Bobina de pulso (sensor) da Garinni GR150P/PI 2006–2008
O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a GR150P/PI desses anos, e onde encontrar.
Bobina de pulso (sensor) que serve
GR150P/PI 2006–2008
- Moto
- Garinni GR150P/PI
- Anos
- 2006 a 2008
- Cilindrada
- 150 cc
- Alimentação
- Carburador
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Garinni GR150P/PI
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Anunciar nesta páginaQual bobina de pulso serve na GR150P/PI 2006–2008
Para a bobina de pulso, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a GR150P/PI e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2006–2008), e termina na comparação com a peça antiga.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a GR150P/PI 2006–2008; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
O trabalho da bobina de pulso na GR150P/PI
A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.
Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.
A bobina de pulso na GR150P/PI: o que a ficha diz
Na ficha, a GR150P/PI 2006–2008 aparece como uma street de 150 cc. A alimentação é por carburador. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote.
Em motos carburadas, a bobina de pulso e o CDI trabalham em dupla. Na GR150P/PI, se o CDI já foi trocado e a moto continua apagando quente, a bobina de pulso é a próxima suspeita.
Como saber se a bobina de pulso está falhando
Estes são os sintomas que mais levam à bobina de pulso. Nenhum deles, sozinho, prova o defeito: vela, cachimbo e conectores devem ser conferidos antes.
- Conta-giros instável. Quando o conta-giros pula ou zera no mesmo instante em que o motor falha, a origem pode estar no sinal de rotação. A bobina de pulso e a fiação dela entram na lista.
- Moto que apaga quente e volta fria. Desligar sozinha com o motor quente e voltar depois de algum tempo parada é um clássico da bobina de pulso. CDI e bobina de ignição também podem causar isso, então o ideal é medir as três peças com o motor quente.
- Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
- Motor gira e não pega. O motor gira normalmente, tem combustível, mas não há faísca na vela. Sem o pulso, o módulo não dispara a ignição. Antes de culpar a bobina de pulso, confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor e conectores.
- Limalha grudada no sensor. O sensor tem ímã e atrai partículas metálicas do óleo ou do motor. Limalha acumulada na ponta pode atrapalhar o sinal. Muita limalha também indica desgaste interno que merece atenção.
O que conferir antes de comprar a bobina de pulso
A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.
- Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
- Aplicação da moto. Informe modelo, ano e, se tiver, o código da peça original. Sensores com a mesma aparência podem gerar sinais diferentes, e o módulo da sua moto espera um sinal específico.
- Original ou reposição. Bobina de pulso de qualidade ruim pode funcionar fria e falhar quente, exatamente o defeito que você queria resolver. Prefira procedência conhecida, com nota e garantia.
- Avulsa ou junto com o estator. Se o estator também está fraco ou queimado, vale avaliar a troca do conjunto. Se só a bobina de pulso falhou, a peça avulsa costuma resolver.
- Diagnóstico confirmado. Peça para medir a resistência da bobina de pulso e, se possível, a tensão de pico gerada na partida, comparando com o manual de serviço. Sem isso, a troca é um chute.
Troca da bobina de pulso passo a passo
A peça é pequena, mas o acesso exige abrir o motor em muitas motos. A sequência abaixo mostra o que deve ser feito, com os detalhes do manual de serviço.
- Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
- Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
- Prepare o óleo e abra a tampa. Em muitas motos, abrir a tampa do rotor exige drenar o óleo. Retire com firmeza, sem alavancar na superfície da junta, para não marcar a vedação.
- Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
- Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
- Instale na posição e na folga certas. Posicione a bobina de pulso como a original e, quando houver especificação, ajuste a folga até o rotor. Folga grande demais enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar.
- Acomode o fio e feche. Passe o fio pelo mesmo caminho, assente a borracha de passagem com o vedante indicado, se houver, e feche a tampa com junta nova, apertando em cruz. Complete o óleo.
- Teste com o motor quente. Religue tudo, dê a partida e deixe o motor aquecer bem. Faça uma volta e confira se a falha que aparecia quente desapareceu. Verifique também vazamentos na tampa.
Se a falha continuar com a bobina de pulso nova, o problema pode estar no CDI ou na central, na bobina de ignição ou na fiação entre eles. Um eletricista de moto com o manual de serviço mede cada parte e evita trocas em série.
O que protege a bobina de pulso
Estes cuidados protegem a bobina de pulso e o resto da ignição. Quase todos fazem parte da revisão normal da moto.
- Conector limpo e seco. Na revisão, solte e confira o conector do sensor. Produto próprio para contato elétrico ajuda a evitar oxidação e falhas intermitentes.
- Investigue falhas cedo. Falha esporádica com o motor quente é aviso. Quanto antes for medida, menor a chance de a moto apagar numa hora perigosa.
- Óleo certo e no nível. Óleo vencido ou baixo aumenta a temperatura do motor e castiga o isolamento das bobinas. Siga tipo e prazo de troca do manual.
- Cuidado na lavagem. Lavadora de alta pressão perto do chicote leva água para os conectores. Lave com cuidado e deixe secar antes de rodar.
Erros que fazem trocar peça à toa
A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.
- Ignorar a folga. Quando o manual especifica folga entre sensor e rotor, ela precisa ser respeitada. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode fazer o rotor encostar no sensor.
- Montar fora da posição. Em algumas motos, a posição do sensor ou da base define o ponto de ignição. Montar fora da marca deixa o motor adiantado ou atrasado, com perda de força e risco de dano.
- Reaproveitar a junta. Junta usada não veda direito. Reaproveitar é vazamento de óleo na tampa logo depois do serviço, sujeira no motor e retrabalho garantido.
- Trocar sem medir. Apagar quente pode ser bobina de pulso, CDI, bobina de ignição ou fiação. Abrir o motor para trocar o sensor sem medir é arriscar o serviço à toa.
Valor da GR150P/PI e custo do reparo
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Garinni GR150P/PI dos anos 2006–2008 vai de R$ 3.446 (2006) a R$ 3.842 (2008). Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2008 | R$ 3.842 |
| 2007 | R$ 3.533 |
| 2006 | R$ 3.446 |
Outras peças da GR150P/PI 2006–2008
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na GR150P/PI?
Em geral, não sem conferir. A bobina de pulso é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.
A folga da bobina de pulso importa?
Quando há especificação, sim. Em muitas motos a folga é definida pela própria fixação e não tem ajuste. O manual de serviço diz se a sua moto pede conferência e qual o valor.
A moto apaga quente e volta fria. É a bobina de pulso?
É uma das causas mais comuns, junto com o CDI ou módulo e a bobina de ignição. O ideal é medir as três peças com o motor quente, logo depois da falha. Carburação ou injeção também podem causar o sintoma.
A bobina de pulso vem junto com o estator?
Em muitas motos, a bobina de pulso fica na mesma base do estator, e algumas peças de reposição vêm em conjunto. Mas se só o sensor falhou, a troca avulsa costuma resolver. A medição de cada parte define o que trocar.
Dá para medir a bobina de pulso com multímetro?
Com multímetro, mede-se a resistência da bobina no conector e compara-se com o valor do manual de serviço. O teste mais preciso é a tensão de pico gerada durante a partida, feita com adaptador próprio. De preferência, faça também com o motor quente.
Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos