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Honda CG 125 Cargo 2004

Preço FIPE do ano-modelo 2004, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 125 Cargo usada.

  • Street
  • 125 cc
  • Gasolina
  • 12,5 cv
Honda CG 125 Cargo 2004
Imagem ilustrativa.

FIPE 2004

R$ 7.381

Moto
Honda CG 125 Cargo
Ano-modelo
2004
Geração
2000–2004
Calibragem
dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811019-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda CG 125 Cargo

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Como é a CG 125 Cargo 2004

Do ano-modelo 2004, a Honda CG 125 Cargo é uma street de 125 cc. O ano-modelo 2004 faz parte da geração vendida de 2000 a 2004. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A CG 125 Cargo pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.

Pelos números do fabricante, a potência é de 12,5 cv a 8.250 rpm (JIS); o torque, 1,00 kgf.m a 7.500 rpm; o tanque leva 13,0 litros (reserva de cerca de 2,0 L).

A CG 125 Cargo 2004 na tabela FIPE

Pela FIPE de outubro de 2026, a CG 125 Cargo ano 2004 está cotada em R$ 7.381. A CG 125 Cargo 2003 fica em R$ 7.191 (+2,6% de diferença). Comparada com a 2018 (R$ 10.831), a moto de 2004 custa 32% a menos: em média, perdeu 2,7% de valor a cada ano.

Na comparação com as 18 motos street 2004 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 10 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A CG 125 Cargo e o jeito street de andar

Se a ideia é ter uma moto para resolver a vida, a street é o ponto de partida. Ela dispensa carenagem grande e eletrônica sofisticada: tem motor robusto, consumo baixo, banco para garupa e posição confortável no trânsito. É a escolha de quem vai rodar todo dia, de quem trabalha com a moto e de quem acabou de tirar a habilitação.

No mercado de usadas, é o tipo com mais oferta e que vende mais rápido. Em contrapartida, aparecem muitas unidades cansadas, e vale separar com calma a moto bem cuidada da que foi usada até o limite.

Outras versões da CG 125 em 2004

A CG 125 Cargo não era a única CG 125 de 2004: havia mais 3 versões. Compare o que muda antes de escolher.

Medidas de manutenção da CG 125 Cargo 2004

Medidas de manutenção da CG 125 Cargo 2004, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma CG 125 Cargo 2004 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Sinais de moto de trabalho. Se a moto trabalhou com entrega, rodou muito e no ritmo de para e anda, que gasta embreagem, freios, transmissão e suspensão mais rápido. Os sinais são bagageiro reforçado ou furado, marcas de baú, banco gasto e hodômetro baixo demais para o estado geral. Avalie com mais rigor e ajuste o preço.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.

Cuidados que acompanham uma moto 2004

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 22 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 22 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.

Motos parecidas com a CG 125 Cargo 2004

Para comparar: motos street 2004 com valor FIPE perto do da CG 125 Cargo.

A CG 125 Cargo em outros anos

A CG 125 Cargo foi vendida em 29 anos-modelo, de 1990 a 2018. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da CG 125 Cargo 2004

Medidas e especificações
Cilindrada125 cc
CombustívelGasolina
Potência12,5 cv a 8.250 rpm (JIS) conferido
Torque1,00 kgf.m a 7.500 rpm conferido
Tanque13,0 litros (reserva de cerca de 2,0 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 4Ah conferido
Vela de igniçãoNGK DPR8EA-9
Pneu dianteiro2.75-18 42P conferido
Pneu traseiro90/90-18 57P conferido
Relação (kit)passo 428 | coroa 44 | pinhão 14 conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 | 0,9 L na troca
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da CG 125 Cargo 2004

As peças desta moto são as da geração 2000–2004. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a CG 125 Cargo 2004 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 125 Cargo 2004 vale R$ 7.381 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da CG 125 Cargo 2004?

Dianteiro 2.75-18 42P e traseiro 90/90-18 57P.

Qual a calibragem do pneu da CG 125 Cargo 2004?

Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantos cavalos tem a CG 125 Cargo 2004?

Pela ficha do fabricante, 12,5 cv a 8.250 rpm (JIS), com torque de 1,00 kgf.m a 7.500 rpm.

Qual o óleo da CG 125 Cargo 2004?

A referência para o motor é SAE 20W-50 | 0,9 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a CG 125 Cargo 2004?

A CG 125 Cargo 2004 tem 125 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Devo evitar moto que foi usada em aplicativo?

Não necessariamente. Muitas motos de trabalho recebem manutenção frequente, porque moto parada significa prejuízo para o dono. O que muda é o desgaste: elas rodam muito e em ritmo pesado. Avalie com mais rigor embreagem, transmissão, freios e suspensão, peça as notas de serviço e ajuste o preço ao estado real.

Como saber se a CG 125 Cargo 2004 tem recall pendente?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.