento do fio, a borracha de passagem pela tampa e o conector. Em muitas motos, o fio da bobina de pulso sai junto com o do estator, pela mesma borracha.
  • Diagnóstico confirmado. Peça para medir a resistência da bobina de pulso e, se possível, a tensão de pico gerada na partida, comparando com o manual de serviço. Sem isso, a troca é um chute.
  • Garantia e nota. Guarde nota e embalagem. Muitas lojas só aceitam devolução de peça elétrica em condições específicas, então confirme a aplicação antes de abrir o motor.

Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz

A peça é pequena, mas o acesso exige abrir o motor em muitas motos. A sequência abaixo mostra o que deve ser feito, com os detalhes do manual de serviço.

  1. Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
  2. Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Em muitas motos, abrir a tampa do rotor exige drenar o óleo. Retire com firmeza, sem alavancar na superfície da junta, para não marcar a vedação.
  4. Marque e retire o sensor. Antes de soltar, marque a posição do sensor, principalmente se a base for regulável. Solte os parafusos, retire a borracha de passagem do fio e tire a bobina de pulso.
  5. Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
  6. Instale na posição e na folga certas. Posicione a bobina de pulso como a original e, quando houver especificação, ajuste a folga até o rotor. Folga grande demais enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar.
  7. Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
  8. Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.

Quando o acesso exige tirar o rotor ou quando a posição do sensor define o ponto de ignição, o serviço deve ser feito na oficina, com o manual de serviço e as ferramentas certas.

O que protege a bobina de pulso

Não há manutenção direta na bobina de pulso, mas o jeito como a moto é cuidada pesa na vida dela. Veja o que ajuda.

  • Atenção à limalha. Na troca de óleo ou na abertura da tampa, repare se há muito resíduo metálico. Além de grudar no sensor, ele indica desgaste interno que precisa ser investigado.
  • Conector limpo e seco. Na revisão, solte e confira o conector do sensor. Produto próprio para contato elétrico ajuda a evitar oxidação e falhas intermitentes.
  • Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.

Erros que fazem trocar peça à toa

A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.

  • Reaproveitar a junta. Junta usada não veda direito. Reaproveitar é vazamento de óleo na tampa logo depois do serviço, sujeira no motor e retrabalho garantido.
  • Medir só com o motor frio. Teste frio pode dar resultado bom e esconder o defeito. Meça logo depois que a falha acontecer, com o motor ainda quente.
  • Trocar sem medir. O sensor deve ser medido, de preferência quente, antes da troca. A medição custa pouco perto de uma tampa aberta sem necessidade.

Quanto vale a VT 125 Custom Magma 1999–2000

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Daelim VT 125 Custom Magma vale R$ 4.692. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

Outras peças da VT 125 Custom Magma 1999–2000

Ficha técnica completa da Daelim VT 125 Custom Magma 1999–2000

Perguntas frequentes

A bobina de pulso de outra moto serve na VT 125 Custom Magma?

Em geral, não sem conferir. A bobina de pulso é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

A troca da bobina de pulso é difícil?

Depende da moto, mas em geral é preciso abrir a tampa do rotor. Para quem não tem experiência, é serviço de oficina, porque exige junta nova, posição correta e, às vezes, ajuste de folga.

Dá para medir a bobina de pulso com multímetro?

Dá, em parte. A resistência mostra se a bobina está aberta ou em curto, mas um sensor que falha quente pode medir normal frio. A tensão de pico na partida, comparada ao manual, é o teste mais confiável.

A moto apaga quente e volta fria. É a bobina de pulso?

Muitas vezes, sim. A bobina de pulso com isolamento cansado deixa de gerar sinal quando esquenta. Mas confirme com medição quente antes de abrir a tampa, porque CDI e bobina de ignição fazem o mesmo.

Sem faísca na vela: o que testar?

É uma das possibilidades. Siga a ordem: vela e cachimbo, interruptores, conectores, bobina de ignição, bobina de pulso e, por fim, o módulo. A medição de cada parte evita trocas desnecessárias.

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